Postado em: 3 de maio de 2022 | Por: Ezequiel Neves

Preso empresário que assassinou a esposa em Dom Pedro

 

Rony Veras, que matou a esposa Ianca, na noite de sábado, em Dom Pedro, foi preso próximo ao município de Vargem Grande.

A polícia prendeu, na noite desta segunda-feira (02) o empresário Rony Veras Nogueira, de 41 anos, que, na noite de sábado, 30, assassinou a tiros, em Dom Pedro, a esposa Ianca Amaral, de 26 anos.

Proprietário de um posto de combustíveis e de uma churrascaria, Rony Veras matou a esposa dentro da residência do casal, na Avenida Gonçalves Dias, no centro.

Após o crime, ele se trancou em um dos quartos do imóvel. Como os PMs da cidade demoraram a entrar em ação, à espera de reforço do município vizinho, o empresário assassino terminou fugindo pelos fundos da casa.

Rony Veras foi preso próximo à cidade de Vargem Grande pela equipe da Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim, num trabalho integrado com a SPCI, Inteligências da Secretaria da Segurança, Polícia Civil e Polícia Militar.

O empresário Rony Veras já estava com a prisão preventiva decretada pela juíza plantonista de Presidente Dutra, Cynara Elisa Gama Freire, a pedido do delegado da Polícia Civil.

Postado em: 2 de maio de 2022 | Por: Ezequiel Neves

Maranhão de Reencontros: Cacuriá de Dona Teté, Boi de Morros e Mano Borges abrem prévias do São João 2022


Cacuriá de Dona Teté, Boi de Morros e Mano Borges, nomes consagrados da cultura e da música popular maranhense, foram as primeiras atrações do projeto “Maranhão de Reencontros”, iniciativa do Governo do Maranhão, intermediada pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma), que durante todos os domingos do mês de maio vai reunir programação diversificada no palco da Concha Acústica da Lagoa da Jansen, em São Luís. 

De acordo com o secretário de Cultura do Maranhão, Paulo Victor, a ideia é fazer uma prévia do São João 2022 e conclamar as famílias para a primeira grande celebração junina no Estado, após dois anos de severa crise sanitária decorrente da pandemia de Covid-19.    

“São dois anos de espera e a gente começa a incentivar e fazer uma prévia do nosso São João aqui na Concha da Lagoa. Todos os domingos nós teremos uma programação para a família”, informou o secretário.  

Neste domingo (1º), além dos ritmos tradicionais do folclore junino maranhense, o primeiro dia de programação do projeto contou com música eletrônica na abertura e nos intervalos entre os shows.

O cantor e compositor Mano Borges comemorou a oportunidade e acredita que o sucesso da primeiro dia de “Maranhão de Reencontros” é um indicador de que esse será o maior São João da história.

“O público foi um show à parte cantando tudo com a gente. E ainda tivemos a participação especial do nosso secretário de Cultura Paulo Victor na percussão. Sinal que teremos o maior São João do Brasil. Que cheguem logo nossos arraiais! Nos vemos em breve”, disse o músico em postagem nas redes sociais.  

Representando o governador Carlos Brandão, o secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, acompanhou de perto o primeiro dia de festa do “Maranhão de Reencontros”. 

“Depois de uma pandemia, de muito tempo em que não houve essa festividade no Maranhão, a população do Maranhão e de São Luís, especialmente, está sedenta por São João. O governador Brandão, atendendo apelo de brincantes e artistas, dobrou o período de festa e quer fazer o maior São João da história”, frisou o secretário Sebastião Madeira.      


Cultura e Renda


Uma estrutura foi especialmente preparada para receber o público na Concha Acústica da Lagoa da Jansen, incluindo uma praça de alimentação para a oferta de lanches variados.  

De acordo com o secretário de Cultura, Paulo Victor, o objetivo é estimular a cultura e fomentar a economia local. “Assim trabalhamos a cultura e a economia, provando que o evento São João não se trata somente de atrações juninas”, ressaltou.

Empreendedores do programa Mais Renda, estratégia da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), venderam seus produtos no primeiro dia de “Maranhão de Reencontros”.

Os beneficiários foram contemplados com equipamentos da área da alimentação. No cardápio, churros, crepes, hot dog e churrasco. A parceria entre Secma e Sedes visa estimular a movimentação econômica e a inserção dos beneficiários do Mais Renda no mercado.

O programa vem ajudando pessoas como o microempreendedor Bartolomeu Maranhão, que há longo tempo está sem emprego formal. Bartolomeu já vinha lucrando com o Mais Renda na porta da própria residência. Com o “Maranhão de Reencontros”, o vendedor de lanches pôde ampliar a clientela.  

“Eu estou desempregado há bastante tempo. O Mais Renda me deu uma renda bacana na porta de casa. É a segunda vez que estou saindo da porta de casa, lá eu já tenho uma clientela. Agora está chegando o São João e o negócio vai melhorar ainda mais”, afirmou o beneficiário.


Sobre o Mais Renda


O programa Mais Renda surgiu em 2015 como medida socioinclusiva instituída pelo Governo do Maranhão. A iniciativa inclui a doação de equipamentos nas áreas de alimentação, beleza, costura, estética e confeitaria. Além disso, é fornecido auxílio inicial de R$500,00 e encontros, visando a capacitação de trabalhadores autônomos em suas respectivas áreas. 

Até o momento, mais de 3.000 pessoas de 74 municípios maranhenses já foram beneficiadas com o Mais Renda.

Biografia - Dr° Raimundo Cutrim

 


Ex - Deputado Estadual com brilhante atuação Parlamentar e Secretário de Segurança que com muita competência comandou a Segurança Pública do Estado do Maranhão.

Raimundo Cutrim nasceu em 08 de outubro de 1953, filho de Raimundo Fidelis Cutrim e Maria de Nazaré Soares Cutrim. Ingressou na Universidade Federal do Maranhão em 1977, no curso de bacharelado em Direito, tendo concluído a graduação na Universidade Federal do Pará, em 1982. Foi nomeado para o cargo de agente de Polícia Federal, no ano de 1981.

Em 1986, após concurso público, exerceu o cargo de Delegado de Polícia Federal, com formação na Academia Nacional de Polícia em Brasília. Como servidor dos quadros da Policia Federal, exerceu relevantes serviços em vários estados da Federação, tendo presidido inquéritos policiais rumorosos e outras missões especiais, entre eles: Pará, Maranhão, Piauí, Roraima e Rondônia.

Em 1995, foi colocado à disposição da Procuradoria Geral de Justiça, na gestão do então procurador geral dr. Jamil de Miranda Gedeon Neto, onde permaneceu até ser nomeado secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública do Maranhão, em 1997, permanecendo no Cargo até janeiro de 2006. Reassumiu o cargo de secretário da Segurança Pública do Estado em 17 de abril de 2009, exercendo suas funções até 30 de março de 2010.

Experiência Política:

Elegeu-se deputado estadual pelo então PFL, hoje DEM, no ano de 2006, com 40.627 votos. Reeleito deputado estadual em 2010, com 73.186 votos, para o quadriênio 2011/2014. Sua atuação parlamentar é focada na Educação, Saúde e Segurança Publica!

Justiça expede mandado de prisão contra empresário que matou esposa em Dom Pedro; ele segue foragido

 

A juíza Cynara Elisa Gama Freire, titular da 2ª Vara da Comarca de Presidente Dutra, expediu, nesse domingo (1º), mandado de prisão contra o empresário Rony Veras Nogueira, de 41 anos, que matou a esposa, Ianca Amaral, de 26 anos, na cidade de Dom Pedro, a 321 km de São Luís.

O pedido feito pela Polícia Civil e atendido pela juíza, que estava de plantão durante o feriado. O empresário assassino continua foragido.

O crime ocorreu na noite de sábado (30), por volta de 22h, na residência do casal, localizada na Avenida Gonçalves Dias, no centro da cidade.

Após uma discussão, o empresário disparou dez tiros contra a esposa, que ainda tentou fugir, mas não conseguiu se esquivar dos disparos e morreu no local.

Após matar a esposa, Rony Veras se trancou em um dos quartos da residência. Devido à demora na chegada de reforço policial da cidade vizinha, o empresário terminou fugindo pelo quintal da casa.

Rony Veras e Ianca Amaral se casaram em 2021 e tinham uma filha ainda bebê. Ele é dono do Posto e Churrascaria Royal localizado às margens da BR-135 em Dom Pedro.

Três pessoas morrem e várias ficam feridas em grave acidente na BR-135

 

Na noite desse domingo (1°), três pessoas morreram e várias ficaram feridas após um grave acidente envolvendo um ônibus e um caminhão na BR-135, entre Presidente Dutra e São Domingos do Maranhão, região centro-leste do Maranhão.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 22h20, o ônibus trafegava de São João dos Patos para São Luís quando colidiu na traseira do caminhão basculante, que estava parado ocupando parcialmente a faixa do sentido decrescente da via.

A equipe da PRF de Peritoró registrou dois óbitos no local e várias pessoas com ferimentos leves e graves, que foram levadas para hospitais da região. Outra pessoa morreu no hospital.

O atendimento dos cerca de 40 passageiros que estavam no ônibus foi finalizado na manhã desta segunda-feira (2).

As vítimas foram identificadas como Ana Leda, na tural de Colinas, que residia atualmente na cidade de Marabá. Ela estava em Colinas e iria voltar para sua residência; Camila, que residia na cidade de Paraibano; e Maria da Guia, que ainda foi socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. Ela residia no bairro São Francisco, em São João dos Patos.

Postado em: 1 de maio de 2022 | Por: Ezequiel Neves

A DITADURA E A VERGONHOSA CUMPLICIDADE DAS IGREJAS

 


Por Hermes C. Fernandes 

O Ministério da Defesa publicou ontem uma ordem do dia assinada pelo general Braga Netto em referência à data de 31 de março, marcada pelo golpe de 1964, que deu início à ditadura militar no Brasil. O documento surpreendeu ao incluir as igrejas como protagonistas do golpe militar, juntamente com empresários, a imprensa, a OAB, a própria população e as Forças Armadas, que, de acordo com o general, “aliaram-se, reagiram e mobilizaram-se nas ruas, para restabelecer a ordem e para impedir que um regime totalitário fosse implantado no Brasil, por grupos que propagavam promessas falaciosas, que, depois, fracassou em várias partes do mundo. Tudo isso pode ser comprovado pelos registros dos principais veículos de comunicação do período.”

O ministro ainda pede que a população reconheça o papel desempenhado por civis e militares que “os deixaram um legado de paz, de liberdade e de democracia, valores estes inegociáveis, cuja preservação demanda de todos os brasileiros o eterno compromisso com a lei, com a estabilidade institucional e com a vontade popular.”

Desconheço qualquer outro país latino-americano que tenha sofrido golpe semelhante, cujos militares insistam que se comemore o inglório evento. Pelo contrário, trata-se o fato como vexatório, digno de repulsa. A razão disso repousa no fato de que no Brasil os militares envolvidos foram anistiados, enquanto nos demais país, foram julgados e sentenciados. O processo de redemocratização, ocorrido 21 anos depois do golpe, foi encarado como um favor que os militares prestavam ao país, de modo que puderam impor seus próprios termos, que incluíam ampla anistia que beneficiasse tanto os perseguidos políticos, quanto os próprios militares. Se por um lado, a anistia possibilitou o retorno dos exilados, também isentou torturadores e demais agentes da ditadura. Portanto, crimes praticados na ditadura, incluindo prisões ilegais, tortura, assassinato, desaparecimento forçado de pessoas, ocultação de cadáveres, violações aos direitos humanos, foram todos perdoados pela Lei da Anistia. Em razão disso, a Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil por se negar a investigar e condenar os culpados pelos crimes cometidos durante a Ditadura. 

O Brasil mergulhou num período de 21 anos obscuros de autoritarismo, repressão e supressão de direitos, que começou com a deposição de João Goulart, um presidente democraticamente eleito, e terminou com uma vergonha anistia de mão-dupla. 

Como igrejas puderam contribuir com algo tão nefasto? Simples. Os crentes embarcaram numa narrativa construída em torno de uma suposta necessidade de se defender a segurança nacional contra a “ameaça comunista”.

Um dos eventos que impulsionaram o golpe militar de 1964 foi a chamada “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, visto ter oferecido um argumento a favor dos militares e dos grupos políticos e econômicos conservadores para a deposição do governo e a instalação do novo regime. Segundo os organizadores da marcha, João Goulart seria o representante dos interesses do comunismo a ser implantado no Brasil.

A argumentação religiosa exposta na Marcha em “defesa da família e dos valores cristãos” contra a suposta ameaça comunista do presidente, foi uma resposta ágil e direta ao comício feito por João Goulart no centro do Rio de Janeiro, em 13 de Março de 1964, no qual apresentou seu plano econômico em que indicava a necessidade da reforma agrária e a intenção de estatizar as empresas de petróleo particulares, dentre outras medidas de cunho popular.

Em apoio à intervenção militar, o pastor batista Enéas Tognini convocou o povo evangélico para um dia de jejum e oração para evitar que o Brasil se tornasse um país comunista. Sem qualquer arrependimento posterior, o pastor teria dito que os militares salvaram o Brasil do comunismo. 

Mesmo que os atores não sejam os mesmos, o roteiro se repete em um cenário que parece reproduzir ao que precedeu o golpe de 1964. Não há o que ser comemorado. Mas, certamente, há razão de sobra para lamentar, sobretudo, o fato de não termos aprendido com a nossa própria história, de modo, a repetirmos os mesmos erros de gerações que nos antecederam. 

Pastores vêm às redes sociais para insultar ministros do STF, como se quisessem ser presos para alegarem perseguição religiosa. Em vídeo postado esta semana, Silas Malafaia se refere ao ministro Alexandre de Moraes como “desgraçado”. Caso o ministro caia na pilha e resolva agir com ele como fez com Daniel Silveira, a narrativa falaciosa dos pastores apoiadores do governo terá alcançado seu apogeu. Até vigília foi convocada por líderes evangélicos em favor do deputado responsável por ameaçar membros do STF. Irônico foi vê-lo refugiar-se no Congresso para não ter que cumprir a ordem judicial de colocar a tornozeleira eletrônica. O mesmo Congresso que seria fechado se suas reivindicações fossem atendidas, com um novo golpe militar e a reedição do AI-5. O deputado machão que se elegeu com discurso de ódio, quebrando uma placa em homenagem a Marielle Franco, agora se acovarda diante da iminência de ter sua liberdade restringida. 

Deixo aqui uma admoestação aos líderes que mais uma vez tomam o lado errado da história:

“Até quando defendereis os injustos e tomareis partido ao lado dos ímpios? Defendei a causa do fraco e do órfão, protegei os direitos do pobre e do oprimido. Livrai o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.” Salmos 82:2-4

Nada contra os militares. Tudo a favor da liberdade. E para que isso seja garantido, que os militares se limitem às suas atribuições e não queiram decidir o destino do nosso povo. Portanto, que voltem para os quartéis, de onde jamais deveriam sair a não ser para defender o seu país contra ameaças reais externas. Que os pastores e sacerdotes retomem suas atividades religiosas e deixem o cenário político. Estado e religião são água e óleo. Voltem para suas congregações e paróquias, e parem de envergonhar o nome de Jesus.

Jotta A se assume mulher trans e sofre preconceito de evangélicos

 


Por Hermes C. Fernandes 


É duro ter que admitir que a igreja evangélica não está preparada para acolher pessoas trans. Algumas até recebem tais indivíduos, desde que abram mão de sua orientação sexual ou identidade de gênero. Outras mais progressistas chegam a acolhê-los em sua condição, mas jamais admitiriam que alguém que já estivesse na igreja resolvesse assumir sua transexualidade. Este é o caso de Jotta A. Em sua pré-adolescência foi aclamada e considerada um fenômeno dada sua extensão vocal invejável. Ganhou prêmios. Foi contratada por gravadoras do segmento gospel (o primeiro a contrata-la foi a Central Gospel do Silas Malafaia). Mas tão logo se assumiu bissexual, foi execrado. Como alguém nascido e criado na igreja poderia ser bi, gay ou transgênero? Como ficariam as teorias de que a homossexualidade provém de famílias desestruturadas ou de abusos sofridos na infância? Como explicar que alguém criado na igreja estaria possuído pelo demônio? 

Ao que tudo indica, nada é mais difícil para a igreja do que admitir que a graça e a sabedoria de Deus são multiformes!  “Quão variadas são as tuas obras, Senhor!”, foi o que exclamou o salmista. 

Sim, as igrejas estão cheias de homossexuais condenados a viverem inautenticamente por medo do inferno, não só o eterno, mas principalmente o vivido aqui e agora pelos que se submetem ao julgamento dos que se acham o suprassumo da moralidade. 

Para que o ambiente eclesiástico fosse seguro e amigável aos LGBTQIA+, teria que ser permeado de graça e amor, “pois onde está o Espírito do Senhor , aí há liberdade”. Não se trata de liberdade para cultuar como bem entender, mas liberdade para ser o que se é, fiado na graça escandalosa de Deus.

Solidarizo-me com Jotta A e com todos e todas que assumem sua sexualidade, sabendo-se amados e amadas por Deus exatamente como são. Desejo sucesso ainda mais retumbante fora do perímetro religioso. Que onde estiver, ela reflita a luz de quem a criou e a conhece por dentro e por fora.

PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR

Se uma mulher trans operada se convertesse ao evangelho, ela teria que retomar sua identidade masculina ou poderia seguir sendo mulher? 

E se um homem trans, também operado (remoção dos seios) se converter ao Evangelho, terá que voltar a ser mulher? 

Será que a igreja os aceitaria se decidissem manter a identidade atual? 

Afinal, o que importa é a alma ou o gênero? A propósito, alma tem gênero? 

Se mal estamos preparados para lidar com a homossexualidade, quanto mais com a transexualidade.