Postado em: 30 de outubro de 2026 | Por: Ezequiel Neves

REURB-S EM RAPOSA: MORADORES PRECISAM CONHECER SEUS DIREITOS E ENTENDER O QUE ESTÁ POR TRÁS DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA





Regularização fundiária de interesse social deve garantir segurança jurídica às famílias de baixa renda. Mas a população precisa acompanhar o processo, conhecer os critérios e cobrar transparência da administração municipal.

A regularização fundiária urbana de interesse social, conhecida como REURB-S, é um instrumento previsto na Lei Federal nº 13.465/2017, criado para possibilitar a regularização de núcleos urbanos informais ocupados predominantemente por famílias de baixa renda.

Em Raposa, no Maranhão, o assunto merece atenção especial. Muitos moradores vivem há anos em seus terrenos, construíram suas casas, formaram suas famílias e ainda enfrentam dificuldades para obter a documentação definitiva de seus imóveis.

Por isso, é fundamental que a população compreenda o verdadeiro significado da REURB-S e, principalmente, saiba quais são seus direitos e quais responsabilidades cabem ao poder público.

O QUE A LEI REALMENTE GARANTE?

A REURB-S não é simplesmente uma ação da Prefeitura para cadastrar terrenos ou entregar documentos aos moradores.

Trata-se de um procedimento administrativo e jurídico que envolve levantamento das áreas, identificação dos ocupantes, análise da situação dos terrenos, elaboração de projetos e encaminhamento da documentação ao Cartório de Registro de Imóveis.

Entre os principais objetivos estão:

  • Garantir segurança jurídica às famílias beneficiadas;
  • Possibilitar a emissão de títulos de propriedade, quando cabível;
  • Promover a inclusão social e o direito à moradia;
  • Regularizar áreas urbanas ocupadas informalmente;
  • Garantir a participação dos moradores durante o procedimento.

A legislação também prevê condições especiais para a REURB-S, incluindo gratuidade de emolumentos registrais para os beneficiários que se enquadrem nos requisitos legais.

MAS EXISTE UM PONTO QUE PRECISA SER OBSERVADO EM RAPOSA

A população precisa entender que nem toda área ocupada pode ser regularizada automaticamente.

É necessário verificar quem é o verdadeiro proprietário do terreno, se a área pertence ao município, ao Estado, à União ou a particulares, se existem disputas judiciais e se há restrições ambientais ou urbanísticas.

Raposa possui situações fundiárias que demonstram a importância dessa análise.

Um exemplo é a comunidade Terra Prometida, onde mais de 40 famílias estão envolvidas em um conflito fundiário acompanhado pela Defensoria Pública do Maranhão.

Outro caso que merece atenção envolve a Praia de Mangue Seco, objeto de uma ação civil pública do Ministério Público Federal relacionada à ocupação irregular e à proteção ambiental.

Essas situações demonstram que a questão fundiária no município exige responsabilidade, planejamento e respeito à legislação.

Isso não significa que essas áreas estejam automaticamente impedidas de participar de qualquer procedimento de regularização. Cada situação precisa ser analisada tecnicamente e juridicamente.

A POPULAÇÃO PRECISA SABER: QUAL É A FINALIDADE DESSE PROJETO?

Outro aspecto importante é a transparência da administração municipal.

A REURB-S possui finalidade social estabelecida em lei. Portanto, não pode ser tratada apenas como instrumento de promoção política ou de interesse particular.

A população tem o direito de saber:

  • Quais bairros e comunidades serão contemplados?
  • Quais famílias poderão participar?
  • Quais critérios serão utilizados para selecionar os beneficiários?
  • Existem levantamentos técnicos das áreas?
  • Há terrenos públicos ou particulares envolvidos?
  • Existem áreas com restrições ambientais ou disputas judiciais?
  • Quem ficará responsável pelos custos do procedimento?
  • Os moradores terão acesso aos documentos e às informações do projeto?

São perguntas importantes que precisam de respostas claras.

INVESTIGAÇÕES E QUESTIONAMENTOS EXIGEM AINDA MAIS TRANSPARÊNCIA

A administração municipal já foi alvo de investigações e questionamentos de órgãos de controle, conforme registros divulgados sobre procedimentos do Ministério Público.

É importante esclarecer que investigações não representam condenação nem comprovam irregularidades em um eventual programa de regularização fundiária.

Entretanto, quando se trata de um projeto que envolve terrenos, patrimônio, direitos de famílias e possíveis interesses imobiliários, a transparência deve ser uma prioridade absoluta.

A população precisa ter acesso às informações e acompanhar cada etapa do processo.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NÃO PODE SER CONFUNDIDA COM INTERESSE POLÍTICO

A REURB-S deve beneficiar quem realmente se enquadra nos critérios legais.

A legislação estabelece que o município deve classificar as modalidades de regularização, analisar e aprovar os projetos e emitir a Certidão de Regularização Fundiária (CRF).

Além disso, a participação dos interessados precisa ser respeitada.

O objetivo não pode ser apenas apresentar números, divulgar cadastros ou anunciar futuras entregas de títulos. É necessário garantir que o procedimento tenha fundamento legal e produza resultados concretos para as famílias.

O ALERTA AOS MORADORES DE RAPOSA

Quem possui um terreno ou uma casa sem documentação definitiva precisa buscar informações, conhecer seus direitos e acompanhar qualquer iniciativa de regularização fundiária.

Também é importante não entregar documentos pessoais, assinar declarações ou assumir compromissos sem saber exatamente a finalidade do procedimento e quem está conduzindo o cadastro.

Em caso de dúvidas ou conflitos sobre a propriedade, os moradores podem procurar orientação da Defensoria Pública.

RAPOSA PRECISA DE RESPOSTAS, NÃO APENAS DE ANÚNCIOS

A regularização fundiária pode representar uma conquista histórica para muitas famílias de Raposa.

Mas uma pergunta precisa permanecer no centro desse debate: quem realmente será beneficiado e quais garantias serão oferecidas aos moradores?

O direito à moradia, à propriedade e à segurança jurídica não pode ser utilizado como instrumento de interesses eleitorais ou particulares.

A população merece transparência, respeito e informações completas.

Porque, quando o assunto envolve o patrimônio das famílias, todo cuidado é necessário.


POVO CLAMA POR ÁGUA! Moradores cobram abastecimento e questionam prioridades da Prefeitura de Raposa





A falta de água preocupa moradores, que cobram providências do prefeito Eudes Barros enquanto a realização de festas no município gera questionamentos sobre as prioridades da gestão.

A população quer respostas: cadê a água, prefeito Eudes Barros?

A falta de abastecimento de água é uma preocupação que afeta diretamente a rotina das famílias, comprometendo atividades básicas como cozinhar, tomar banho, lavar roupas e manter a higiene das residências.

Diante dessa situação, moradores cobram providências da Prefeitura de Raposa, no Maranhão, e querem saber quais medidas estão sendo adotadas para garantir o fornecimento regular de água à população.

Falta de água e cobrança por providências

O acesso à água potável é essencial para a saúde, a dignidade e a qualidade de vida. Por isso, a população espera que os responsáveis pelo abastecimento apresentem respostas concretas e soluções para eventuais problemas no fornecimento.

A situação também levanta questionamentos sobre as prioridades da administração municipal, especialmente diante da realização de eventos festivos na cidade.

Enquanto a população cobra água nas torneiras, surge uma pergunta que merece resposta: quais medidas estão sendo tomadas para resolver os problemas de abastecimento enfrentados pelos moradores?

A realização de festas faz parte do calendário de atividades de muitos municípios, mas a população também espera que serviços essenciais recebam a devida atenção do poder público.

O que diz a lei sobre o acesso à água?

O acesso à água potável está diretamente relacionado aos direitos à saúde e à dignidade humana. A Constituição Federal estabelece, em seu artigo 196, que a saúde é direito de todos e dever do Estado.

Além disso, a Lei Federal nº 11.445/2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, prevê a universalização do acesso aos serviços de saneamento, incluindo o abastecimento de água potável.

A responsabilidade pela prestação e organização desses serviços depende do modelo adotado no município e dos contratos ou instrumentos de gestão existentes. Por isso, é importante identificar o responsável direto pelo abastecimento e cobrar providências das autoridades competentes.

A população quer respostas

A cobrança dos moradores é legítima: quem enfrenta dificuldades para conseguir água precisa de informações claras sobre as causas do problema, as medidas emergenciais e o prazo previsto para a normalização do serviço.

O Blog do Ezequiel Neves destaca a importância de que a Prefeitura de Raposa e os responsáveis pelo abastecimento esclareçam a situação e informem quais providências estão sendo adotadas.

Afinal, antes de qualquer comemoração, a população precisa ter garantido o acesso aos serviços essenciais. Água é necessidade básica, não luxo!

O espaço permanece aberto para que a Prefeitura de Raposa e os responsáveis pelo abastecimento apresentem esclarecimentos sobre as reclamações e as medidas previstas para solucionar o problema.


Postado em: 27 de outubro de 2026 | Por: Ezequiel Neves

Justiça Federal condena prefeito de Centro Novo do Maranhão por danos ambientais ligados a garimpo de ouro




A Justiça Federal condenou o prefeito de Centro Novo do Maranhão, Joedson Almeida dos Santos, conhecido como Junior Garimpeiro, e outros réus por danos ambientais relacionados ao processamento irregular de ouro em uma área pública federal destinada à reforma agrária. A decisão também responsabiliza o estado do Maranhão, um empresário e uma empresa envolvidos no empreendimento.

A sentença determina a interrupção das atividades minerárias irregulares, a desocupação da área e a recuperação do terreno degradado. Os condenados também deverão pagar indenizações por danos ambientais e morais coletivos, cujos valores serão definidos posteriormente. Ainda cabe recurso contra a decisão.

A condenação atende a pedidos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF), que ajuizou uma ação civil pública em 2021 para responsabilizar os envolvidos pela exploração mineral sem autorização dos órgãos competentes.

Garimpo funcionava em área destinada à reforma agrária

As irregularidades foram identificadas durante fiscalizações realizadas em 2019 pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Os órgãos encontraram estruturas e equipamentos utilizados na atividade minerária no povoado Cipoeiro, na Fazenda Amor, dentro do Projeto de Assentamento Quadra Água Azul, área pública federal administrada pelo Incra e destinada à reforma agrária.

Segundo o MPF, a empresa J & A dos Santos Mineração Ltda., atualmente denominada A G da Silva Mineração Eireli, possuía licença ambiental concedida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), mas não dispunha de título válido da União que autorizasse a exploração mineral.

O Ministério Público também apontou o uso de informações fraudulentas no processo de licenciamento ambiental.

De acordo com a sentença, o prefeito participou diretamente da implantação e da condução das atividades. Ele teria firmado um contrato particular de arrendamento da área com uma beneficiária do assentamento rural, além de assinar o requerimento de licenciamento ambiental e a documentação técnica apresentada à Sema.

Relatórios do Incra também registraram tensões e riscos de conflitos fundiários relacionados à presença do garimpo, com possíveis impactos sobre a segurança e as atividades dos beneficiários da reforma agrária.

Licenciamento ambiental foi questionado pelo MPF

Um dos pontos centrais do processo foi o licenciamento ambiental concedido ao empreendimento.

O Parecer Técnico nº 971/2015, elaborado pela Sema, enquadrou a atividade como gestão de resíduos sólidos em uma área anteriormente minerada por terceiros. Entretanto, segundo as informações apresentadas no processo, a operação envolvia o aproveitamento de rejeitos minerais com ouro por meio de lixiviação em pilhas, utilizando cianeto de sódio, uma substância tóxica.

Apesar dessas características, a secretaria concedeu a Licença de Operação nº 1039923/2016.

Para o MPF, o enquadramento inadequado da atividade e a ausência de exigências essenciais à avaliação de sua viabilidade ambiental comprometeram a validade do licenciamento.

O órgão também sustentou que a licença contribuiu para conferir aparência de regularidade ao empreendimento, embora não houvesse título minerário válido e existissem falhas no procedimento administrativo.

Um laudo elaborado por peritos do Ministério Público Federal confirmou a utilização de beneficiamento químico de minério aurífero com cianeto.

O documento também apontou que a atividade ocorria em uma área pertencente à União e destinada à reforma agrária, cuja finalidade não poderia ser alterada para permitir a exploração mineral irregular.

Justiça determina paralisação e recuperação da área degradada

Durante a tramitação do processo, a Justiça Federal concedeu uma decisão liminar solicitada pelo MPF para impedir que o estado do Maranhão, por meio da Sema, desse continuidade a procedimentos de licenciamento ambiental relacionados ao empreendimento, concedesse novas licenças ou renovasse a licença de operação.

Na sentença, o juiz confirmou essa determinação e responsabilizou o estado pelas irregularidades identificadas no licenciamento ambiental.

O prefeito, a empresa e o empresário foram condenados a interromper as atividades minerárias irregulares e desocupar a área pública federal.

Em caso de descumprimento da ordem de paralisação, foi estabelecida multa diária de R$ 50 mil.

Os responsáveis e o estado também deverão promover a recuperação ambiental da área degradada, mediante apresentação de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) aos órgãos federais competentes. O prazo estabelecido é de 90 dias, contados do trânsito em julgado, quando a decisão se tornar definitiva.

A sentença prevê ainda o pagamento de indenizações por danos ambientais e morais coletivos. Os valores serão apurados na fase de liquidação da sentença, e os recursos serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Conforme a decisão, as obrigações deverão ser cobradas prioritariamente dos particulares considerados diretamente responsáveis pelos danos. A responsabilidade do estado será subsidiária, ou seja, poderá ser acionada caso os primeiros não consigam cumprir as determinações.

Operação Curimã investigou garimpo ilegal na região

O garimpo do povoado Cipoeiro também foi alvo de investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Curimã, deflagrada para combater a exploração ilegal de ouro, o desmatamento e outros crimes ambientais em Centro Novo do Maranhão.

A primeira fase da operação ocorreu em 15 de setembro de 2021. Na ocasião, a Polícia Federal investigou uma organização criminosa que, segundo as apurações, atuava havia pelo menos três anos em garimpos ilegais.

As investigações apontaram desmatamento de mais de 60 mil hectares e poluição do Rio Maracaçumé por mercúrio e cianeto.

Na operação, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva nos estados do Maranhão e do Pará. Entre os alvos estava o prefeito Junior Garimpeiro, que, conforme as informações divulgadas sobre a investigação, foi preso em 28 de setembro de 2021, após permanecer foragido.

Durante as diligências, foram apreendidos aproximadamente dois quilos de ouro, além de armas, munições, coletes e veículos.

Decisão ainda pode ser contestada

A condenação estabelece medidas para interromper a atividade minerária irregular, recuperar a área pública degradada e responsabilizar os envolvidos pelos danos ambientais identificados no processo.

No entanto, a decisão ainda está sujeita a recurso, e as obrigações previstas para a fase definitiva deverão observar os prazos e as condições estabelecidos pela Justiça Federal.


Fonte das informações: Ministério Público Federal (MPF), conforme os dados fornecidos para esta reportagem.


Postado em: 25 de outubro de 2026 | Por: Ezequiel Neves

Cristiano Zanin prorroga horário de votação das eleições de 2026 até as 19h em todo o Brasil





O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (25 de outubro) a prorrogação do horário de votação do segundo turno das eleições de 2026 em todo o Brasil. Com a decisão, as seções eleitorais, inicialmente previstas para encerrar os trabalhos às 17h, passaram a receber votos até as 19h, no horário de Brasília.

A medida foi tomada em caráter de urgência após relatos de dificuldades no transporte público que poderiam prejudicar o deslocamento de eleitores até os locais de votação. A determinação foi direcionada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável por adotar as providências necessárias para o cumprimento da decisão.

Problemas no transporte público motivaram pedido

A decisão ocorreu após uma reclamação apresentada pela coligação ligada à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido apontou problemas na oferta de transporte coletivo em municípios da Bahia, especialmente Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

Segundo os argumentos apresentados à Justiça, a redução da frota de ônibus poderia dificultar o acesso dos eleitores às seções eleitorais e comprometer o exercício do direito ao voto.

A ampliação do horário foi determinada para todo o território nacional, embora a reclamação judicial tenha sido motivada por problemas relatados inicialmente em municípios baianos.

Campanha de Flávio Bolsonaro também pediu ampliação

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) também solicitou a extensão do horário de votação em localidades afetadas por condições climáticas adversas.

O pedido apontou dificuldades provocadas por chuvas intensas, alagamentos e bloqueios de vias em diferentes regiões. Dessa forma, solicitações relacionadas a problemas de deslocamento foram apresentadas por campanhas que disputam a Presidência da República.

Decisão altera o horário de encerramento da votação

Com a determinação de Cristiano Zanin, o encerramento do recebimento dos votos foi prorrogado das 17h para as 19h, conforme o horário de Brasília.

A decisão também exigiu ajustes nos procedimentos da Justiça Eleitoral relacionados ao encerramento da votação e à divulgação dos resultados. O TSE ficou responsável por dar cumprimento à determinação judicial.

A medida teve como objetivo permitir que os eleitores afetados pelas dificuldades de deslocamento tivessem mais tempo para chegar aos locais de votação e exercer seu direito de escolha nas urnas.

Fonte: informações divulgadas pela imprensa nacional sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal.

Homem de 36 anos é assassinado no bairro da Pirâmide, em Raposa




Luís Paulo Braga da Silva, conhecido como Paulinho, ganhou notoriedade após acidente na MA-203 que resultou na morte de uma mulher de 60 anos.

Luís Paulo Braga da Silva, de 36 anos, conhecido como “Paulinho”, foi assassinado neste domingo (25), no bairro da Pirâmide, no município de Raposa, na Região Metropolitana de São Luís.

Paulinho ficou conhecido após um acidente ocorrido no dia 7 de julho, na rodovia MA-203, em Raposa. Na ocasião, um carro desgovernado atingiu Anayldes Gouveia Ribeiro, de 60 anos, que morreu em decorrência do ocorrido.

Na semana seguinte ao acidente, Paulinho concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Domingos Costa, na qual falou sobre o episódio. O caso teve repercussão no município.

Até o momento, não há informações confirmadas sobre as circunstâncias do assassinato, a autoria ou a motivação do crime. O caso deverá ser investigado pelas autoridades policiais.

Blog do Ezequiel Neves manifesta solidariedade à família

O Blog do Ezequiel Neves manifesta sua solidariedade aos familiares e amigos de Luís Paulo Braga da Silva, o Paulinho, neste momento de dor e tristeza.

Desejamos força e conforto a todos os familiares e amigos que enfrentam essa perda, com respeito e consideração neste momento difícil.

Postado em: 23 de outubro de 2026 | Por: Ezequiel Neves

João Marcos é reeleito presidente da Câmara de Raposa para o biênio 2027/2028


O vereador João Marcos Barros Costa foi reeleito presidente da Câmara Municipal de Raposa, na Região Metropolitana de São Luís, nesta sexta-feira (23 de outubro). Ele continuará à frente do Legislativo municipal durante o biênio 2027/2028. A eleição da Mesa Diretora foi realizada em sessão, conforme edital publicado no Diário Oficial.

A chapa “União Pra Vencer”, encabeçada por João Marcos, obteve 11 votos e venceu a disputa. O vereador Magno da Colônia, que concorreu individualmente, recebeu apenas o próprio voto. Com isso, a votação terminou com 11 votos favoráveis à chapa vencedora e um voto contrário.

Confira a composição da Mesa Diretora para 2027/2028

Além de João Marcos na presidência, a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Raposa será composta pelos seguintes vereadores:

  • Presidente: João Marcos Barros Costa;
  • Vice-presidente: Rosilene Pereira Teixeira;
  • 1º secretário: Leomar Veríssimo Silva;
  • 2º secretário: Daniel Fernandes Sousa Júnior;
  • 3º secretário: Lucas Carneiro Oliveira.

Os integrantes serão responsáveis pela condução administrativa e pelos trabalhos legislativos da Casa durante o próximo biênio.

Reeleição garante continuidade na presidência

A reeleição de João Marcos conta com o apoio do prefeito de Raposa, Eudes Barros, e assegura a continuidade de sua gestão à frente do Legislativo municipal a partir de janeiro de 2027.

Após a votação, o presidente reeleito agradeceu aos colegas parlamentares pela confiança e destacou a importância do diálogo e da união entre os vereadores para a condução dos trabalhos da Câmara.

“Quero agradecer, primeiramente, a Deus e, em seguida, aos meus colegas vereadores pela confiança e pela votação que me garantiu a reeleição à presidência desta Casa Legislativa. Tivemos um resultado muito positivo, que aumenta nossa responsabilidade de continuar trabalhando com compromisso, diálogo e união em favor do povo de Raposa”, declarou João Marcos.

Posse será em janeiro de 2027

A posse da nova Mesa Diretora está prevista para 1º de janeiro de 2027, quando os integrantes iniciarão oficialmente o mandato referente ao biênio 2027/2028.

Com a definição da presidência e dos demais cargos, a Câmara Municipal de Raposa já tem sua composição diretiva estabelecida para o próximo período legislativo.





Postado em: 22 de outubro de 2026 | Por: Ezequiel Neves

Eleição da Mesa Diretora da Câmara de Raposa acontece nesta sexta-feira (23)






Disputa está prevista na pauta da 24ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal; edital nº 001/2026 será apreciado pelos vereadores.

A Câmara Municipal de Raposa realiza nesta sexta-feira (23) a 24ª Sessão Ordinária da II Sessão Legislativa da VIII Legislatura, com previsão de eleição da Mesa Diretora entre os assuntos da Ordem do Dia. A sessão está marcada para as 9h30, conforme pauta publicada no Diário Oficial Eletrônico do Legislativo Municipal.

De acordo com o documento oficial, a eleição está incluída na programação sob a identificação Edital nº 001/2026. O procedimento deve mobilizar os vereadores em torno da composição da direção da Casa Legislativa.

Eleição está prevista na Ordem do Dia

A pauta da sessão estabelece a eleição da Mesa Diretora como um dos itens previstos para apreciação. O documento foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do Legislativo Municipal de Raposa, edição nº 563/2026, volume 6, de quinta-feira (22).

Além da eleição, a programação prevê a leitura e deliberação da ata da 23ª Sessão Ordinária, realizada em 16 de outubro de 2026.

O documento também informa que não há matérias previstas para apreciação em primeira, segunda ou única discussão e votação.

Definição da direção do Legislativo

A Mesa Diretora exerce funções administrativas e de condução dos trabalhos legislativos, conforme as regras aplicáveis à Câmara Municipal.

A eleição é um momento importante para a organização interna do Poder Legislativo, uma vez que a composição da Mesa influencia a condução das sessões e o funcionamento institucional da Casa.

Sessão será realizada às 9h30

Segundo a pauta oficial, a sessão está marcada para as 9h30 desta sexta-feira (23), na Câmara Municipal de Raposa, localizada na Avenida do Pescador, MA-203, nº 309, no bairro Vila Bom Viver.

O resultado da eleição e a composição definida para a Mesa Diretora deverão ser acompanhados após a realização da sessão.

O Blog do Ezequiel Neves seguirá acompanhando os desdobramentos da eleição na Câmara Municipal de Raposa.