Postado em: 20 de março de 2026 | Por: Ezequiel Neves

Crise na U.E.B. Monsenhor Frederico Chaves: Pais exigem providências

 


​A educação de nossos filhos deveria ser prioridade, mas na U.E.B. Monsenhor Frederico Chaves, localizada no bairro São Francisco, o cenário é de abandono. Nós, pais e responsáveis, decidimos romper o silêncio e manifestar nossa profunda indignação com a atual gestão e a precariedade da instituição.

​O que deveria ser um ambiente de segurança e aprendizado tornou-se um espaço de desorganização e riscos constantes.

​ O que está acontecendo na escola?

​A situação chegou a um ponto insustentável. Entre os principais problemas relatados pela comunidade escolar, destacam-se:

  • Insegurança e Violência: Alunos sofrendo agressões físicas e furtos de materiais sem qualquer providência da direção.
  • Gestão Ineficiente: Falta de professores em sala por impedimento de ajuste de horários pelo diretor, que se mantém ausente e sem diálogo com as famílias.
  • Descontrole Pedagógico: Biblioteca fechada, falta de material didático básico (como pincéis) e alunos entrando em turmas alheias, gerando caos.
  • Negligência com a Saúde: Uso inadequado do ar-condicionado (temperaturas extremas que prejudicam a imunidade das crianças) sem autonomia dos professores para regular.
  • Falta de Inclusão: Alunos autistas e com necessidades especiais estão sem o suporte de estagiários e sem acompanhamento pedagógico adequado.

​Nossa Indignação

​Não estamos lidando com casos isolados, mas com uma falha sistêmica de gestão. É inadmissível que uma escola pública em São Luís funcione sob completo descontrole, expondo crianças a riscos físicos e pedagógicos. O diretor, que deveria ser o exemplo de liderança e presença, é reconhecido pela sua omissão.

​"Nossos filhos estão expostos a riscos, sem segurança e sem o mínimo de estrutura para estudar. Isso é inaceitável." — Trecho do Manifesto dos Pais.


​Exigimos Providências Urgentes

​Nossa voz não será ignorada. Exigimos que a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e as autoridades competentes tomem as seguintes medidas:

  1. Fiscalização imediata da unidade de ensino.
  2. Afastamento ou reavaliação da gestão atual por uma direção atuante.
  3. Segurança efetiva e cumprimento integral dos horários escolares.
  4. Suporte especializado para alunos com deficiência (estagiários e mediadores).
  5. Manutenção básica e transparência na comunicação com os pais.

​Próximos Passos

​Caso não haja uma resposta imediata e soluções concretas, a comunidade escolar irá formalizar denúncias junto ao Conselho Municipal de Educação, ao Ministério Público e às instâncias de defesa dos direitos da criança e do adolescente.

Educação é um direito, não um favor. Respeitem nossos filhos!

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