Postado em: 12 de fevereiro de 2026 | Por: Ezequiel Neves

Correios Iniciam Leilão de Imóveis: Oportunidades Partem de R$ 19 mil

 Por Ezequiel Neves 


Nesta quinta-feira (12/2), os Correios dão o primeiro passo em seu novo plano de reestruturação financeira com a abertura do leilão público de imóveis próprios. Ao todo, são 21 ativos ociosos distribuídos por 11 estados brasileiros, oferecendo desde pequenos apartamentos até grandes complexos operacionais.

​Detalhes do Leilão e Preços

​O certame chama a atenção pela diversidade de valores e tipologias. Os lances iniciais estão fixados entre R$ 19 mil e R$ 11 milhões.

​Um diferencial importante desta rodada é a modalidade de lances sucessivos. Isso significa que, se um imóvel não receber ofertas pelo valor de avaliação inicial, o preço pode ser reduzido imediatamente durante o próprio pregão, aumentando as chances de arremate por valores mais competitivos.

​O que está à venda?

​A lista de propriedades inclui uma variedade de perfis imobiliários:

  • ​Terrenos e galpões logísticos;
  • ​Prédios administrativos e antigos complexos operacionais;
  • ​Lojas comerciais;
  • ​Apartamentos funcionais.
  • Atenção ao Edital: O governo federal faz um alerta importante para investidores. Alguns imóveis ou terrenos podem estar ocupados por terceiros. Nesses casos, a responsabilidade e os custos da desocupação ficam inteiramente por conta do comprador.


    ​Destino dos Recursos e Próximos Passos

    ​A expectativa da diretoria da estatal é que a venda desses ativos — somada a um novo leilão já marcado para o dia 26 de fevereiro — arrecade até R$ 1,5 bilhão.

    ​Diferente do que muitos usuários podem temer, os Correios garantem que a venda não afeta a qualidade das entregas. O objetivo é puramente estratégico:

    1. Redução de custos: Eliminar despesas de manutenção de prédios vazios.
    2. Modernização: Reverter o lucro para infraestrutura e operações logísticas.
    3. Sustentabilidade: Garantir a saúde financeira da empresa a longo prazo.

    ​Além dos imóveis, a estatal já planeja a venda de outros bens ociosos (como frotas e equipamentos) ainda no primeiro semestre de 2026.

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