Postado em: 6 de julho de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Óleo de coco: novo estudo comprova por que o alimento se tornou um vilão na dieta

 

Óleo de coco – Foto: Unsplash

Suplementar a alimentação com óleo de coco pode provocar alterações no consumo alimentar, maior ganho de peso, comportamento ansioso e aumento de marcadores inflamatórios no sistema nervoso central, tecido adiposo e fígado. Este é o resultado de um estudo feito em camundongos, conduzido por pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp) e publicado na revista científica Journal of Functional Foods.

Os pesquisadores também observaram que suplementação com óleo de coco prejudicou a capacidade da leptina e da insulina — dois hormônios centrais para o metabolismo — de ativar mecanismos celulares responsáveis, por exemplo, pela saciedade e controle da glicemia. Além disso, os mecanismos bioquímicos envolvidos com a síntese de gordura estavam estimulados.

“Os dados sugerem que, embora o processo seja lento e silencioso, a suplementação com óleo de coco por longos períodos pode levar a alterações importantes no metabolismo que contribuem para o desenvolvimento de obesidade e comorbidades associadas”, afirma Marcio Alberto Torsoni, do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (LabDiMe) da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FCA-Unicamp), em entrevista à Agência Fapesp.

Cerca de 90% dos lipídeos presentes no óleo de coco são do tipo ácido graxo saturado (AGS), popularmente conhecido como “gordura saturada”. Esses ácidos graxos são capazes de ativar processos inflamatórios, por meio de receptores conhecidos como Toll like receptor-4 (TLR-4), que podem levar ao desenvolvimento de doenças.

Embora parte importante desses lipídeos presentes no óleo de coco seja de ácidos graxos pequenos, chamados de ácidos graxos de cadeia curta, a gordura saturada presente no produto tem potencial para ativar vias inflamatórias e causar danos em diferentes tipos celulares.

“O consumo de óleo de coco como componente da dieta usual ou como suplemento alimentar aumentou muito na população. O problema é que, na maioria das vezes, esse consumo é realizado sem o acompanhamento de um nutricionista, que pode ajustar a inclusão diária desse lipídeo de acordo com recomendações individualizadas”, diz Torsoni que é doutor em biologia funcional e molecular, com pós-doutorados na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e na Universidade de Michigan (Estados Unidos).

O Globo

Gilmar Mendes determina que Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, volte à prisão

 

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta quarta-feira (5/7), que Monique Medeiros, ré no processo da morte do filho Henry Borel com o ex-vereador Jairinho, volte a ser presa.

A mãe de Henry Borel deixou a cadeia em agosto de 2022, após ter a prisão revogada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O ministro analisou um recurso do pai do garoto, Leniel Borel, contra decisão do STJ. A Procuradoria-Geral da República havia se pronunciado a favor da volta de Monique à prisão por considerar que “há elementos de comportamento da ré que tendem a perturbar a instrução do processo”.

Na decisão desta quarta-feira, Gilmar Mendes afirma que o entendimento do STJ “não apenas se divorcia da realidade dos autos, como também afronta jurisprudência pacífica” do STF.

“Nada justifica que um delito dessa natureza permaneça, até hoje, sem solução definitiva no âmbito da Justiça Criminal, a projetar uma grave sensação de insegurança entre os membros da comunidade.”

Para o ministro, “não há como concordar, com a devida vênia, com as afirmações (…) de que a prisão preventiva teria sido decretada apenas com base na gravidade abstrata do delito”.

Monique e Jairinho são acusados de torturar e matar Henry Borel, em 2021. Conforme laudos, a criança morreu por hemorragia interna e laceração hepática provocada por ação contundente.

Metrópoles

Lula se reúne com filhas de Silvio Santos em encontro fora da agenda

 

Foto: reprodução/instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu, nesta quarta-feira, 5, com as filhas do apresentador Silvio Santos, do SBT, Patrícia Abravanel e Daniela Beyruti, que é CEO da emissora. O encontro não constou na agenda do presidente.

A reunião foi acompanhada pelo ministro da Secretaria da Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e ocorreu por volta das 16h. O Planalto informou que a visita foi institucional após troca no comando da direção da emissora.

O marido de Patrícia, Fábio Faria, foi ministro das Comunicações do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele pediu para ser exonerado dias antes do fim do mandato, em 21 de dezembro de 2022, para assumir o cargo de deputado federal pelo PP, do qual estava licenciado.

Daniela é vista como uma sucessora do pai nos negócios da empresa. Silvio Santos está com 92 anos e já não apresenta os programas da emissora.

O último encontro entre o petista e Silvio Santos foi em setembro de 2010. A reunião também não constou na agenda oficial. Na época, o apresentador disse a jornalistas que ia convidar Lula par participar do Teleton com doações.

Anos mais tarde, nas investigações de supostas fraudes no Banco Panamericano, que pertenceu a Silvio Santos, Procuradoria-Geral da República disse, nos documentos da Operação Conclave, que o encontro de 2010 teve como objetivo discutir a situação do banco. Em fevereiro de 2018, sete ex-diretores da instituição financeira foram condenados por crimes contra o sistema financeiro nacional.

Estadão Conteúdo

Tribunal de Justiça abre reclamação disciplinar contra juiz que excluiu héteros em estágio e disse que corregedor era “gay não assumido”

 

Foto: Reprodução

Juiz no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), Mario Soares Caymmi Gomes, que publicou edital com três vagas de estágio em seu gabinete exclusivas para pessoas LGBT+ – vetado, posteriormente, pela Corte -, agora enfrenta uma reclamação disciplinar. A medida partiu da presidência do tribunal e pode resultar em punição.

O TJBA acusa o juiz de ter extrapolado os limites da liberdade de expressão ao comentar o caso em entrevista, após o veto ao edital.

Para o juiz, no entanto, trata-se de preconceito. “Esse talvez seja o primeiro caso explícito de LGBTFobia institucional no Poder Judiciário”, declarou o juiz à coluna Valor Jurídico, do Valor Econômico.

Mario Gomes recebeu a notificação em 28 de junho – o Dia Internacional do Orgulho LGBT+. Ele tem 15 dias para se defender.

Mario Gomes é gay assumido e defensor ferrenho dos direitos da população LGBT+. Começou a se envolver de forma mais ativa na causa a partir de dezembro de 2020, quando propôs e viu ser aprovada, no tribunal, uma comissão para a promoção de igualdade e políticas afirmativas em questões de gênero e orientação sexual.

No começo deste ano, ele decidiu dedicar as três vagas de estágio do seu gabinete para esse grupo específico de pessoas.

Lançou um edital que tinha como prioridade a contratação de transgêneros e travestis ou, depois, pessoas declaradamente gays e lésbicas e preferencialmente pretas. Dizia de forma expressa, além disso, que pessoas heterossexuais não seriam contratadas.

Esse edital foi vetado pelo corregedor-geral da Justiça da Bahia, o desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano. Ele considerou que não seria razoável impedir pessoas de participarem do processo.

Mario Gomes recorreu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mas não conseguiu reverter a decisão. O CNJ não discutiu o sistema de cotas. Disse somente que juízes não podem praticar políticas afirmativas sem o consentimento prévio do tribunal ao qual estão vinculados.

A publicação do edital, por si só, gerou enorme polêmica no Estado. Mas os ânimos ficaram mais exaltados depois que o juiz concedeu entrevista ao programa “OAB no Rádio”, em 5 de maio. A conversava era sobre “empregabilidade para a população LGBT+” e ele falou sobre o caso.

Em certo momento da entrevista, disse que havia lhe causado muito incômodo o fato de o veto ao edital ter partido “de um corregedor que é gay, ainda que ele não se assuma”.

A reclamação disciplinar contra o juiz foi apresentada pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Nilson Soares Castelo Branco. Ele diz, no documento, que desde o lançamento do edital a imagem da Corte “foi vilipendiada” por terem sido veiculados nas redes sociais “fatos inverídicos e distorcidos” sobre as ações e as políticas públicas desenvolvidas pelo tribunal.

Afirma que a entrevista concedida pelo juiz – após o veto ao edital – “reacendeu a questão em maior proporção e repercussão”.

Castelo Branco acusa o juiz de ter extrapolado os limites da liberdade de expressão e do dever de prudência e cautela que devem nortear as manifestações dos membros do Poder Judiciário. “Ao falar sobre a decisão da lavra do corregedor, proferiu manifestação de cunho ofensivo dirigida ao membro da mesa diretora do tribunal, além de realizar juízo depreciativo”, afirma.

Como a reclamação envolve o corregedor-geral, o presidente do tribunal optou por encaminhar o documento ao corregedor das comarcas do interior, o desembargador Jatahy Júnior.

Castelo Branco pede que os fatos sejam apurados e que proponha, se assim entender, a instauração de um processo administrativo disciplinar contra o magistrado.

A coluna entrou em contato com a assessoria de imprensa do tribunal. Solicitou um posicionamento institucional da Corte e pediu para ouvir o corregedor, mas não teve retorno até a publicação.

O juiz Mario Gomes se diz surpreso com a agilidade com que o caso está correndo. “Foi distribuído às 14h41 e às 14h48 já tinha uma decisão de duas folhas nos autos mandando me intimar. Parece que foi tudo combinado.”

Ele afirma não ter falado mal do tribunal durante a entrevista e diz que citou o corregedor-geral dentro de um contexto. “Não é que tenham me chamado para uma entrevista e eu, de forma aleatória, acusei. Não foi isso o que aconteceu.”

Mario Gomes enxerga esse processo como uma forma de retaliação e preconceito. “E não apenas homofobia contra mim, por ser um juiz gay que divulga e reivindica políticas afirmativas. Homofobia por não querer transgêneros nem travestis dentro do tribunal”, frisa.

O juiz se vê encurralado, além disso, pelo fato de a reclamação envolver o presidente e os dois corregedores do tribunal. “Não estou conseguindo advogado. Ninguém quer se indispor”, ele diz. “Me parece que seria caso de o CNJ intervir.”

Justiça Potiguar

Brandão assina OS para viaduto na entrada da Avenida Litorânea

 

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, assinou duas ordens de serviços, nesta quarta-feira (5), para ampliar a malha viária e melhorar a mobilidade urbana em São Luís. Será feita a requalificação da Avenida dos Holandeses, no acesso à Avenida Litorânea, onde será construído um viaduto. A outra obra será para a construção de alça viária do viaduto do Jaracati.

A assinatura das ordens de serviços das duas obras, que serão executadas por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), ocorreu no Salão de Atos do Palácio dos Leões. Durante a solenidade o governador Carlos Brandão destacou a importância dos serviços que serão realizados.

“São obras que vão aumentar a segurança no tráfego em São Luís e garantir mais mobilidade. No Jaracati vamos construir a quarta alça de acesso ao viaduto, facilitando o tráfego na Via Expressa. Já na Holandeses, vamos construir um viaduto no acesso à Avenida Litorânea, que é uma das principais áreas turísticas da capital, por isso, sempre conta com grande fluxo de veículos. As obras irão gerar mais emprego e renda e ainda solucionar antigos problemas de trânsito da capital”, afirmou o governador Carlos Brandão.

O secretário Aparício Bandeira (Sinfra) afirmou que as duas obras vão contribuir para diminuir a deficiência viária da capital. “São Luís tem uma frota de veículos numerosa. É o nosso principal meio de transporte, por isso, precisamos melhorar a mobilidade e a malha viária. No Jaracati vamos construir a quarta alça do viaduto, que não foi feita na obra original e que hoje se faz necessário. Já na Holandeses vamos dar mais agilidade para quem trafega entre a Ponta d’Areia e o acesso da Litorânea”, informou.

Viaduto – Na Avenida dos Holandeses, no acesso à Avenida Litorânea, será construído um viaduto de cerca de 200 metros de extensão com 20 metros de vão livre. Com isso quem trafega na Avenida dos Holandeses no sentido Ponta d’Areia seguirá por cima do viaduto e quem vier no sentido contrário seguirá por via subterrânea. Assim o trânsito fica totalmente livre na Holandeses e também para quem está entrando ou saindo da Litorânea no cruzamento das duas avenidas.

Também será realizada a pavimentação de 2,55 quilômetros de extensão de vias, proporcionando uma superfície adequada e confortável para os veículos e pedestres que transitam pela região.

A requalificação da Avenida dos Holandeses no acesso à Avenida Litorânea tem investimentos de R$ 10.592.197,41 e será executada no prazo de 150 dias. A obra vai dar mais fluidez ao trânsito em toda a região, garantir mais segurança para motoristas e pedestres e facilitar o acesso a um dos pontos mais movimentados da orla da capital, garantindo ainda o desenvolvimento econômico e do turismo local.

Viaduto do Jaracati – No Viaduto do Jaracati será construída uma quarta alça viária com 211 metros de extensão, facilitando o acesso à Via Expressa e dando mais fluidez ao tráfego de veículos na região do Jaracati.

A obra está orçada em R$ 1.949.386,02 e deve durar 5 meses. Cabe ressaltar que os trabalhos serão executados durante o horário diurno e terão como princípio reduzir ao máximo os impactos para a comunidade do entorno.

Postado em: 5 de julho de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Diego Viana - Cadê O Dinheiro Que Tava Aqui? (Oficial)

PREFEITO DA RAPOSA EUDES BARROS JÁ RECEBEU MAIS DE R$ 113 MILHÕES PARA EDUCAÇÃO, MAS O DESTINO DESSA FORTUNA É UM MISTÉRIO


Está jorrando dinheiro na área da Educação no município de Raposa, de janeiro de 2021 até junho 2023, foram mais de R$ 113,3 milhões recebidos da União.

 

Recursos recebidos apenas do FUNDEB nesta ano de 2023…

Nunca na história de quase 30 anos de emancipação de Raposa um prefeito recebeu tantos milhões para a área da Educação como agora, na gestão Eudes Barros, do PL.

Dados do Demonstrativo de Distribuição da Arrecadação do Sistema de Informações do Banco do Brasil (SISBB), segundo apuração do Blog do Domingos Costa, revelam que o prefeito Eudes Barros já recebeu a fortuna de R$ 113,3 milhões para aplicar na área de Educação, porém, a execução desses recursos é invisível aos olhos dos raposenses.

De acordo com o Banco do Brasil, na conta Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) da prefeitura de Raposa, passaram de janeiro de 2021 a junho de 2023, nada menos que R$ 95,5 milhões.

Além desse valor, Eudes foi contemplado com outros R$ 17.936.568,91 (dezessete milhões, novecentos e trinta e seis mil, quinhentos e sessenta e oito reais e noventa e um centavos), dinheiro esse resultante de um acordo homologado pela ex-prefeita Talita Laci, consequente da Ação Originária nº 6584-66.2006.4.01.3700 na qual o Município pediu na Justiça Federal recursos de precatórios FUNDEF – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério.

– Divisão por ano

No ano de 2021, primeiro da atual gestão, foi recebido R$ 30.579.537,87 (trinta milhões, quinhentos e setenta e nove mil, quinhentos e trinta e sete mil e oitenta e sete centavos); Já no segundo ano do governo Eudes, em 2022, na conta do Fundeb caiu mais R$ 39.015.773,59 (trinta e nove milhões, quinze mil, setecentos e setenta e três reais e cinquenta enove centavos); e agora, neste terceiro ano, 2023, já foi repassado para a prefeitura de Raposa outros R$ 25.831.947,85 (vinte e cinco milhões, oitocentos e trinta e um mil, novecentos e quarenta e sete reais e oitenta e cinco centavos).

Portando, somado os recursos recebidos nos dois anos e meio da atual gestão, mais o dinheiro de precatórios FUNDEF, o valor “abocanhado” pelo prefeito Eudes é de R$ 113.363.828,22 (cento e treze milhões, trezentos e sessenta e três mil, oitocentos e vinte e oito reais e vinte e dois centavos).

– Desova do dinheiro da Educação

Com tanto dinheiro na Educação, o prefeito está selando diversos contratos de distintas finalidades, com empresas de fachada – e até com empresas pertencentes a sua própria família – para “desovar” os recursos públicos.

Blog do DC monitora pelo menos oito contratos com sérias suspeitas de fraude, superfaturamento e indícios  de emissão de notas fiscais frias, que são aquelas nas quais os serviços declarados não são prestados ou os produtos discriminados não são entregues.

Durante todo este mês de julho, o Blog do DC irá detalhar como o prefeito Eudes e seus “quatro escoteiros” [Gesiel Braz, Ariosmar Lopes, Adário Júnior e Eron Santos] estão atuando junto ao gestor no “gerenciamento” desses recursos. E nesse bojo, coitada apenas da professora Verismar (secretária de Educação) que está assinando muita “coisa”.

Aliás, é bom que se diga, dinheiro da Educação é Federal…

– ABAIXO DETALHAMENTO DOS RECURSOS RECEBIDOS EM 2021 E 2022: