Postado em: 19 de julho de 2022 | Por: Ezequiel Neves
Moraes manda bolsonaristas apagarem postagens que ligam Lula e o PT ao PCC
Postado em: 18 de julho de 2022 | Por: Ezequiel Neves
Bira do Pindaré entre os mais influentes do Congresso Nacional
De acordo com o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), o deputado federal Bira do Pindaré (PSB) está entre os 100 parlamentares mais influentes no Congresso Nacional.
O levantamento foi divulgado neste fim de semana e elege “Os Cabeças do Congresso”, destacando deputados federais e senadores com mais influência no legislativo nacional.
“Me honra estar entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. É um reconhecimento importante do trabalho que temos feito”, afirmou Bira.
O deputado maranhense ainda fez questão de destacar as principais bandeiras que tem levantado na Câmara Federal durante o seu mandato.
“Dentre as principais lutas do nosso mandato estão a Educação, a Saúde, a Segurança Pública e o Combate ao Racismo (sou presidente da Frente Parlamentar Quilombola), além da Agricultura Familiar, Infraestrutura, Ciência e Tecnologia”, finalizou Bira do Pindaré.
Entre a Bancada Federal do Maranhão, apenas os deputados Bira do Pindaré e André Fufuca (PP) foram citados no levantamento do DIAP.
Segep realiza programação de férias para os filhos dos servidores públicos estaduais.
Em mais uma ação de valorização ao servidor público estadual, a secretaria de Gestão Patrimônio e Assistência dos Servidores (SEGEP) realizou, no último sábado, 16, o “Kids em Ação”, uma programação especial de férias para os filhos dos servidores públicos estaduais.
O evento contou com varal literário, contação de histórias, pula-pula, cama elástica, infláveis, apresentações culturais, recreação, pintura facial, atendimentos com profissionais da saúde pediatra, oftalmologista, dentistas e nutricionistas.
Cerca de 200 crianças passaram pelo estacionamento do Centro Administrativo para a aproveitar a programação com os pais. O secretário Pedro Chagas destacou a importância desta ação.
“Cheguei nesta secretaria com a missão de fomentar ações de valorização que aproximem a família dos nossos servidores públicos para que eles também entendam e encarem este ambiente de trabalho como familiar e agregador. A campanha de Doação de Sangue, Feirinha Junina do Servidor, o Segep em Ação e o Kids em Ação vem nos provando que os funcionários do Estado apreciam estas inciativas”, concluiu o secretário.
A advogada, Juliana Chaves, aproveitou a programação com o filho Augusto, de 4 anos.
“Eu gostei muito do evento. É muito importante esse momento de interação entre os servidores e seus dependentes. Neste período de férias, os pais estão sempre em busca de momentos de diversão para entreter os filhos e nada melhor que apresentar meu ambiente de trabalho para ele desta forma, com muita alegria e descontração”, contou a advogada.
Postado em: 17 de julho de 2022 | Por: Ezequiel Neves
Conselho de Ética recusa suspensão de processo contra Josimar

Apesar da tentativa do PL de suspender o processo de cassação contra o deputado federal e presidente do partido no Maranhão, Josimar de Maranhãozinho, a investigação deve avançar na Câmara Federal, no Conselho de Ética.
O presidente do Conselho de Ética da Câmara Federal, deputado Paulo Azi (DEM-BA), recusou o pedido de suspensão da tramitação do Processo 47/22 que pede a cassação de mandato de Josimar de Maranhãozinho.
O PL defende que em decorrência da licença solicitada por Josimar, a tramitação deveria ser paralisada, uma vez que ele não está no exercício de mandato.
Depois da tentativa frustrada no Conselho de Ética, o PL, através do Coronel Tadeu (PL-SP), apresentou na última sexta-feira (15) recurso endereçado ao presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP-AL).
Josimar é alvo de uma representação do partido Rede Sustentabilidade no Conselho de Ética, por quebra de decoro parlamentar, após ser acusado pela Polícia Federal de desviar recursos de emendas parlamentares.
Postado em: 16 de julho de 2022 | Por: Ezequiel Neves
Podemos lança pré-candidatura coletiva de militares no MA
O deputado estadual Fábio Macedo, presidente estadual do Podemos, anunciou na sexta-feira(15), a pré-candidatura de uma chapa coletiva que vai pleitear uma vaga na Câmara Federal nas eleições deste ano. O coletivo intitulado de “Juntos Podemos” é composto por 10 militares e traz como pautas prioritárias o bem estar, melhores condições de trabalho e salários para toda categoria no estado e Brasil.
São pré-candidatos do coletivo: Bombeiro R. Barros, Wildson Mano Pontes, Magno Cézar, Márcio Alves Durans, Arnaldo Filho, Raimundo Nonato das Chagas, Adson Menezes Barbosa, Luís Carlos Lisboa Silva, entre outros.
“Hoje tivemos a grande satisfação de anunciar a primeira pré-candidatura coletiva do Podemos aqui no Maranhão. Temos 10 militares unidos em prol de toda uma categoria que merece reconhecimento por sua dedicação e trabalho em prol da segurança pública. Nossos respeitáveis e honrados militares terão com o coletivo “Juntos Podemos”, pré-candidatos que de fato os representem e lutem por suas demandas.
Mandatos Coletivos – As candidaturas coletivas tem se tornando cada vez mais comuns no Brasil. No formato, um grupo de pessoas, com os mesmos ideais e valores, se unem para disputar um cargo público, como deputado federal, estadual, ou vereador, se comprometendo em dividir as decisões do mandato, caso vençam a eleição.
No Maranhão, já existe um mandato compartilhado na Câmara Municipal de São Luís, que é do “Coletivo Nós”, eleito em 2020, pelo Partido dos Trabalhadores(PT)
Artigo: Só a mobilização popular pode conter avanço dos crimes de ódio, por José Dirceu
A escalada contra a democracia brasileira sob a presidência de Jair Bolsonaro, caminha para colocar em questão as urnas eleitorais e por consequência as próprias eleições, sem as quais não há democracia como nos 21 anos de ditadura militar.
A história do nosso próprio país nos ensina que nenhuma manobra ou ameaça à democracia impede a sua volta, pode apenas retardá-la. A questão é como e quando ela retorna e em que condições: se será um simulacro ou uma democracia avançada com participação popular.
Nem o Ato Institucional nº 2 ou o Pacote de Abril impediram o povo de votar majoritariamente contra a ditadura derrotando a Arena e depois o PDS, seu sucessor, e dar maioria absoluta ao MDB na Câmara e no Senado, em 1986, e na própria Assembleia Nacional Constituinte, em 1988.
Nem a repressão e a proibição de greve, de sindicatos livres, de liberdade de imprensa e de livre organização dos partidos impediram os trabalhadores de dando ao PT e seus aliados 4 mandatos presidenciais que só cessaram via um golpe de força parlamentar judicial, o golpe de 2016.
Hoje, o que assistimos abertamente é à tentativa de se impedir as eleições de outubro, já que o candidato das forças de extrema-direita e do núcleo militar que governa o país está a caminho da derrota. O caminho escolhido para a tentativa de golpe vem sendo anunciado por Bolsonaro desde 2018. Trata-se da acusação de fraude por meio das urnas eletrônicas, acusação sem base real, indício ou prova.
O ministro da Defesa, em nome do governo e queira ou não das Forças Armadas, tenta desmoralizar o TSE a cada exigência que faz junto a ele. Suas investidas caminham no sentido de os militares se imporem ao TSE na tutela do processo eleitoral, violando a Constituição, que deu ao tribunal poderes para presidir as eleições conforme leis aprovadas pelo Congresso Nacional.
Urna eletrônica
Envergonha o país que os autores desse descalabro sejam os militares, herdeiros do tenentismo e da Revolução de 1930 que instituiu o voto secreto e a Justiça Eleitoral. A urna eletrônica representou um avanço extraordinário na informatização do processo contagem manual dos votos e na contagem e registro manual nos mapas eleitorais, apesar de o voto ser secreto.
Verdadeiras quadrilhas se especializaram em falsificar os mapas eleitorais, transferindo votos de um candidato a outro, compilando votos nulos ou brancos como voto de determinados candidatos. Com a introdução da urna eletrônica em 1996, inicialmente nas eleições municipais em algo como 50 municípios, iniciou-se o fim do processo que tinha um subproduto tão perigoso quanto a fraude: a demora na apuração, pretexto para colocar em dúvida a vitória do vencedor e tentar impedir a posse do eleito. A demora na apuração também contribuía para aumentar os pedidos de recontagem de votos e de anulação de urnas, transformando as eleições em um processo inseguro, duvidoso e sujeito à contestação legal.
Tão grave quanto a tentativa do governo e das Forças Armadas de desmoralizar o TSE e as urnas eletrônicas é a crescente politização das forças policiais dos estados e da própria Polícia Federal. O objetivo é arrastá-las para a atividade política, para a campanha de descrédito das urnas eletrônicas e mesmo para a não-aceitação de uma derrota do candidato governista.
Poder Judiciário via redes sociais e fake news e do uso e abuso de pastores evangélicos que em seus púlpitos atacam juízes. O exemplo para fermentar a cultura da mentira e do ódio vem de cima: muitas vezes é o próprio presidente da República que, em suas chamadas lives, comanda tais ataques ilegais e inconstitucionais.
O próprio filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), comandou um ato em Brasília em defesa das armas, quando a trágica experiência de liberação geral da compra de armas nos Estados Unidos prova exatamente o contrário –ou seja, de que é mais do que necessário o controle restrito da venda de armas e de seu porte, que deve ser permitido apenas em atividades de segurança pública e em casos mais do que necessários.
Toda a pregação feita pelo deputado em seu discurso estava associada ao ódio ao adversário e condicionada à reeleição de seu pai. O movimento de expansão da venda de armas acompanha o crescimento da implantação dos clubes de tiro e caça no país e estimula a violência contra a oposição ao governo especialmente contra Lula e o PT e seus aliados– e faz crescer no país os casos de crimes de ódio. Crimes não só políticos, mas contra os negros e negras, as mulheres e a comunidade LGBTQI+.
A espiral de violência em decorrência do discurso de ódio nos fez chegar ao crime vil e covarde contra o guarda municipal Marcelo Arruda, tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu, no Paraná, pela simples razão de ser do PT e comemorar seu aniversário com o tema “Lula Presidente”.
Crime de ódio
O assassinato de Marcelo é um típico crime de ódio e de intolerância política, incompatível com a democracia e a liberdade, e que deve ser repudiado sem meias palavras e com a pronta atuação dos órgãos judiciais e policiais antes que se torne um estímulo à violência como norma na vida política do país e na campanha eleitoral.
Não é de hoje que se utiliza do medo como meio de amedrontar o eleitor, impedi-lo de votar, ou mesmo como coação para que o eleitor vote contra sua livre e soberana vontade. É exatamente esta a tentativa do bolsonarismo, num movimento coordenado com o ataque às urnas eletrônicas e a tentativa de envolver as Forças Armadas nas eleições, o que viola abertamente a Constituição Federal.
A gravidade da crescente pressão do ministro da Defesa sobre o TSE e as repetidas falas do próprio presidente exigindo a supervisão militar sobre o pregação do ódio e da intolerância política, ser detidas. E a única forma de se fazer isso é pela mobilização da sociedade e pela atuação dos órgãos judiciais e policiais.
Não pode haver meio-termo ou igualdade de condições entre a vítima e o agressor ou autor de crimes de ódio e intolerância política, muito menos de assassinatos a sangue frio. É intolerável o uso da suposta polarização política como medida para condenar ou não tais crimes, muito menos por razões políticas ou de disputa eleitoral.
A medida do compromisso com a democracia hoje no Brasil é a condenação sem medo e a mobilização de todas as forças políticas do arco democrático para repudiar a escalada criminosa estimulada pelo bolsonarismo. Temos que ocupar as ruas e praças para garantir eleições livres e democráticas e nosso direito sagrado de votar e eleger nossos representantes no Congresso e nosso presidente.
José Dirceu, ex-deputado federal e ex-ministro |Chefe da |Casa Civil
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