Postado em: 14 de junho de 2022 | Por: Ezequiel Neves

Cappelli “detona” pesquisa da Exata


O secretário de Comunicação do Governo do Maranhão, Ricardo Cappelli, não poupou críticas para a pesquisa Exata, divulgada nesta semana.

Cappelli insinuou que o levantamento seria fake e afirmou que todos teriam os “números reais”.

“Será que alguém ainda acredita em pesquisa fake? Há quem diga que essa “mentirinha” mobiliza os políticos. Será? Alguém ainda cai nesta manobra primária? Todos têm os números reais. Sinceramente, é um artifício tão atrasado que chega a ser ridículo”, destacou.

Só que o secretário de Comunicação foi ainda mais além, lembrou que o instituto errou feio em 2020, na capital maranhense, quando na véspera das eleições para a Prefeitura de São Luís cravou que o 2º Turno seria entre Eduardo Braide e Neto Evangelista, que era o candidato do grupo político de Weverton Rocha.

No entanto, o resultado não foi esse e os números da Exata estavam errados, uma vez que o 2º Turno foi entre Braide e Duarte Júnior. Por conta disso, Cappelli afirmou que a pesquisa é sempre feita numa “mansão em Barreirinhas”.

“Alô Duarte Jr! Dia 14 de novembro de 2020, véspera da eleição. Eu fico impressionado com a cara de pau. Não é possível que alguém ainda acredite nisso. Essa pesquisa é sempre feita numa mansão famosa, lá em Barreirinhas”, finalizou.

Comissão do Senado já tem aval para desembarcar no Maranhão e vistoriar o transporte de ferryboats

 

O senador Roberto Rocha (PTB) deverá presidir a Comissão Temporária Externa do Senado da República que virá ao Maranhão apurar irregularidades no sistema de transporte aquaviário no estado, em especial para a movimentação de ferryboats, na travessia dos terminais da Ponta da Espera, em São Luís, para Cujupe, na baixada maranhense.

Nesta terça-feira, 14, o Senado aprovou requerimento do senador trabalhista solicitando a criação de uma comissão especial, formada por três senadores titulares e mais três suplentes, para investigar as condições do transporte de ferry na capital maranhense e vistoriar in loco o "novo" ferry paraense José Humberto adquirido pelo governo Carlos Brandão (PSB) que ainda não tem as mínimas condições de navegabilidade em águas da baía de São Marcos, já que foi projetado para navegar em rios da Amazônia.

Até o momento, o ferry sob a responsabilidade do Governo do Maranhão não recebeu o aval da Capitania dos Portos já que está passando por uma espécie de "guaribada" em suas instalações para nova vistoria técnica, antes de se aventurar pelo mar revolto do Boqueirão.

Entrevista do Vereador Laurivan no Programa Hora da Notícia na Rádio Nova União FM 106,3

Hoje no Programa Hora da Notícia ao Meio-dia o Vereador Laurivan foi entrevistado aonde esclareceu alguns assuntos Importantes da População de Raposa-Ma. 


O vereador Laurivam Uchôa (republicanos), participou de uma entrevista nesta terça-feira (14) no programa "A Hora da Notícia" com Osmar Lisboa. 

Na oportunidade o parlamentar falou sobre vários temas referentes ao município de Raposa. Acompnhe o bate-papo na íntegra no canal da rádio Nova União FM no YouTube.

Ah! E ainda serão sorteadas na programação da quarta-feira (15), quinze cestas-básicas. Corre lá e se inscreve no nosso canal...

Assista a entrevista abaixo!


Postado em: 13 de junho de 2022 | Por: Ezequiel Neves

CASO HENRY BOREL: “JURO POR DEUS QUE NUNCA ENCOSTEI EM NENHUMA CRIANÇA”, DIZ JAIRINHO, EM AUDIÊNCIA

 

Foto: Lucas Tavares /Agência O Globo

Chorando e com críticas ao isolamento na prisão, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior começou seu depoimento, nesta segunda-feira (13), no Fórum do Rio de Janeiro, afirmando que é inocente das acusações pela morte do menino Henry Borel, em março de 2021.

Ao ser questionado pela juíza Elizabeth Machado Louro se as acusações contra ele eram verdadeiras, Jairinho afirmou que seu histórico era de um bom pai e que jamais havia batido em uma criança.

“Eu, definitivamente, juro por Deus que nunca encostei em nenhuma criança. O meu histórico não permite dizer isso. A minha família é pautada no amor, nunca apanhei do meu pai e da minha mãe. Sempre procurei fazer o correto”, disse Jairo.

Seguindo uma recomendação da defesa, o réu afirmou que vai responder apenas os questionamentos dos seus advogados, um direito garantido por lei.

Apesar do depoimento de Jairinho ser o momento mais importante da audiência, a sessão foi marcada por uma acalorada discussão entre a juíza Elizabeth Machado Louro e os advogados do ex-vereador.

Antes do início dos trabalhos, a magistrada determinou que os defensores de Jairo Souza ficassem sentados durante o depoimento, ordem que foi questionada pelos advogados e teve início um longo embate, até que a determinação da juíza fosse cumprida.

À imprensa, o advogado de Jairinho disse que a defesa acionou o Conselho Nacional de Justiça para questionar a presidência das audiências e também afirmou que ingressou com um pedido de habeas corpus.

“A defesa ingressou com um pedido de habeas corpus, que vai ser julgado pela 7ª Câmara Criminal, para interromper o interrogatório. O pedido é para que venham para os autos, elementos importantes que foram relegados no inquérito policial e na primeira fase do tribunal do júri”, disse Cláudio Dalledone.

Essa é a segunda vez que Jairo Souza é ouvido no processo de instrução e julgamento. Em fevereiro, ele falou por 10 minutos e preferiu ficar em silêncio na maior parte das perguntas. Já Monique Medeiros, na mesma ocasião, falou por 11 horas.

No dia 1° de junho, o tribunal do júri ouviu o perito legista Leonardo Huber Tauil, que assinou o laudo de necropsia da criança, além do assistente técnico Sami El Jundi, contratado pelos advogados de Jairinho para auxiliar no caso.

A audiência desta segunda-feira (13) pode ser a última etapa antes da juíza do caso decidir se os réus irão a júri popular.

Doutor Jairinho está preso, atualmente, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Já Monique Medeiros está em prisão domiciliar.

O ex-vereador e a professora são acusados pelo Ministério Público de homicídio triplamente qualificado pela morte de Henry Borel, de 8 anos, no dia 8 de março do ano passado. O menino teria sofrido torturas no apartamento em eles que moravam na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ambos negam os crimes.

CNN Brasil

“É preciso ter vergonha na cara”, diz Flávio Dino a críticos do seu governo

O ex-governador Flávio Dino (PSB) que é pré-candidato ao Senado pelo PSB, Flávio Dino, participou no fim de semana, de atos do movimento “O Maranhão Não Pode Parar”, em Presidente Dutra e Imperatriz.

Flávio Dino mandou um recado duro àqueles que estiveram ao seu lado, como o senador Weverton Rocha e que, de repente começaram a criticar o governo do qual fizeram parte por mais de 7 anos.

Segundo FLávio Dino é necessário ter coerência e vergonha na cara.

“Tô com muita vontade de encontrar e falar na cara de quem caminhou comigo um, dois, três, quatro, cinco, seis e sete anos e agora diz que o governo não presta. É preciso ter coerência e é preciso ter vergonha na cara”, disse Flávio Dino.

Maura Jorge declara apoio a Weverton Rocha

 


Maura Jorge, prefeita de Lago da Pedra, anunciou em entrevista a uma emissora local nesta segunda-feira (13), apoio a pré-candidatura do senador Weverton (PDT), ao governo do Maranhão. A prefeita explicou sua escolha por acreditar que Weverton, reúne todas as condições e experiência, para conduzir o Maranhão neste momento de grande dificuldade que o Estado se encontra. 

“Nós precisamos dessa experiência do senador Weverton, para conduzir um estado com tantos problemas como nosso. Por isso eu resolvi abraçar, esta frente, que hoje se une, não pela ideologia partidária política, mas sim para que possamos,de fato, buscar os recursos necessários para enfrentar tantos desafios. Hoje nós somos os piores em todos os segmentos. Nós temos mais de 300 mil pessoas que entraram na linha pobreza. Nossa malha viária totalmente acabada. Precisamos de experiência e trânsito político para fazer a transformação d nosso estado e dar dignidade a população”, disse Maura Jorge. 

Em 2018 a prefeita Maura Jorge concorreu ao Governo do Maranhão, e teve uma expressiva votação de 250 mil votos. Neste momento ela destaca, que o importante é a formação de uma frente em prol do Maranhão. Ao ser questionada por estar apoiando um candidato de esquerda a prefeita foi taxativa. 

“ O senador Weverton votou, a poucos dias, na questão da defesa dos nossos pastores, pois tentaram nacionalizar um fato que não tinha nada a ver. Aqui eu quero agradecer, o senador Weverton, em nome de todos os evangélicos, por sua postura séria e firme. Uma pessoa aberta ao dialógo”, disse Maura Jorge.

Postado em: 12 de junho de 2022 | Por: Ezequiel Neves

DECISÃO DO STJ UNE SENADO CONTRA LIMITAÇÃO DE TRATAMENTOS EM PLANOS DE SAÚDE

 

Foto: Divulgação/zenaidesenadora.com.br

Senadores da base do governo e da oposição se uniram contra a decisão do STJ; eles defendem que a lista da ANS seja exemplificativa, e não taxativa

Após a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre quais tratamentos os planos de saúde são obrigados a ofertar, a reação de diversos senadores foi imediata e incisiva contra o chamado rol taxativo para cobertura dos planos de saúde.

Com a decisão do STJ, planos de saúde passam a cobrir apenas os tratamentos que estão na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Isso ameaça a manutenção de vários tratamentos de pacientes. Senadores da base do governo e da oposição acabaram se unindo contra a decisão; eles defendem que a lista da ANS seja apenas exemplificativa.

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) foi uma das primeiras a reagir, condenando a medida ao discursar no Plenário do Senado no mesmo dia em que houve a decisão do STJ, 8 de junho. A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) também criticou a mudança.

— Essa perda absurda que a gente teve acaba afetando não só milhares de pessoas com deficiência no país, mas também as pessoas com autismo, as pessoas com doenças raras e ainda as pessoas com outras doenças crônicas. Todos esses cidadãos correm o risco de terem suas terapias excluídas da cobertura dos planos. Essas pessoas ficarão desamparadas, assim como muitos outros pacientes que estão em tratamento por doenças graves, como câncer ou doenças degenerativas. Falamos de recursos para os brasileiros se manterem vivos. Imagine o impacto direto na vida de milhões de famílias, que já se desdobram para arcar com o alto custo de um plano de saúde no nosso país. Quando a gente fala que o rol taxativo mata, não é um exagero. Essa decisão afeta, sim, a vida de muita gente — afirmou Mara Gabrilli em Plenário, também em 8 de junho.

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) ressaltou que, agora, os convênios serão obrigados a cobrir apenas os procedimentos listados pela ANS. Antes, a lista era considerada como guia, e os pacientes conseguiam tratamentos fora da lista recorrendo à Justiça. Ele acredita que a questão vai acabar sendo decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Com a mudança, se não está no rol listado, não terá cobertura dos planos de saúde. E essa deve ser a orientação a todas as instâncias da Justiça, retirando a possibilidade de pacientes conseguirem os procedimentos mesmo judicializando a causa”, resumiu Jean Paul.

Por sua vez, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) se disse supreso com a decisão do STJ, que, segundo ele, “favorece os poderosos planos de saúde penalizando quem tem deficiência e doenças raras”.

Já a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) afirmou que a mudança vai prejudicar “milhares de famílias que eram beneficiadas por tratamentos de saúde que não constavam no rol de tratamentos da ANS. Uma decisão difícil de aceitar e que gera muita insegurança aos usuários de planos de saúde. Lamentável!”. Os senadores Alvaro Dias (Podemos-PR) e Paulo Paim (PT-RS) divulgaram declarações no mesmo sentido.

Projetos de lei

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) também reagiu imediatamente à decisão do STJ: no dia 8 de junho ele protocolou o PL 1.557/2022. Esse projeto de lei determina que a lista da ANS será “referência básica mínima para cobertura assistencial pelos planos de saúde”. Pelo Twitter, Contarato disse que “não podemos permitir que a população seja prejudicada em prol do lucro dos planos de saúde! Protocolei PL [projeto de lei] que garante que o rol de procedimentos e medicamentos previsto pela ANS seja apenas uma referência mínima, explicativa, e não uma lista taxativa! Quem paga tem direito ao tratamento adequado, e não são os planos de saúde que devem definir isso, mas um corpo médico qualificado!”.

Até agora, outros oito projetos de lei foram apresentados por senadores e senadoras, todos na mesma linha: impedir que a lista de doenças da Agência Nacional de Saúde Suplementar seja taxativa. Pelas redes sociais, as reações dos parlamentares se avolumaram, unindo governistas, oposicionistas e independentes. Há também projetos mais antigos que tratam do tema.

O senador Romário (PL-RJ) afirmou que a decisão do STJ “poderá custar a vida de muitas pessoas, além de todo o imenso impacto negativo que milhares de pacientes e suas famílias vão enfrentar ao terem suas terapias e medicações suspensas”. Para ele, trata-se de “um verdadeiro retrocesso na garantia dos direitos da população brasileira”. Romário apresentou o PL 1.575/2022, projeto de lei que garante a cobertura de tratamentos que não estejam na lista na ANS.

“Deixar a decisão sobre a saúde das pessoas nas mãos de empresas é totalmente inaceitável. São os médicos, terapeutas e demais profissionais da saúde que precisam decidir e recomendar o que é melhor para cada um dos pacientes. Aos planos de saúde cabe o cumprimento das recomendações e a cobertura dos procedimentos indicados pelo médico que acompanha o beneficiário, mesmo que não previstos no rol, desde que haja fundamentação técnica”, acrescentou Romário.

O senador Paulo Rocha (PT-PA) também criticou a mudança: “Mais dinheiro para os bilionários. Luis Felipe Salomão, Villas Bôas Cueva, Raul Araújo, Marco Buzzi, Marco Aurélio Bellizze e  Isabel Gallotti, ministros do STJ, acabaram de aprovar a farra dos convênicos médicos. Um absurdo! O lucro acima da vida”.

Ao lamentar a decisão do STJ, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que o “lobby dos planos de saúde” vai prejudicar mais de oito milhões de brasileiros. Ele defendeu a aprovação do PL 396/2022, apresentado por ele no começo do ano, que estabelece que o rol da ANS não é taxativo e que os planos de saúde são obrigados a cobrir procedimentos, medicamentos e eventos “necessários à melhor atenção à saúde do consumidor ou beneficiário”.

O senador Paulo Paim (PT-RS), que também criticou a decisão do STJ, apresentou o PL 1.594/2022, projeto de lei que acaba com o rol taxativo.

Por sua vez, o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) apontou vários caminhos para resolver o problema sem prejudicar a população: “É preciso mudar a decisão do STJ que isenta planos de saúde de pagar por tratamentos que não constam da lista da ANS. Cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), cabe projeto no Senado, cabe pedir à ANS a atualização da lista de procedimentos. Lutar pela saúde é lutar por justiça”. Ele apresentou o PL 1.579/2022, projeto de lei que, entre outros objetivos, proíbe a imposição de limites para a cobertura de tratamento multidisciplinar.

Outro senador a protocolar um projeto de lei foi Eduardo Girão (Podemos-CE). Ele apresentou o PL 1.592/2022, que prevê que a lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar será “referência mínima para a cobertura assistencial dos planos de saúde”.

Também pelas redes sociais, o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) manifestou-se contrário ao rol taxativo de procedimentos. Ele apresentou o PL 1.570/2022, projeto de lei que garante a ampliação da cobertura dos planos quando necessário, mesmo quando o tratamento não estiver na lista da ANS.

Já o PL 1.571/2022, projeto de lei apresentado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), determina que o rol de procedimentos e eventos em saúde editado pela ANS terá “caráter exemplificativo”. Com o mesmo propósito foram apresentados o PL 1.585/2022, da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), e o PL 1.590/2022, do senador Flávio Arns (Podemos-PR).

Fonte: Agência Senado