Postado em: 23 de janeiro de 2017 | Por: Ezequiel Neves

Trump está nas `etapas iniciais´ para mover embaixada dos EUA para Jerusalém


A embaixada dos EUA em Israel fica atualmente em Tel Aviv, mas será transferida para Jerusalém, reconhecida pela nação judaica como sua capital

A Casa Branca confirmou que a equipe do presidente Donald Trump está nos "estágios iniciais" para tirar a embaixada dos Estados Unidos em Israel da cidade de Tel Aviv e movê-la para Jerusalém.
Durante sua campanha presidencial, Trump prometeu aos líderes israelenses reconhecer Jerusalém como capital de Israel e mudar a embaixada americana para a cidade.
Sua intenção foi confirmada no domingo (22) pelo porta voz da Casa Branca, Sean Spicer: "Estamos nas etapas iniciais da discussão desse assunto", disse ele aos repórteres.
A embaixada americana em Israel fica atualmente em Tel Aviv, referida como capital reconhecida internacionalmente. Por outro lado, Israel considera Jerusalém como sua eterna capital, mas os palestinos também dizem que a cidade é parte do futuro Estado palestino. Os dois lados citam motivos bíblicos, históricos e políticos para reivindicarem a cidade.
No domingo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, conversou com Trump por telefone.
Segundo uma nota divulgada pela Casa Branca após a ligação, os dois líderes conversaram sobre os reforços da relação EUA-Israel, a estabilidade no Oriente Médio e o monitoramento das ameaças feitas pelo Irã.
"O presidente enfatizou que a paz entre Israel e Palestina só pode ser negociada diretamente entre as duas partes, e que os Estados Unidos trabalharão em estreita colaboração com Israel para progredir os acordos nesse sentido", anunciou a Casa Branca.
Em nota, o governo também informou que Trump convidou Netanyahu para visitar a Casa Branca em fevereiro.
Durante coletiva de imprensa, a conselheira de Trump, Kellyanne Conway, disse que o presidente abordou sobre os problemas no Oriente Médio e os conflitos com o Irã durante a ligação com o líder israelense, sem citar a mudança da embaixada.
Enquanto Israel comemora o novo apoio dos EUA, os palestinos alegam que a mudança da embaixada pode atrapalhar qualquer perspectiva de paz.
O xeique Ekrema Sabri, imã (autoridade religiosa) da Mesquita al-Aqsa em Jerusalém, já havia advertido que a mudança de embaixada seria como uma "declaração de guerra".
Fonte: CPAD News

Cantor Felipão pode estar voltando a música secular

O cantor de Forró Gospel Felipão, está no centro de uma série de especulações sobre o seu possível retorno aos palcos da música secular.
Na Música Gospel desde 2012, Felipão foi vocalista e atração principal da banda Forró Moral, quando no fim de 2011 foi acometido de uma forte depressão  e decidiu se converter e mudar de palco.
Felipão viajou o Brasil inteiro contando seu testemunho e revelando os bastidores do que acontece entre os cantores de bandas de forró.

“Todos usam droga, cheiram cocaína para poder cantar, porque eles vivem em depressão. Não adianta ter muito dinheiro e fama. São pessoas tristes. Amanhã vão vir duas bandas de forró pra cá e não é diferente. Já vi cantor, antes de colocar seu chapéu e cantar e dançar em cima do palco se drogar“, disse Felipão em um show.

A notícia de que ele estaria voltando ao secular, surgiu depois que o compositor Renato Moreno fez o seguinte post em uma rede social.



Esse post foi suficiente para que centenas de fãs comemorassem o retorno de Felipão ao mundo do forró secular, enquanto que fãs evangélicos criticam o possível retorno do artista.


O caso de Felipão lembra o que aconteceu com o cantor Daniel Diau. O canto saiu da banda Calcinha Preta e se lançou na música gospel, porém, dois anos depois decidiu voltar ao secular, e fundou a banda "Gigantes do Brasil".

Tentamos falar com Felipão, mas até o momento ele não respondeu nossas mensagens.

http://www.sitefuxicogospel.com/2017/01/cantor-felipao-pode-estar-voltando.html

Pr. Samuel Câmara visita AD em Alagoa Grande, a pioneira no Estado da Paraíba



O Pr. Samuel Câmara e sua esposa irmã Rebeca (Pastor da Igreja Mãe em Belém, PA), estiveram na AD em Alagoa Grande, PB (lugar de fundação da AD na Paraíba em 1918). A história sempre seguirá a sua trajetória.

Em viagem ao Estado da Paraíba, para participar da Convenção da COMEAD CGPB (Convenção da AD com sede em Campina Grande, PB), presidida pelo Pr. Daniel Nunes, Pr. Samuel Câmara e irmã Rebeca aproveitaram para conhecer a cidade de fundação da AD naquele estado, Alagoa Grande.



A AD em Alagoa Grande pertence à Convenção com sede na cidade de João Pessoa (COMADEP), Presidida pelo PR José Carlos de Lima.



Pr Samuel e irmã Rebeca, acompanhados do Pr. Eduardo Leandro Alves, foram muito bem recebidos pelo Pr. Cleudimar Lima, Pastor da AD em Alagoa Grande e pela sua esposa, irmã D'arc.



Do almoço participaram vários irmãos da Igreja e obreiros de cidades vizinhas, como o Pr Antônio Dias, da cidade de Araruna e o Pr Dutra, quando também puderam responder perguntas e divulgar de forma fraterna e espontânea, as propostas e sugestões da EQUIPE CGADB PARA TODOS com vistas às Eleições 2017 da CGADB.

Foi um momento de muita comunhão e descontração, onde os Pastores puderam compartilhar histórias do início de seus ministérios e da caminhada da Fé.

Em seguida Pr. Samuel deu uma saudação à Igreja, que estava realizando sua 4a Conferência Missionária, e seguiu viagem à cidade de Campina Grande.

Todos saíram regozijados e agradecidos a Deus por essa riquíssima oportunidade de estar juntos com os irmãos e o Líder da AD Igreja Mãe em Belém do Pará.

Fotos e informações: Pr. Eduardo Leandro



Pr. Samuel Câmara - Confraternização com obreiros da AD em Alagoa Grande, primeira AD na Paraíba




Inscrições para o Sisu começam na terça-feira; consulta pode ser feita no site

agenciabrasil


As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana, do dia 24 ao dia 27 de janeiro. As vagas já estão disponíveis.

A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 238.397 vagas 131 instituições públicas.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

Nota de corte

Após a abertura das inscrições, uma vez por dia, são divulgadas ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.

O candidato também pode consultar, em seu boletim, a sua classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados. No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.

O Ministério da Educação (MEC) ressalta que o tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.

O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Postado em: 22 de janeiro de 2017 | Por: Ezequiel Neves

Opinião: José Luiz Oliveira de Almeida

O preço da ambição

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Por José Luiz Oliveira de Almeida
Clay Carter, advogado público, aparentemente, não tinha ambição, uma vez que se dedicava, exclusivamente, à defesa de pessoas pobres e marginalizadas, parecendo do tipo acomodado, apesar de ser reconhecidamente brilhante. Clay, inobstante, conforme se verá adiante, assim como muitos, cede à primeira tentação, pois, sem formação moral consolidada, não é capaz de suportar a primeira provocação, ao primeiro aceno.
Apesar de brilhante, Clay era do tipo mal remunerado, malsucedido, visto que só trabalhava em casos ruins, daqueles que ninguém queria. Ele parecia conformado com a vida simples que levava, em que pese ser filho de um grande e bem-sucedido advogado, que por um deslize moral, caíra no ostracismo e já não era mais lembrado por ninguém.

Clay namorava Rebecca, cujos pais não aceitavam a sua condição de malsucedido profissionalmente. Contudo, ele parecia não estar nem aí para o fim do namoro, que se deu por pressão dos ambiciosos pais de Rebecca, os quais, ricos, prepotentes e sem pudores, queriam o “melhor” para a filha.

Influenciada pelos pais, Rebecca deixava claro a Clay que gostava do que era bom, daquilo que só o dinheiro podia proporcionar, razão pela qual, por influência destes, deu por terminado o namoro com Clay, que ficou arrasado com o desfecho, fato que, muito provavelmente, o impulsionou rumo à ambição que terminaria por lhe trazer fortes dores de cabeça.

Confesso que, à proporção que eu conhecia a vida de Clay, ia me identificando com as suas desventuras, com as suas frustrações, supondo, numa primeira impressão, que se tratava de uma pessoa que não se deixaria levar pela ambição, e que, honestamente, venceria e daria uma lição a Rebecca e a seus pais.

Bastou, inobstante, que se abrisse a primeira oportunidade para que ele revelasse seu lado ambicioso e despudorado – como costumam fazer muitos com os quais às vezes convivemos -, e se aliasse ao misterioso Max Pace, para, em nome de uma grande firma de advocacia, patrocinar ações indenizatórias coletivas, com base em artimanhas e falcatruas, a partir das quais ganhou muito dinheiro, sem nenhuma restrição moral, deixando-se levar pelos interesses mais mesquinhos.

Clay Carter, assim como tantos que conhecemos, acabou totalmente absorvido pela ganância e pelo dinheiro fácil, sempre querendo mais, numa sequência de grandes ações coletivas contra grandes empresas que jogaram no mercado fármacos com algum efeito colateral danoso.

As passagens acima mencionadas – sem spoiler, pode constatar, depois, quem vier a ler o romance -, à guisa de ilustração, são do romance O Rei das Fraudes, de John Grisham, obra ficcional que não está distante da realidade, segundo testemunhamos todos os dias, em face da ambição desmedida de alguns, sobretudo os que exercem cargos públicos, os quais, pelas suas ações, se expõem e expõem, sem pudor, a sua própria família à execração pública.

O lamentável é que essas pessoas, sem freios e sem peias morais, equivocadas, com a mente obliterada pela ambição, pensam que, no exercício do poder, tudo podem – e agem como se tudo pudessem mesmo -, até o dia em que são flagradas e desmoralizadas publicamente (vide o exemplo da Operação Lava Jato), levando na onda desmoralizante os seus filhos e seus parentes mais próximos, que, sem apelo e sem culpa, passam a sofrer as consequências, os efeitos de sua ação incontrolada, que termina por espargir sobre todos os membros da família a lama fétida sob a qual resultou mergulhado, por pura ambição.

Fico me indagando, diante dos exemplos que tenho assistido, em face das notícias sobre corrupção em todas as esferas de poder, o que leva um homem público, bem remunerado, vivendo, como poucos, uma vida com muito conforto, com um bom saldo bancário, dando o que há de melhor aos filhos, consumindo o que se destina a poucos, a se corromper, mercadejar decisões e influências, desmoralizando a si e à instituição a que pertence, além de levar de roldão os que o cercam, impiedosamente.

Para os que pensam e agem assim, sem controle, sem amarras, dispostos a tudo pelo vil metal, é sempre prudente lembrar que ambição tem preço, e que quem opta por desviar a conduta, deve estar ciente de que o preço a pagar pelo luxo que ostenta, à vista de todos, despudoradamente, é muito mais alto do se que possa imaginar, em face dos efeitos que dela (da ambição) irradiam.

Ambição todos nós temos. O termo, de grande abertura semântica, permite  várias acomodações. É quase uma ficção viver sem ambicionar alguma coisa. Eu também tenho as minhas, mas não as permito sem controle. Eu gostaria, por exemplo, de ser um filho, um pai e esposo melhor do que sou. Também gostaria de ter a capacidade, que poucos têm, de me conduzir sem deslizes morais, mesmo os irrelevantes, que todos nós, em determinadas circunstâncias da vida, nos permitimos. Isso, todavia, vejo não ser possível, uma vez que esses pequenos deslizes são próprios do homem. Basta olhar em volta de si mesmo e examinar a sua conduta quando está diante da possibilidade de levar vantagem, seja furando uma fila de atendimento ou usando do poder e prestigio que o cargo oferece.

Por ter ciência de que o homem tende ao desvio moral, penso que é preciso que, no exercício de um múnus público, que busquemos, com sofreguidão, controlar os nossos impulsos, conter a nossa vaidade, pois, sem controle, podemos ser levados aos grandes desvios de conduta que podem nos levar, inapelavelmente, à derrocada moral, à desmoralização definitiva.

Aos que integram uma corporação e fazem uso do poder para levar vantagens, fiquem certos de que nada é mais desgastante para uma instituição, em qualquer instância de poder, do que ter entre seus membros pessoas ambiciosas e sem escrúpulos, que estejam a serviço apenas de seus interesses pessoais, pois que, nesse cenário, levam consigo parte da credibilidade da instituição a que pertencem, deixando a malévola e equivocada impressão de que todos têm a mesma tendência, que são todos movidos pelos mesmos interesses.


José Luiz Oliveira de Almeida é desembargador. Membro do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão.

São José de Ribamar: Câmara segue sem apresentar bloco oposicionista

Legislativo ribamarense ainda não apresentou vereadores que farão oposição ao atual prefeito na Casa. 


POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO 

Ao que tudo indica o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PSDB), governarápor quatro anos sem o contraponto da representatividade oposicionista na Câmara de Vereadores. Até aqui o Legislativo ribamarense ainda não apresentou os possíveis parlamentares que poderiam exercer a função.

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Câmara de Vereadores de São José de Ribamar ainda não apresentou bloco oposicionista; prefeito Luis Fernando Silva poderá governar por quatro anos sem oposição na Casa.

A ausência da figura do ‘líder da oposição’ na Câmara vem deixando os ribamarenses preocupados. Por outro lado, o Governo municipal, que saiu na frente ao ‘eleger’ como líder governista na Casa o vereador de primeiro mandato Prof. Cristiano, segue gozando da unanimidade dos 17 parlamentes eleitos na eleição passada.



Rarefeito, descontruído e ausente, o campo oposicionista em São José de Ribamar expõe a falta de articulação de grupos que não souberam demarcar terreno na seara politica local. Mas mais que isso, com a lacuna a ser preenchida na Câmara,  revela duas perspectivas distintas: de um lado, os vereadores estariam mais preocupados com a governabilidade proposta pelo Executivo municipal a ser viabilizada em ‘comum acordo’ com o parlamento ribamarense. Doutro, o envolvimento direto de vereadores no chamado ‘processo de reconstrução da cidade’ abre margem para a não separação entre os poderes, sendo confrontante com premissas da atuação legislativa como isenção, distanciamento e independência.



Discussão que vem se acirrando na terceira maior cidade do Maranhão nos últimos dias.

http://agenciadenoticiasbaluarte.blogspot.com.br/

Postado em: 20 de janeiro de 2017 | Por: Ezequiel Neves

Futuro da Lava Jato está nas mãos de Cármen Lúcia

Embora o Palácio do Planalto, por meio do assessor especial Moreira Franco, já tenha demonstrado pressa em nomear o substituto de Teori Zavascki, que herdaria todos os processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, a bola está com a ministra Cármen Lúcia, presidente da corte, que tem poderes para nomear um substituto e há até antecedentes; em 2009, quando faleceu o ministro Carlos Augusto Menezes Direito, o então presidente da casa, Gilmar Mendes, redistribuiu seus processos mais urgentes; caso o novo relator da Lava Jato seja indicado por Temer, ele terá ainda que ser sabatinado pelo Senado, onde estão vários dos políticos delatados pela Odebrecht; isso empurraria em pelo menos um ano a homologação das delações da empreiteira, uma vez que o objetivo real do golpe contra a presidente Dilma Rousseff foi estancar a sangria da Lava Jato.
247 – O futuro da Operação Lava Jato está nas mãos da ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal.
Embora o Palácio do Planalto, por meio do assessor especial Moreira Franco, já tenha demonstrado pressa em nomear o substituto de Teori Zavascki (leia aqui), que herdaria todos os processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia tem poderes para nomear um substituto e há até antecedentes.
Em 2009, quando faleceu o ministro Carlos Augusto Menezes Direito, o então presidente da casa, Gilmar Mendes, redistribuiu seus processos mais urgentes.
Caso o novo relator da Lava Jato seja indicado por Temer, ele terá ainda que ser sabatinado pelo Senado, onde estão vários dos políticos delatados pela Odebrecht.
Isso empurraria em pelo menos um ano a homologação das delações da empreiteira, uma vez que o objetivo real do golpe contra a presidente Dilma Rousseff foi estancar a sangria da Lava Jato.
Abaixo, reportagem do portal Conjur sobre a decisão tomada por Gilmar quando Menezes Direito morreu:
Regimento do STF permite redistribuir processos de ministro morto
Com a morte do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira (19/1), os processo da operação "lava jato" na corte ficaram sem relator — bem como as outras ações nas quais Teori era relator. O regimento interno do STF permite que, em casos urgentes, os processos sejam redistribuídos imediatamente, sem aguardar a nomeação de um novo ministro.
Isso já foi feito. Em 2009, após a morte do ministro Menezes Direito, em setembro daquele ano, o então presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, redistribuiu os processos que estavam com o julgador e que tinham réu preso, pela Portaria 174. Ele baseou-se nos artigos 38 (inciso III e IV) e 68 (parágrafo 1º) do regimento.
O regimento interno do STF, em seu artigo 38, define que o relator será substituído pelo revisor ou pelo ministro imediato em antiguidade quando se tratar de deliberação sobre medida urgente; pelo ministro designado para lavrar o acórdão, quando vencido no julgamento; mediante redistribuição, nos termos do artigo 68 do regimento; e em caso de aposentadoria, renúncia ou morte, pelo ministro nomeado para a sua vaga.
O artigo 68 do regimento define que em Habeas Corpus, Mandado de Segurança, Reclamação, Extradição, Conflitos de Jurisdição e de Atribuições, desde que haja risco grave de perda de direito ou de prescrição da pretensão punitiva nos seis meses seguintes ao início da licença, ausência ou vacância, o presidente da corte poderá determinar que seja feita a redistribuição.