Postado em: 21 de dezembro de 2016 | Por: Ezequiel Neves

SEMA realiza encontro para fortalecer a Gestão Ambiental Municipal


A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) realizou, nesta quarta-feira (20.12), Encontro sobre Noções de Gestão Ambiental Municipal voltado para gestores municipais de meio ambiente.

"A ideia é somar esforços no sentido de ampliar o alcance e a luta pela preservação do meio ambiente, estabelecendo, assim, parceria entre o Governo do Estado e as prefeituras", explicou o Secretário de Estados de Meio Ambiente, Marcelo Coelho.

Na ocasião, estiveram em pauta os seguintes assuntos: Programas e Projetos da SEMA; Introdução a Legislação Ambiental; Estruturação do Sistema Municipal de Meio Ambiente; Políticas de Licenciamento, Fiscalização, Gestão de Resíduos, Cadastro Ambiental Rural (CAR), Educação Ambiental e Biodiversidade.

De acordo com o prefeito eleito de Morros, João Batista Diniz, "o encontro foi de extrema importância para os municípios, pois dependemos do meio ambiente para sobreviver. Parabenizo a SEMA, ao Governo pela iniciativa, por buscar fortalecer os laços com os municípios. Só podemos desenvolver projetos de for em parceria".

Na ocasião, estiveram presentes vários prefeitos e seus gestores de meio ambiente. Cerca de 100 gestores compareceram ao evento.

ANB ONLINE: SÃO JOSÉ DE RIBAMAR PANORAMA POLÍTICO: SEM OPOSIÇÃO, CIDADE SEGUE ENFRAQUECIDA NO DEBATE PÚBLICO


A cidade de São José de Ribamar no Maranhão é carente de líderes oposicionistas sérios e que tenham discurso. 

POR FERNANDO ATALLAIA


EDITOR-CHEFE DA AGÊNCIA BALUARTE

atallaia.baluarte@hotmail.com 

A gestão do prefeito tucano Luís Fernando Silva na terceira maior cidade do Maranhão terá que conviver a partir de janeiro com uma realidade que sob a ótica do debate público não é positiva: São José de Ribamar não tem líderes oposicionistas.  



Achacada por ações ilegítimas daqueles que tentam passar-se por oposicionistas na tentativa de engodar parte da população ainda desavisada, a cidade sofreu na última década com o oportunismo imediatista de pseudoslíderes que criticam as gestões locais com o claro objetivo de serem beneficiados por seus criticados.



Comportamento vicioso e viciado dos chamados ‘oposicionistas de ocasião de Ribamar’- alusão a figuras paridas no seio mendicante das jogadas de politicalha-, os ataques a cada administração que se inicia em São José não tem consistência conceitual-ideológica, coerência e está muito aquém da real dimensão da terceira maior cidade maranhense e suas demandas.



Sao Jose de Ribamar
A cidade de São José de Ribamar no Maranhão é carente de líderes oposicionistas sérios e que tenham discurso.

Interesses pessoais confusos e contrariados, grande parte daqueles que se dizem oposicionistas na cidade maranhense são na verdade cabos eleitorais ligados a políticos que atuam de forma profissional em Ribamar, utilizando-se dos cargos públicos para manter e sustentar currais eleitorais e apadrinhados. Uma triste realidade que não vem favorecendo a construção do novo ideário político reivindicado pelos mais de 200 mil ribamarenses residentes hoje no município.



Questiúnculas e fuxiquismo barato- Criticada pelos próprios ribamarenses, a postura oportunista dos pseudoslíderes, representados hoje por cinco nomes que se prendem diariamente  a questiúnculas geradas em ambientes de fuxiquismo barato, nada faz além de atrasar o processo de desenvolvimento da cidade no campo do debate público, travando o advento de uma nova mentalidade voltada para o repensar das antigas e obsoletas formas de discussão da politica ribamarense.



É nesse ambiente famigliar, amador e paroquiano, povoado de pequenas e médias corrupções, troca de favores e  franca ânsia de ‘se dar bem na vida’ à custa das gestões municipais que a ausência de discurso dos  ‘oposicionistas’  vem se perpetuando na cidade. Os ribamarenses,  por sua vez, tem reagido e cobram a presença de um líder politico oposicionista de fato compromissado com os interesses amplo e macro do município na esfera do debate.



Esquerda ausente- Nova configuração política que já se anuncia para São José de Ribamar, a ausência de uma agenda social a ser proposta pelos partidos de esquerda é uma das reclamações dos ribamarenses quanto à participação de siglas como PSOL, PSTU e PCB.



Ainda que tenham ensaiado um escopo inicial para definir presença em solo ribamarense as siglas recuaram da intenção de consolidar um projeto politico na cidade. Por outro lado, em outra seara, partidos como Rede Sustentabilidade e Partido da Mulher Brasileira-PMB vem estreando ações importantes no cenário político local. Os ribamarenses esperam que tanto estes quantos aqueles se unam no sentido de contribuir para o progresso de uma das mais importantes cidades do Maranhão.  



Há certa urgência.

http://agenciadenoticiasbaluarte.blogspot.com.br/2016/12/sao-jose-de-ribamar-panorama-politico.html

DEVEM OS CRISTÃOS CELEBRAR O NATAL?



Resposta:O debate sobre se os cristãos devem ou não celebrar o Natal tem sido discutido por séculos. Há cristãos igualmente sinceros e comprometidos em ambos os lados da questão, cada um com várias razões por que o Natal deve (ou não) ser comemorado em lares cristãos. Entretanto, o que diz a Bíblia? A Bíblia dá uma direção clara quanto a se o Natal é um feriado para ser comemorado pelos cristãos?

Primeiro, vamos dar uma olhada em algumas razões por que alguns cristãos não celebram o Natal. Um argumento contra o Natal é que as tradições que cercam o feriado têm origem no paganismo. A busca por informações confiáveis sobre este tema é difícil porque as origens de muitas das nossas tradições são tão obscuras que as fontes muitas vezes se contradizem. Sinos, velas, azevinhos e decorações natalinas são mencionados na história do culto pagão, mas o seu uso no próprio lar certamente não indica um retorno ao paganismo. Embora algumas tradições definitivamente possuam raízes pagãs, existem muitas mais tradições associadas com o verdadeiro significado do Natal -- o nascimento do Salvador do mundo em Belém. Sinos são tocados para espalhar a alegre notícia, velas são acesas para lembrar-nos de que Cristo é a Luz do mundo (João 1:4-9), uma estrela é colocada no topo de uma árvore de Natal para simbolizar a Estrela de Belém e presentes são trocados para nos lembrar dos presentes dos Reis Magos a Jesus, o maior dom de Deus para a humanidade.

Um outro argumento contra o Natal, especialmente em ter uma árvore de Natal, é que a Bíblia proíbe trazer árvores a nossas casas e decorá-las. A passagem frequentemente citada é Jeremias 10:1-16, mas ela se refere a cortar árvores, esculpir a madeira para fazer um ídolo e em seguida decorar o ídolo com prata e ouro com a finalidade de curvar-se perante ele para adorá-lo (ver também Isaías 44:9-18). A passagem em Jeremias não pode ser retirada de seu contexto e usada para fazer um argumento legítimo contra as árvores de Natal.

Os cristãos que optam por ignorar o Natal apontam ao fato de que a Bíblia não nos dá a data do nascimento de Cristo, o que é certamente verdade. 25 de dezembro talvez não seja nem perto do tempo em que Jesus nasceu, e os argumentos de ambos os lados são inúmeros, alguns relacionados com o clima em Israel, com as práticas dos pastores no inverno e com as datas do censo romano. Nenhum desses pontos estão sem certa quantidade de conjectura, o que nos leva de volta ao fato de que a Bíblia não nos diz quando Jesus nasceu. Alguns veem isso como uma prova positiva de que Deus não queria que celebrássemos o nascimento, enquanto outros veem o silêncio da Bíblia sobre a questão como uma aprovação tácita.

Alguns cristãos dizem que já que o mundo comemora o Natal -- embora esteja ficando cada vez mais politicamente correto referir-se a ele como "boas festas" -- os cristãos devem evitá-lo. Entretanto, esse é o mesmo argumento feito por falsas religiões que negam a Cristo completamente, bem como pelas seitas (como as Testemunhas de Jeová) que negam a Sua divindade. Os cristãos que celebram o Natal muitas vezes veem a ocasião como uma oportunidade para proclamar Cristo como "a razão para a temporada" entre as nações e àqueles presos a falsas religiões.

Como vimos, não há nenhuma razão bíblica legítima para não celebrar o Natal. Ao mesmo tempo, também não há mandamento bíblico para celebrá-lo. No final, é claro, celebrar ou não o Natal é uma decisão pessoal. Qualquer que seja a resolução dos cristãos a respeito, os seus pontos de vista não devem ser usados como um bastão com o qual bater ou denegrir pessoas com opiniões contrárias, nem se deve enxergar certa opinião como um símbolo de honra que encoraje o orgulho por celebrar ou não. Como em todas as coisas, buscamos a sabedoria dAquele que a dá liberalmente a todos os que pedem (Tiago 1:5) e aceitamos uns aos outros em graça e amor cristão, independentemente das nossas opiniões sobre o Natal.


Moeda com 1900 anos é encontrada em Jerusalém

Artefato encontrado em Jerusalém tem inscrição “Liberdade para Sião”

No rescaldo da ridícula decisão da UNESCO e a meses das comemorações dos 50 anos da reunificação da capital Jerusalém, os arqueólogos encontraram uma moeda datada de há 1.900 anos atrás, do tempo da revolta dos judeus contra os opressores romanos.
A moeda foi encontrada durante as escavações em curso na “Cidade de Davi”, num trecho denominado como “caminho do peregrino”, que seria o caminho usado pelos peregrinos quando subiam ao Templo para oferecer os sacrifícios rituais durante as festas.
Um dos lados da moeda tem gravada a folha de uma videira com as seguintes palavras: “Liberdade para Sião”. No reverso da moeda, encontra-se gravada uma taça com as palavras: “Ano dois da grande revolta.”
A moeda é então do ano 67 d.C., o segundo ano da revolta contra os romanos.
O “caminho do peregrino”, e outras antigas estradas com 2 mil anos, vai ser aberta ao público durante as próximas festas do “Hanuká”, numa grande celebração patrocinada pelo ministério da Cultura e pela “Autoridade para as Antiguidades de Israel”. Esta celebração fará parte das comemorações dos 50 anos da reconquista de Jerusalém.

1967 – 1900 anos depois

“Em 1967, exatamente 1900 anos depois da cunhagem desta moeda, os paraquedistas das Forças de Defesa de Israel entraram na Cidade velha de Jerusalém e libertaram-na. Eles devolveram Jerusalém a soberania judaica” – afirmou entusiasmada a ministra da Cultura de Israel, Miri Regev.
Regev acrescentou ainda que esta moeda é mais uma prova das ligações históricas judaicas com Jerusalém, especialmente depois da decisão da UNESCO que retira qualquer ligação judaica à Cidade.
Com informações Israel Nation News via Gospel Prime

“Deus não está morto 3” já está sendo produzido e sairá em breve


O ator e cineasta David A.R. White é um dos responsáveis por grandes sucessos do cinema cristão. Um de seus maiores êxitos de bilheteria foi “Deus não está morto” (2014), que ganhou continuação este ano.
Em entrevista recente, ele revelou ao The Christian Post que a franquia será uma trilogia. Como o final do segundo longa deixou espaço para uma continuação, White afirma que já estão trabalhando no roteiro.

White começou sua carreira como ator aos 19 anos. Contudo, seus maiores sucessos vieram quando ele começou a ser produtor. Sua carreira se consolidou quando, em 2014, sua empresa  Pure Flix Entertainment lançou “Deus não está morto”, que se tornou um dos filmes independentes mais bem-sucedidos de todos os tempos.

Nascido e criado em uma comunidade rural menonita no estado do Kansas, ele assistiu seu primeiro filme no cinema aos 18 anos. Desde então sabia que Hollywood era o seu “chamado”.

Um ano depois aventurou-se na tentativa de mostrar que filmes com mensagem cristãs eram “viáveis”, um grande desafio para a indústria cinematográfica.

“Minha fé foi a base que me deu a confiança que eu precisava, pois acreditava que sempre haveria uma razão maior para cada porta aberta ou fechada para mim. Até hoje minha fé é o centro da minha carreira. As decisões são pensadas cuidadosamente e tomadas após muita oração”, revelou.

Após alguns anos fazendo pontas em programas de TV e filmes de menor expressão, ele se juntou a Michael Scott e Russell Wolfe, também evangélicos, para lançar a Pure Flix em 2005. Os desafios então passaram a ser arrecadação de fundos para produções independentes.

“Deus não está morto”, por exemplo, tinha um orçamento de US$ 2 milhões. White ressalta que, no início, parecia impossível acreditar que eles conseguiriam. “Meu pai me ensinou desde cedo que Deus é fiel (Romanos 8:28), e que mesmo em meio a dificuldades ou ataques, Deus cuida de nós”, ensina. O filme arrecadou mais de US$ 60 milhões em bilheteria somente nos EUA e alavancou a produtora a um patamar inédito em Hollywood.

Ele conta ainda que muita gente pediu uma terceira parte para o filme e que as decisões são tomadas após muita oração. “Não queremos apressar em produção, mas estamos entusiasmados com o que vem por aí”, explica. As filmagens começam em 2017 e provavelmente só chegue às telas em 2018. “Sairá em breve”, afirma ele, lembrando que o espaço entre o primeiro e o segundo foi de dois anos.

O produtor conta ainda que o próximo lançamento da Pureflix vai na mesma linha, embora seja uma história verdadeira e não uma ficção. Os fãs da série “Deus não está morto” poderão assistir, em março do ano que vem “Em defesa de Cristo”, que conta a trajetória do jornalista Lee Strobel, um ateu que, ao tentar desmentir o Novo Testamento, acabou se convertendo e se tornou um apologeta renomado.

David White encerra dizendo que sua trajetória cheia de desafios lhe possibilitou estimular outros cristãos que têm “sonhos impossíveis”. “Acredite e confie, porque Deus é fiel! Queria dizer-lhes isso: um sonho adiado não é um sonho negado. Afinal, Deus pode abençoá-lo com um sonho maior do que aquele que você já tinha. Ele fez isso por mim e pode fazer isso por você!”.

Fonte: Gospel Prime

Governo inicia reforma do Museu de Artes Visuais


A reforma do Museu de Artes Visuais, casa de cultura ligada à Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), começou nesta segunda-feira (19) e contempla várias melhorias garantindo inclusive acessibilidade com instalação de elevador. A obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas que irá realizar intervenções em um total de 44 prédios inseridos no conjunto arquitetônico do Centro Histórico de São Luís.
A ordem de serviço para a reforma do espaço, no valor de R$ 732,1 mil, foi assinada semana passada pelo superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão, Maurício Itapary. Na ocasião, o Iphan assinou também ordens de serviços das obras de reformas do Teatro Arthur Azevedo (R$ 1,8 milhão) e Teatro João do Vale (R$ 725,5 mil).
Além da acessibilidade com instalação de elevador, a obra contempla sistema de combate a incêndio e pânico, instalações elétricas, revisão hidrossanitária, revisão das esquadrias, recomposição da fachada de azulejo e revisão da cobertura e pintura geral.
A diretora do Museu Histórico e Artístico do Maranhão, Carollina Rodrigues Ramos, responsável pela coordenação do Museu de Artes Visuais, disse que a reforma viabiliza a qualificação dos espaços culturais e traz como inovação a acessibilidade. “O importante é que as políticas públicas para preservação do patrimônio estão sendo realizadas e garantindo a democratização do acesso à cultura transformando o museu num espaço de todos”, afirmou.
Para a realização do PAC Cidades Históricas em São Luís, o governo estadual contratou a empresa gerenciadora de projetos que, por meio de uma equipe composta por engenheiros e arquitetos, dará suporte ao Iphan na condução das obras. O PAC Cidades Históricas é coordenado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Museu
O Museu de Artes Visuais, localizado no centro histórico de São Luís, está instalado num sobrado do século XIX de três andares e um mirante. Possui uma coleção composta por obras de importantes artistas nacionais, estrangeiros e locais, dos séculos XIX e XX. Figura no acervo obras de artistas como Miguel Veiga, Dila, Antônio Almeida, Newton Sá, além de Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Ademir Martins e Cícero Dias. A coleção conta ainda com azulejos, peças decorativas em vidros, cristais, metais e madeira.

http://www.ma.gov.br/governo-inicia-reforma-do-museu-de-artes-visuais/

Ensino religioso torna-se obrigatório em escolas de Belo Horizonte

Decisão aprovada por vereadores atinge escolas municipais de BH

Os vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, aprovaram, em segundo turno na última quinta-feira (15/12), a obrigatoriedade da disciplina de ensino religioso em escolas municipais de educação do município.
O projeto de lei original, que segue para sanção ou veto do prefeito Marcio Lacerda (PSB), é de autoria do vereador Vilmo Gomes (PSC) e tem a intenção original de que as aulas promovam o respeito à múltiplas religiões, embora o texto original não especifique quais religiões serão alvo das aulas ministradas aos estudantes.
Um dos trechos da lei, destacado em notícia do UOL Educação, afirma que as aulas deverão “propiciar momentos de interação entre as diferentes matrizes religiosas trabalhadas na Unidade Escolar, visando a valorização a e visibilidade das diferentes práticas religiosas”.
Se a lei for sancionada, os professores de ensino religioso serão selecionados por meio de concurso e deverão ter licenciatura plena em cursos como Sociologia, Filosofia ou História. A graduação em Teologia também é aceita.
No entanto, a lei recebe críticas de certos segmentos da educação. Wanderson Rocha, diretor do SindRede/BH (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte), acredita que o projeto causará transtornos no ambiente acadêmico, especialmente em temas religiosos.
“A lei foi feita de cima para baixo, sem ouvir especialistas ou os envolvidos nas salas de aula. Ela vai é provocar um acirramento de diferenças religiosas, porque, pelo texto, todas as religiões têm de ser abrangidas. Mas como vão lidar, por exemplo, os pais evangélicos diante do ensino de uma religião africana aos filhos, como a umbanda ou o candomblé? Será que os pais dessas crianças vão concordar?”, afirmou.
O diretor ainda pondera que pais que não professam nenhuma religião, ou que são ateus, podem não se sentir representados com a nova lei e que, por isso, causará conflitos. Enquanto isso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, do Governo Federal, prevê que a ministração da disciplina no país é facultativa.
Vilmo, o vereador que propôs o projeto, diz ter se inspirado na Bíblia para propor o projeto, embora considere que a disciplina deva envolver outras manifestações religiosas. “Eu valorizo muito a família, e achamos por bem a colocarmos isso porque temos a esperança de ver a juventude com um comportamento bem diferenciado do que nós temos hoje”.
Fonte: Gospel Prime