Postado em: 24 de abril de 2026 | Por: Ezequiel Neves

Alisson Santos anuncia pré-candidatura: “Voz para louvar e para não ser omisso”

 


​O cenário político e religioso de São Paulo recebeu um anúncio impactante nesta semana. O cantor gospel Alisson Santos decidiu abrir o coração com seu público para comunicar um novo passo em sua trajetória: ele é oficialmente pré-candidato a deputado estadual por São Paulo.

​Mas, para quem pensa que essa é apenas uma movimentação política comum, a motivação por trás da decisão carrega um peso emocional e histórico profundo.

​Um Legado Interrompido

​A principal força motriz dessa jornada é a memória de seu pai, Aldo de Jesus Santos. Em 2007, a família Santos viveu uma tragédia que marcou suas vidas: Aldo faleceu tragicamente justamente durante uma campanha política.

​Para Alisson, seguir esse caminho não é apenas uma escolha de carreira, mas uma forma de honrar o legado que foi interrompido precocemente. É a transformação da dor em combustível para a mudança social.

​“Deus me deu uma voz para louvar e para não ser omisso. Decidi transformar minha indignação em atitude.” — Alisson Santos


​Fé, Críticas e Missão

​O cantor está ciente de que a transição entre o altar e o palanque gera debates e, muitas vezes, críticas. No entanto, Alisson encara a nova empreitada como uma extensão de sua missão cristã.

​Ele destaca que a omissão não é mais uma opção diante dos desafios que o país enfrenta. Confira os pontos principais de sua declaração:

  • Voz Ativa: O uso do talento e da influência para representar os valores cristãos na esfera pública.
  • Transformação da Indignação: A transição do descontentamento passivo para a ação política efetiva.
  • Resiliência: O foco na missão, independentemente das críticas que possam surgir de diferentes setores.

​O que esperar dessa jornada?

​Alisson Santos entra na disputa com o objetivo de levar para a Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) a mesma integridade que dedica ao seu ministério musical. Para seus seguidores, ele deixa claro que a música continuará sendo sua essência, mas que o campo das decisões políticas é, agora, um campo de batalha onde ele se sente convocado a servir.

O que você achou dessa decisão do cantor? Acredita que a voz dos artistas cristãos é essencial na política atual? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe este post!

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