A mudança que o Governo do Maranhão vem realizando no Projeto Salangô é perceptível em cada canteiro de obras da grande revitalização, iniciada no ano passado. Apenas em 2016, foram investidos R$ 2.790.885,48 em reformas e manutenção de equipamentos, além de infraestrutura de acesso.
Os canais principal e secundário, por onde flui a água do rio Mearim ao longo do perímetro, passaram por reforma e manutenção; também estão sendo reformados o centro administrativo e a casas de bombas para pressurização, a estação de captação está pronta, enquanto a estação de bombeamento e a cerca do perímetro serão recuperadas e um sistema de drenagem e uma guarita construídos.
Vários equipamentos que estavam há anos com pouco ou nenhum uso precisaram passar por manutenções: bombas submersíveis, transformadores e painéis de controle das bombas (quadros de comando); outros, precisaram ser adquiridos, como disjuntores a vácuo e equipamentos de irrigação pressurizada.
Para o secretário da Sagrima, Márcio Honaiser, a liderança do governador Flávio Dino e a união entre as secretarias vêm sendo essenciais na retomada do Salangô. “Ao longo deste ano, o Projeto Salangô esteve entre as nossas prioridades e com ações conjuntas com a Secretaria de Estado da Infraestrutura, o Iterma e o vice-governador Carlos Brandão, reunimos esforços e investimentos para que o Salangô chegue às suas plenas atividades e os agricultores tenham condições de produzir e crescer”.
O próximo passo é ampliar os trabalhos para que até meados de 2017 toda a infraestrutura esteja concluída. Para 2017, estão previstas reformas de mais prédios do Centro Administrativo, manutenção de outras 11 bombas e oito quadros de comando, além de 44,6 km de estradas dentro do perímetro, que nunca passaram por nenhum tipo de intervenção em mais de 30 anos.
Para o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, todos esses investimentos reforçam a preocupação do governo com a produção do estado. “Esse projeto é muito importante, é um projeto que está sendo recuperado pelo governo Flávio Dino, mais um que estava abandonado. Estamos contentes de participar e de contribuir para que ele se torne viável economicamente e possa ser ampliado cada vez mais”, disse.
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