Postado em: 16 de agosto de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Após anúncio de alta, presidente da Petrobras diz que política de preços continua eficiente e que ajuste é ‘justo’

 

Foto: Reprodução/Agência Petrobras

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse que a política de preços da estatal continua eficiente e que o ajuste anunciado nesta terça-feira (15), com aumento no valor do diesel e da gasolina, é “justo”.

A partir de quarta-feira (16), o preço da gasolina será reajustado em R$ 0,41 para as distribuidoras. Já o do diesel sofrerá um aumento de R$ 0,78.

Em entrevista ao J10, da GloboNews, Prates disse que a nova política de preços da Petrobras, adotada em maio, já ajudou a combater a volatilidade nos valores dos combustíveis.

“Tanto o brent [tipo de petróleo] quanto o diesel estão variando muito desde junho para cá, principalmente nas últimas semanas. Tem sido variações diárias de 2% a 3%”, explicou.

Prates disse que ajuste anunciado nesta terça-feira precisou ser feito por questões que vão além da volatilidade.

“Nós chegamos a um patamar diferente e tivemos que fazer um ajuste para chegar num valor marginal de novo, aquele que a gente não sai da mesa porque não vende. Então, a gente fez um ajuste justo”, afirmou.

O presidente da Petrobras afirmou ainda que não houve interferência do presidente Lula na definição do reajuste de preços.

“Em momento algum o presidente Lula nos instou, influenciou ou sugeriu fazer qualquer movimentação de preço. Para cima, para baixo, para manter, para dar mais tempo, para dar menos tempo. O mandato é da presidência da Petrobras”, disse Prates.

Para os próximos meses, com a chegada do inverno no hemisfério norte, Prates afirmou que há uma tendência de alta no diesel, mas de queda no preço da gasolina. 

Com informações do G1

Lula rebate Folha e diz que Dino faz excelente trabalho

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), teve seu nome envolvido em mais uma polêmica no Governo Lula.

A Folha de São Paulo afirmou em reportagem que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estaria irritado pelo fato de Flávio Dino ter deflagrado a operação da Polícia Federal de vendas de joias, e que alcançou o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, justamente no mesmo dia do lançamento do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Lula, segundo a reportagem, teria se chateado pela operação da PF ter ofuscado o lançamento do Novo PAC.

Só que logo após a publicação da reportagem, o próprio Lula reagiu a informação. O petista não só negou a irritação com seu ministro, como ainda fez questão de ressaltar que o maranhense “tem feito um excelente trabalho”.

“Não estou nada irritado com @FlavioDino. Pelo contrário, ele tem feito um excelente trabalho. Seria o que eu teria dito para a @folha se ela tivesse me perguntado sobre o assunto.”

Lula lamentou o fato de não ter sido consultado antes da divulgação da Fake News.

Aprovação de Lula cresce ainda mais e chega a 60%

 


Em seu oitavo mês de governo, Lula alcança a aprovação de 60% dos brasileiros, aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (16) (acesse a íntegra do estudo). É o maior índice alcançado pelo presidente desde que iniciou seu terceiro mandato e representa um crescimento de nove pontos percentuais em quatro meses.

Em abril, segundo o mesmo levantamento, 51% aprovavam o trabalho realizado por Lula. Em junho, esse índice cresceu para 56% e, agora, bate a marca de 60%. Ao mesmo tempo, a desaprovação foi caindo: 42% em abril, 40% em junho e 35% em agosto. Os que não sabem ou não responderam oscilaram entre 4% e 6% (veja gráfico abaixo).

Made with Flourish

 

Trata-se de um resultado excepcional quando se leva em conta a polarização que marcou as últimas eleições. Os 60% de aprovação significam que cada vez mais pessoas que não votaram em Lula aprovam seu governo.

Entre os eleitores que votaram em Jair Bolsonaro no segundo turno, a aprovação de Lula saltou de 14% para 25% entre abril e agosto. Já entre os que votaram branco ou nulo, o crescimento foi de 50% para 58% no mesmo período. Já no eleitorado evangélico, que majoritariamente votou em Bolsonaro, a aprovação de Lula chega a 50%, contra 46% de desaprovação.

Além disso, pela primeira vez a aprovação do presidente supera a desaprovação no Sul (59% contra 38%). Assim, Lula é aprovado pela maioria dos eleitores em todas as regiões: 72% no Nordeste, 55% no Sudeste e 52% no Centro Oeste/Norte.

Economia vai continuar melhorando para 59%

O estudo permite concluir que o índice de aprovação está relacionado com a economia. Para 34% dos entrevistados, o Brasil melhorou nesse aspecto. E um dado ainda mais relevante é o de que para 59% a economia vai continuar melhorando nos próximos 12 meses. Entre os que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o otimismo nessa área alcança 35%.


A população reconhece que o governo Lula tem adotado medidas para melhorar a situação da economia e a vida do povo. Por exemplo, o Plano Safra, de apoio à agricultura, é aprovado por 79%, e o Desenrola Brasil, de renegociação de dívidas, por 70%. Outro dado importante: o índice dos que dizem ter notado uma queda no preço dos alimentos passou de 28% para 36% entre junho e agosto.

Com isso, a avaliação do governo de uma maneira geral também melhorou. A taxa de leitores que avaliam o governo de forma positiva chega a 42% (era 36% em abril). Já o que consideram regular são 29% e os que julgam negativamente somam 24% (eram 29% em abril).

A consultoria Quaest coletou os dados da pesquisa entre 10 e 14 de agosto. A pesquisa foi encomendada pela plataforma de investimentos Genial e realizada com 2.029 entrevistas presenciais com brasileiros de 16 anos ou mais em todos os estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.


CPMI do Golpe: fake news bolsonarista do “fotógrafo infiltrado” é desmoralizada



O depoimento do repórter fotográfico Adriano Machado à CPMI do Golpe, nesta terça-feira (15), representou mais um vexame para os bolsonaristas, que, ao convocá-lo, esperava obter elementos para alimentar mais uma das fake news que espalham sobre o 8 de Janeiro.

O que aconteceu, no entanto, foi justamente o contrário. Sem recorrer a habeas corpus e respondendo a todos os questionamentos de forma segura, o fotógrafo da agência Reuters desmontou a tese amalucada de que ele seria um petista infiltrado que estava ali para ajudar numa encenação de ataque ao Palácio do Planalto.

A humilhação foi tanta que quase nenhum parlamentar bolsonarista voltou à reunião após o intervalo do almoço. “Hoje a oposição está desnorteada. E sabe por quê? Porque hoje aconteceu a queda de uma das mais importantes fake news do discurso bolsonarista”, afirmou o deputado federal Rubens Pereira Júnior (PT-MA).

“A fake news dizia que um fotógrafo petista, amigo pessoal do Lula, que estava ligando para o Lula durante os atos, tinha ensaiado com o pessoal ‘ei, chuta a porta de novo, quebra de novo, derruba o relógio’. Só que a fake news não resiste à realidade”, completou o deputado, salientando que uma mentira muito parecida foi inventada pela extrema direita norte-americana após o ataque ao Capitólio, nos Estados Unidos.

Para desmontar essa fake news, Adriano Machado só precisou dizer a verdade. Nunca foi filiado ao PT nem a qualquer outro partido político, só falou ao telefone com seus chefes e não agiu em nenhum momento como infiltrado, pois usou todas as identificações possíveis de que estava ali a serviço da agência de notícias Reuters, inclusive um capacete no qual se lia a palavra Imprensa.

“Chegaram a dizer que iam me jogar lá de cima” 

O profissional também desmontou a tese — igualmente absurda — de que os manifestantes eram pessoas pacíficas. Contou que, por diversas vezes foi hostilizado e ameaçado, sendo que um bolsonarista chegou a ameaçá-lo com uma arma de choque elétrico.

Chegaram a dizer que iam me jogar lá de cima (do terceiro andar do Palácio do Planalto), que se eu não saísse de lá iam me bater, vigiavam o tempo todo. Inclusive, teve uma hora em que uma pessoa veio com esses tasers de choque para que eu descesse a rampa. Então, foi muito tenso”, contou.

Machado também explicou uma das cenas mais exploradas pelos bolsonaristas na fabricação da fake news (o momento em que foi abordado por um dos terroristas, que queria ver sua câmera fotográfica).

“Quando estava próximo da porta de saída (do gabinete presidencial), um deles me abordou e exigiu que eu deletasse as fotos daquele acontecimento. Após confirmar que eu teria cumprido com a exigência, uma das pessoas me cumprimentou. Naquele momento e naquelas circunstâncias, eu não poderia deixar de retribuir o cumprimento, até mesmo por temer por minha segurança”, narrou.

E completou: “Eu estava preocupado que, se não retribuísse o cumprimento, isso poderia levar a uma situação perigosa para mim, e cumprimentá-lo me pareceu uma boa forma de aliviar a tensão”.

Extrema direita sem senso do ridículo

Ao questioná-lo, a oposição apelou para algumas das perguntas mais patéticas já vistas em uma CPI. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) chegou ao ponto de manifestar estranheza pelo fato de Machado não ter sido preso, ignorando o fato de ele ser um profissional da imprensa devidamente identificado. 

Já Marco Feliciano (PL-SP) cobrou o fotógrafo por não ter dado voz de prisão aos invasores. E houve quem achasse suspeito o fato de o profissional ter feito também a cobertura dos ataques no dia 12 de dezembro nas ruas de Brasília, como se não fosse essa a sua função.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) lembrou que as fotos feitas por Adriano Machado foram disponibilizadas pela agência Reuters com o devido crédito ao profissional. “Um jornalista, que coloca na foto os créditos do seu trabalho, ser acusado de infiltrado é brincar com a inteligência de todos os brasileiros e brasileiras.” 

Já o deputado Rogério Correia (PT-MG) chamou a atenção para o absurdo da tentativa bolsonarista: “Sabe qual é a imagem com que eu fico? O mundo está pegando fogo, o senhor vai lá e tira uma foto e acaba responsabilizado porque tirou a foto do incêndio. E (não se responsabiliza) quem botou fogo no mundo. É realmente hilariante se não fosse trágico”.

E o líder do PT no Senado, Fabiano Contarato (ES), tratou de lembrar o que não pode ser esquecido. “O que aconteceu no dia 8 foi o retrato do que o bolsonarismo pregou por quatro anos dentro do Estado brasileiro”, disse, lembrando que Jair Bolsonaro e seus apoiadores “ficaram quatro anos atacando a democracia” e acabaram “instigando, induzindo, auxiliando”o 8 de Janeiro.

A prova de que Flávio Dino não foi omisso

Por um momento, os bolsonaristas chegaram a acreditar que poderiam usar o depoimento de Adriano Machado para atacar o ministro da Justiça, Flávio Dino, a quem tentam, a todo momento, acusar de omissão.

O repórter fotográfico contou ter fotografado homens da Força Nacional de Segurança de prontidão na Esplanada dos Ministérios quando os ataques começaram. A oposição, então, tentou dizer que se tratava de uma prova de que Dino teria deixado de agir de propósito, sem perceber que o depoimento do profissional, na verdade, confirma o que o ministro tem dito sempre.

Quem explicou muito bem a questão foi o deputado Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ). Ele lembrou que a extrema direita tem usado como argumento o Decreto 5.289 de 2004, que, de fato, permitia o acionamento da Força Nacional pelo ministro da Justiça. 

No entanto, de forma nada honesta, os bolsonaristas ignoram o fato de que, em 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisou esse decreto e tornou ilegal o acionamento dessas tropas sem autorização expressa do governador do estado onde elas atuarão.

“Na última decisão, que interpreta o decreto, o STF é nítido: Força Nacional de Segurança não pode ser requisitada por ministro de Estado. É responsabilidade do governador. Portanto, a imagem da Força Nacional de Segurança parada não corrobora a tese de omissão do Dino, corrobora a tese de omissão do governador (do DF, Ibaneis Rocha)”, argumentou.

Vieira lembrou, entretanto, que Dino fez tudo que estava a seu alcance. Em 7 de janeiro, o ministro assinou a portaria 272/2023, colocando a Força Nacional de Segurança à disposição de Ibaneis Rocha e seu secretário de Seguranca, Anderson Torres. Além disso, Dino assinou o Ofício nº 48, avisando o governador do DF sobre a prontidão das tropas.

“O Dino faz uma portaria colocando a Força à disposição, oficia o governador dizendo ‘estamos à disposição, assim que formos convocados, agiremos de imediato’. E a Força Nacional de Segurança estava em casa, como a PM do DF, apenas de sobreaviso? Não. Estava de prontidão. Obrigado pela foto”, continuou o deputado.

“A omissão não está no Ministério da Justiça, está na estrutura de segurança do DF. Porque em que momento a Força Nacional agiu? Quando foi decretada intervenção na Secretaria de Segurança Pública do DF. Quando foi decretada a intervenção, o que aconteceu com a Força de Segurança? Conforme previsão constitucional, agiu para resolver o problema. A extrema direita é a irracionalidade tentando se tornar racional”, finalizou Vieira.

Fonte: https://pt.org.br/

Alexandre Silveira pede investigação da PF sobre queda de energia no país

 

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou, nesta terça-feira (15), durante en9trevista coletiva, que pedirá ao governo que a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) investiguem se a ação humana foi a causa da interrupção do fornecimento de energia elétrica que afetou, pela manhã, 25 estados e o Distrito Federal.

“Por se tratar de um setor altamente sensível, além de determinar as apurações devidas e internas pelo ONS, Aneel e nossas vinculadas, estou oficiando ao Ministério da Justiça, para que seja encaminhada à Polícia Federal um pedido de instauração de inquérito policial para que apure com detalhes o que poderia ter ocorrido, além de diagnosticar apenas onde ocorreu. Vamos encaminhar tanto à PF quanto para a Abin a instauração de procedimentos para apurar eventuais dolos nesse ocorrido de hoje”, disse Silveira.

Em janeiro deste ano, a Polícia Federal abriu inquéritos para apurar possível motivação política por trás de pelo menos 16 ataques a torres de transmissão de energia elétrica em três estados, o que inclui a derrubada de várias dessas estruturas. A onda de vandalismo começou após a frustrada tentativa de golpe de Estado perpetrada por seguidores de Jair Bolsonaro, em 8 de janeiro.

Durante a coletiva, o ministro assegurou que o episódio desta terça-feira não tem qualquer relação com a segurança energética do país. “O ocorrido de hoje não tem nada a ver, absolutamente nada a ver com o suprimento energético e a segurança energética do Brasil. Nós vivemos um momento de abundância dos nossos reservatórios”, afirmou o ministro.

Silveira disse que, por essa razão, o problema é “extremamente raro” de ocorrer. “O que aconteceu hoje é extremamente raro que aconteça, porque nós temos um sistema redundante. Para acontecer um evento dessa magnitude, nós temos que ter tido dois eventos concomitantes, em linhas de transmissão de alta capacidade. Ou seja, é extremamente raro que aconteça o que aconteceu no episódio de hoje”, argumentou. “Os dados técnicos serão passados no momento adequado. Serão passados nas próximas 48 horas”.

Silveira informou que o problema foi causado por um “evento” no Ceará e outro em local ainda não detectado pelas autoridades. “Foi um fato que causou a interrupção na Região Norte e Nordeste e, por uma contingência planejada do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), minimizou a carga das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, para que não houvesse a interrupção total dessas regiões”, sublinhou o ministro. “Um dos eventos já apontados pelo ONS aconteceu no Norte do Nordeste, mais precisamente na região do Ceará. O outro evento possível ainda não está detectado pelo ONS”.

Privatização

Durante a coletiva, o ministro foi perguntado sobre a possibilidade de o problema no sistema ter alguma relação com a privatização da Eletrobras, ocorrida no ano passado, e com a renúncia de Wilson Ferreira Júnior da presidência da empresa, anunciada na segunda-feira (14).

“Primeiro que todos conhecem a minha posição com relação à privatização. Um setor estratégico para a segurança do país, inclusive, para a segurança alimentar, para a segurança energética, como setor elétrico de um país, em especial com a dimensão territorial que é o Brasil, na minha visão, não deveria ser privatizado. Deveria ter uma função estatal”, afirmou Silveira. “Portanto, a minha posição é de que a privatização da Eletrobras, no modelo em que ela ocorreu, ela fez, sim, mal ao sistema”.

O ministro lembrou que a Eletrobras era o braço operacional do setor elétrico brasileiro, responsável por mais de 40% da transmissão nacional, mais de 36% da geração do país. Ele acrescentou que a privatização, ocorrida às vésperas das eleições, gerou “instabilidade para o sistema elétrico nacional”. “Realmente, os brasileiros e brasileiras perderam muito com a privatização da Eletrobras”, lamentou.

Gleisi

A presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), da mesma forma que o ministro, disse que o país foi altamente prejudicado com o processo de privatização da Eletrobras.

“Seis horas sem energia elétrica no Brasil, e não é só na região Norte, atingiu o Sudeste, atingiu o Nordeste. Por que isso? Privatização da Eletrobras”, afirmou a parlamentar. Ela lembrou que, além da venda, a empresa passou por um processo de desinvestimento, com prejuízos à manutenção e aos investimentos.

“A gente sabe que o sistema elétrico brasileiro é um sistema complexo, um sistema bem estruturado, mas se não tiver recurso para fazer manutenção e para fazer investimento, dá colapso, como ocorreu no governo do presidente Fernando Henrique, e agora está dando de novo, porque eles desinvestiram. Deixaram dinheiro em caixa para privatizar e para fazer negociata, o Paulo Guedes. E o Bolsonaro deve ter levado dinheiro. Muita gente deve ter levado dinheiro, e, agora, e Brasil vai padecer de novo”, afirmou Gleisi.9

Fonte: https://pt.org.br/

Postado em: 15 de agosto de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Motociclista morre após ser atropelado por ônibus, em São Luís

 


Um motociclista, de identidade não divulgada, morreu na tarde desta segunda-feira (14), após ser atropelado por um ônibus, na avenida São Marçal, no bairro do Filipinho, em São Luís.

Segundo o motorista do coletivo, que faz a linha Vila Palmeira, ele foi atravessar o sinal, que estava verde para o ônibus, quando o motociclista, que seguia no sentido João Paulo-Outeiro da Cruz, atravessou de repente, causando a colisão na lateral.

Com a batida, o motociclista foi parar embaixo de um dos pneus dianteiros do ônibus e morreu ainda no local. Após o acidente, o motorista do coletivo ficou no local para prestar informações.

O corpo da vítima foi retirado por uma equipe do Corpo de Bombeiros, sendo levado ao Instituto Médico Legal (IML), que deverá fazer a identificação da vítima e autópsia.

Por causa do acidente, um longo engarrafamento se formou nos dois sentidos da via.

Donald Trump é indiciado por tentativa de manipulação das eleições de 2020 na Geórgia

 

Foto: Anna Moneymaker/Getty Images via AFP

A justiça da Geórgia indiciou, nesta segunda-feira (14), o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que está em campanha para retornar à Casa Branca, e outras 18 pessoas por supostamente tentarem alterar o resultado das eleições de 2020 neste estado.

Em entrevista coletiva em Atlanta, capital da Geórgia, a promotora do condado de Fulton, Fani Willis, anunciou que daria até 25 de agosto “para se entregar voluntariamente” à justiça do estado. Na decisão, ela invocou uma lei vigente na Geórgia sobre crime organizado, frequentemente usada contra gangues, e prevê penas de 5 a 20 anos de prisão.

A promotora disse que queria julgar todos os 19 réus, incluindo o ex-chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, e seu advogado pessoal, Rudy Giuliani, em um único julgamento “dentro de seis meses”, mas lembrou que é o juiz quem marca a data.

Essa é a quarta acusação contra o ex-presidente, atualmente favorito à indicação republicana nas eleições presidenciais de 2024.

A investigação teve início após um telefonema, em janeiro de 2021 – cuja gravação foi tornada pública -, no qual Trump pediu a um funcionário local, Brad Raffensperger, que “encontrasse” cerca de 12.000 cédulas em seu nome que faltavam para ganhar os 16 delegados da Geórgia.

Apesar da derrota nas urnas na Geórgia em 2020, “Trump e os outros acusados se recusaram a reconhecer que ele perdeu e, consciente e deliberadamente, participaram de uma conspiração para ilegalmente mudar o resultado das eleições a seu favor”, de acordo com a acusação formal.

O grande júri aprovou a acusação após as testemunhas convocadas pela procuradoria deporem ao longo do dia perante um grande júri em Atlanta, a capital deste estado do sudeste do país.

Fani Willis foi quem formou este painel de cidadãos com poder para investigar se havia evidências suficientes para acusar Trump, particularmente por fraude e interferência eleitoral. Também estava encarregada de validar uma possível acusação.

Na noite desta segunda-feira, Trump voltou a atacar a procuradora em um comunicado no qual a qualifica como uma “partidária furiosa” a serviço dos interesses do presidente democrata Joe Biden.

R7