Postado em: 22 de maio de 2023 | Por: Ezequiel Neves

O susto de Aluisio Mendes e assessores

 

Ainda bem que tudo não passou de um grande susto. No domingo (21), o avião em que o deputado federal Aluísio Mendes (Republicanos) estava derrapou e acabou saindo da pista no momento da decolagem.

Aluisio, o piloto e mais três assessores retornavam de um evento em Cururupu quando aconteceu o incidente. De acordo com as informações o avião acabou derrapando na pista molhada, ultrapassado a cabeceira e entrando em uma área de mata no final da pista. Não houve feridos.

“Sobre o incidente aéreo sofrido hoje por mim e minha equipe, informo a todos que estamos bem. É verdade que a aeronave teve uma falha na decolagem de Cururupu a São Luís mas graças a Deus todos estão bem. Agradeço a Deus pelo livramento e aos amigos pela solidariedade e orações!”, destacou Aluísio Mendes após o susto.

Aluisio Mendes deve retornar as atividades parlamentares normalmente nesta segunda-feira (22), inclusive porque deve ter seu nome oficialmente confirmado na CPMI dos atos do 08 de janeiro.

Postado em: 21 de maio de 2023 | Por: Ezequiel Neves

ÁLVARO JARDIM É PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE ARARI PELO PT

 

Neste sábado (20) o petista Álvaro Jardim concedeu entrevista a Rádio Progresso de Arari-Ma, e confirmou sua pré candidatura a prefeito de ARARI em 2024. Álvaro aproveitou oportunidade para falar  da sua história de vida que desde a origem o inspirou a luta por bandeiras ligadas ao trabalhador rural. 

Álvaro sempre foi dedicado as causas sociais junto com o seu irmão Márcio Jardim, ambos são filiados ao PT e tem ligações pessoais presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. Na eleição do ano passado, Álvaro Jardim teve grande importância na organização da campanha  Lula, ajudando o presidente a ter maior votação  na região da baixada maranhense. Para Álvaro Jardim o país está se reconstruindo após o novo governo, e ressalta que as famílias que estão mais na linha da pobreza precisam ter uma atenção especial para encontrar uma solução para, principalmente, o problema do desemprego.

Na visão dele o Maranhão já está ultrapassado por conta da concentração de riqueza por causa da velha política que vem sendo feita desde a época de Sarney até Flavio Dino, isso reflete diretamente nos indicadores sociais do estado.

Na entrevista ele declarou sua pré-candidatura a prefeito da sua cidade Arari, ele que já foi vice-prefeito da mesma. Álvaro se demostrou preocupado com a atual situação do município por vários fatores, como educação, saúde e infraestrutura. Para ele, as eleições de 2024 devem ser marcadas pela apresentação de projetos e não de discursos com ataques pessoais e de ódio. Para ele, "fazer política não é como beber cachaça, política é coisa séria." Para que o povo não caia em ilusões e fakes news como em eleições anteriores.


Fonte: https://www.blogluaneamigos.com.br/2023/05/alvaro-jardim-e-pre-candidato-prefeito.html?m=1


Gestão do prefeito de Raposa é reprovada por internautas

REPROVADA 

Uma enquete online publicada pelo Blog do Ezequiel Neves revela que mais de 82.61% ou 1762 dos votantes não aprovam a gestão do prefeito Eudes Barros (PL). O levantamento é apenas uma análise do cenário atual e não possui valor científico.

Mas por outro lado, escracha o descontentamento de muitas pessoas com a forma de como está sendo conduzida a prefeitura de Raposa.

O resultou configurou uma imagem negativa da gestão pelos/as participantes

No total, foram registrados 2133 votos na enquete. Apenas 15.10% ou 322 votos afirmaram que consideram Eudes um prefeito ótimo.

35 internautas registraram que a gestão é regular. Outros 14 disseram ser ruim, e péssima 1762.

Mas as polêmicas, que existe no Município vai muito além do que acontece pior ainda é a inércia do secretariado e com uma equipe de comunicação fraca, quase inepta, faz agora o prefeito de Raposa começa a colher os louros de seu mau assessoramento.

O prefeito ainda tem a oportunidade de tomar medidas que melhorem esse cenário, mas se mostra pouco disposto a fazê-lo. Paciência.


Veja abaixo:



Postado em: 20 de maio de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Dallagnol acusa TSE de erro por cassá-lo: ‘Vou lutar até o fim’

 


Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) disse que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) errou ao cassar o seu mandato. O parlamentar alega que “vai recorrer até o fim” para manter o cargo na Câmara dos Deputados. Na última terça-feira (16/5), o mandato dele foi cassado, por unanimidade, pelos ministros da Corte.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Dallagnol disse que a decisão da Corte foi “fraudada”. Ele conta com o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para recorrer a decisão. Na última quarta-feira (18/5), Lira disse que a perda de mandato de Dallagnol será analisada pela Corregedoria da Câmara dos Deputados e afirmou ainda que o ex-deputado poderá apresentar defesa, no entanto, não se posicionou nem favorável nem contrário a cassação.

Dallagnol deve recorrer da decisão do TSE no Supremo Tribunal Federal (STF), mas ainda não sabe quando. “Essa questão está sendo definida pelos nossos advogados. Estão estudando as possibilidades, redigindo as peças. Nós vamos recorrer até o fim, vamos lutar até o fim”

Deltan afirmou que está tentando marcar um encontro com Lira para apresentar as razões pelas quais ele entende que a cassação foi injusta. “Estou buscando marcar um encontro com ele para eu apresentar as razões pelas quais eu entendo que, não só é uma decisão injusta, mas que não deve ser executada de imediato pela Câmara dos Deputados antes de um posicionamento do Supremo Tribunal Federal”.

O ex-deputado também fez críticas à decisão unanime do TSE. “Com certeza o TSE errou. O TSE inventou uma inelegibilidade que não existe na lei. A legislação é objetiva e clara. É inelegível o membro do Ministério Público que sai na pendência de processo disciplinar. Isso não existia no meu caso, não existia nenhum processo disciplinar. A Constituição orienta que restrições de direitos fundamentais não podem ser interpretadas de modo extensivo”, disse Dallagnol.

Para o deputado cassado, a Corte critou uma “hipótese, um caso de inelegibilidade imaginário que não está previsto em lei”.

Na ocasião, os ministros do TSE alegaram que o ex-procurador não poderia ter deixado a carreira de Procurador da República para entrar na política porque estavam pendentes “sindicâncias, reclamações disciplinares e pedidos de providências e Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

A argumentação para o voto favorável à cassação foi que ele teria se exonerado do cargo de procurador em novembro de 2021, com a intenção de evitar que os processos que o Conselho Nacional do Ministério Público tinha contra ele se tornassem administrativos. Com base na legislação, magistrados não podem ter processos não julgados na esfera administrativa caso queiram disputar eleições.

“É como se eu fosse punido por um crime que eu não cometi, mas poderia cometer no futuro. Ou ainda pior, é como se eu fosse punido por uma possibilidade de que, no futuro, eu fosse exonerado”, rebate a decisão.

Na entrevista, Dallagnol ainda criticou o fato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estar elegível, mesmo tendo sido condenado durante a Operação Lava-Jato, e ele não.

“Como explicar para a sociedade brasileira que Lula, condenado em três instâncias por corrupção, está elegível e com mandato e que Deltan, que não foi investigado, acusado e processado criminalmente, muito menos acusado administrativamente, porque não existia PAD, se tornou inelegível? Como explicar essa absurda contradição? O TSE alegou que eu fraudei a lei, mas está muito claro que quem fraudou a lei foi o TSE. Certamente foi (um julgamento) político”, diz.

Na ocasião, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu anular os processos contra o Lula na 13ª Vara Federal de Curitiba, o que tornou o petista elegível novamente.

“O que eles fizeram foi um exercício de leitura de mente e que, por si só, não era suficiente. Teve que ser combinado com uma futurologia. Eles precisaram, primeiro, supor uma intenção e somar a três possíveis desdobramentos cumulativos. Isso não é possível porque não existe essa hipótese prevista na lei”, alega Dallagol.

Ao comentar as sindicâncias que poderiam virar PAD, Dallagnol disse que “todas as semanas” os procuradores envolvidos na Operação Lava-Jato sofriam “reclamações disciplinares”, mas alega que nunca roubou, corrompeu, torturou ou abusou para ser punido. Ele destaca que só foi “punido” por críticas ao STF e ao senador Renan Calheiros.

“É uma espécie de procedimento preliminar que é, simplesmente, uma capa dada a um pedido feito contra mim no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Todas as semanas, nós sofríamos reclamações disciplinares de pessoas e partidos investigados na Lava-Jato. Nós respondemos a dezenas, a centenas de reclamações disciplinares. Agora, elas só são convertidas em processo disciplinar quando existe viabilidade e fundamento. Quantos foram convertidos? Dois”.

Dallagnol ainda nega que pediu exoneração para evitar que os procedimentos virassem PAD e ele fosse impedido de se candidatar. De acordo com o ex-procurador, há uma regra que diz que quando um servidor responde a um procedimento que pode gerar sua demissão, ele não pode se exonerar.

“Eu pedi minha exoneração depois de receber um convite do (ex-senador) Álvaro Dias para lutar por mudanças no Brasil ao lado de Sérgio Moro que voltava ao Brasil para ser candidato à Presidência da República. A minha entrada na política dependia de uma série de negociações com os partidos. Isso não podia ser feito enquanto eu estava no Ministério Público, porque existe uma vedação de atividade político-partidária. Eu saí para poder manter conversas partidárias e isso precisava acontecer antes do prazo de filiação que era 6 meses antes da eleição”, explicou.

Do Em.com

Último dia da Enquete:(Como você avalia a gestão Eudes Barros?) Ainda há tempo termina as 23h00




Pois é amigos último da Votação para avaliamos a Gestão Eudes Barros irá terminar às 23h00 da Noite ainda tem tempo para você leitor Raposense vota. Não perca ...



Postado em: 19 de maio de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Depois do aumento na conta da água de Raposa, o abastecimento piorou e denúncias surgem todos os dias





Mais um morador de Raposa gravou um vídeo nesta sexta-feira (19) denunciando a péssima qualidade da água que chega às torneiras de muitos raposenses. 

O serviço autônomo de água e esgoto (SAAE) tem sido alvo de várias críticas da população nos últimos meses. 

Houve um reajuste no valor da tarifa das contas de água, aprovado pela Câmara Municipal com a promessa de melhorias no atendimento à população. No entanto, o que se observa é uma piora no serviço de abastecimento de água da pequena cidade da região metropolitana.

Até o momento, o prefeito municipal não tomou nenhuma providência para amenizar essas pendências. A autarquia continua sem fornecer explicações satisfatórias aos contribuintes.

Indignado com a baixa qualidade da água que chegou à sua residência, o morador separou uma quantidade em uma garrafa e procurou o Ministério Público Estadual para relatar o caso.




Maioria do STF vota para derrubar revista íntima em visitas a prisões

Edwirges Nogueira*Agência Brasil

Nesta sexta-feira (19), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para tornar inconstitucional a realização de revista íntima a visitantes em presídios. Até o momento, seis ministros da Corte votaram com o entendimento de que o procedimento viola os princípios da dignidade e da proteção à intimidade.

A decisão vai impedir a prática, que consiste no visitante precisar ficar parcial ou completamente nu, envolvendo agachamento e observação de órgãos genitais. O procedimento é adotado em presídios para controle de segurança das pessoas que chegam às unidades, sendo aplicada aos familiares dos presos. Este tipo de revista é realizado em homens e mulheres, mas, no caso das mulheres, elas precisam tirar a roupa e agachar sobre um espelho.

A maioria dos ministros também votou para que as provas obtidas com a prática sejam ilícitas. Assim, objetos encontrados nas revistas íntimas, como drogas ou celulares, não podem ser considerados para uma eventual responsabilização.

IG