Postado em: 17 de abril de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Professor Luís Trabulsi detalha cursos e ações da Escola do Legislativo no ‘Café com Notícias’


O professor Luís Trabulsi, da Escola do Legislativo do Maranhão (Elema), conversou sobre o trabalho realizado pela instituição e sobre projetos e atividades futuras no programa ‘Café com Notícias’ desta segunda-feira (17), na TV Assembleia. A atração é apresentada pela jornalista Elda Borges.

“Nós fazemos o trabalho de capacitação do servidor, mas também oferecemos cursos para a comunidade”, assinalou ele, exemplificando com a realização de dois cursos sobre Regimento interno da Assembleia, um específico para os assessores parlamentares da Casa e outro aberto aos candidatos inscritos no concurso da Assembleia.

O professor Luís Trabulsi detalhou que a programação de capacitações da Elema atende às demandas sugeridas pela comunidade. O curso sobre a nova Lei de Licitações (nº 14.133/2021), segundo ele, foi uma necessidade atendida diante da entrada em vigor da legislação – seria no mês de abril, mas a antiga foi prorrogada até o fim do ano pelo governo federal. “Nós conversamos e fizemos um planejamento para atender a demanda”, destacou.

Luís Trabulsi ressaltou que um dos próximos cursos a serem realizados pela Elema é sobre Educação Financeira e ocorrerá de 25 a 27 de abril. Aberto ao público, é ministrado por ele e está com inscrições abertas. Observou que, nas aulas, o tema é trabalhado em forma de escada, com os alunos avançando degrau a degrau até aprender a lidar com o dinheiro.

Ele tratou, ainda, sobre o programa de visitas guiadas ao Parlamento, que tem por objetivo aproximar mais a comunidade do Legislativo, abrindo as portas do Palácio Manuel Beckman para instituições interessadas. “É uma troca de experiência muito boa”, observou.

O programa 'Café com Notícias' vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 9h, na TV Assembleia (canal aberto digital 9.2; Maxx TV, canal 17; e Sky, canal 309).


Agência Assembleia

Gaguinha de Ilhéus, ex-Pânico, faz harmonização facial; veja resultado

 

Foto: @espelhoespelhomeutatui/Reprodução/Instagram

Famosa pela sua participação no programa Pânico na TV, da Band, a humorista Solange Damasceno, conhecida como Gaguinha de Ilhéus, também aderiu à moda da harmonização facial.

“A única harmonização facial que deu certo”, escreveu um seguidor de Solange. “Ficou ótimo”, comentou outra.

Aos 70 anos, a humorista recorreu à uma clínica de estética para realizar o procedimento. O resultado foi publicado nas redes sociais da Espelho, Espelho Meu, esta semana.

Os profissionais que fizeram o procedimento em Solange também foram os responsáveis pelas harmonizações dos atores Dedé, Raul Gazolla e Sérgio Mallandro. Em sua conta no Instagram, Solange angariou diversos elogios.

 Com informações do Metrópoles.

Postado em: 16 de abril de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Um novo momento para os povos indígenas


Por Carlos Brandão

As primeiras tomadas de decisão do presidente Lula, logo que assumiu a Presidência, já demonstraram que o Brasil retomará o respeito à cidadania. E entre todas as medidas, uma em especial deve, realmente, ser comemorada com entusiasmo. A criação do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), com lugar no orçamento federal, é fundamental para a implantação e retomada de políticas públicas esquecidas pelo governo anterior e dá a sensação de pertencimento, a visibilidade necessária para o enfrentamento de problemas históricos. E isso ficou evidente com a edição da Instrução Normativa Conjunta nº 2, de 16 de janeiro de 2023, revogando dispositivos para que não indígenas pudessem explorar madeira em terras indígenas. É apenas o início de uma mudança de postura fundamental para a proteção dos povos originários e também de nossas florestas. E o fato da primeira ministra ser uma maranhense é algo que nos orgulha e nos traz ainda mais responsabilidade.

Sônia Guajajara nasceu na terra indígena de Arariboia (município de Amarante) e faz parte do povo Guajajara/Tentehar. Primeira indígena eleita deputada federal pelo estado de São Paulo, é formada em Letras e em Enfermagem pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e pós-graduada em Educação Especial. Em maio do ano passado, por seu trabalho como ativista dos direitos dos povos indígenas, foi eleita, pela revista americana Time, uma das 100 mulheres mais influentes do mundo. Agora, tem o desafio de efetivar a demarcação de terras indígenas, de combater o garimpo ilegal e de implementar políticas de proteção, que incluem a prestação de serviços básicos como política de saúde e de educação.

Há poucos dias a recebi no Palácio dos Leões e conversamos muito sobre a situação dos mais de 55 mil indígenas no Maranhão. Alinhamos sobre a criação de um grupo de trabalho, que envolva as prefeituras e os governos estadual e federal, atuando na coordenação de ações voltadas à segurança e à melhoria da qualidade de vida dos indígenas. Mais um passo importante em nosso estado, que é o primeiro do país a instituir o Estatuto Estadual dos Povos Indígenas, criando o Sistema Estadual de Proteção a essa população e determinando um conjunto de normas e diretrizes para a garantia, no território maranhense, do respeito e da valorização das crenças, costumes, tradições, usos, línguas, cultura e especificidades de cada povo indígena.

Essa semana, dia 19, comemoramos o Dia dos Povos Indígenas, celebrando a diversidade das culturas e suas histórias. Nosso governo segue o compromisso de combater o preconceito e garantir direitos. No Maranhão, toda a nossa equipe trabalha em busca da melhoria da qualidade de vida de todos. A boa convivência, com harmonia e respeito, é princípio fundamental para que possamos, todos juntos, como um único povo, buscar o desenvolvimento sustentável, a geração de emprego e renda, a garantia da paz e o combate à fome.

A luta indígena vive outra perspectiva no Brasil e no Maranhão. E com a parceria, cada vez mais consolidada, com o governo federal, temos certeza de que vamos avançar muito mais na defesa dos direitos dos povos originários.

Postado em: 15 de abril de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Felipe Camarão devolve o comando do Governo do MA a Carlos Brandão


Na noite deste sábado (15), o governador em exercício do Maranhão, Felipe Camarão (PT), deixou o comando do Palácio dos Leões, devolvendo ao governador Carlos Brandão (PSB), que retornou de viagem internacional.

Camarão fez questão de agradecer o apoio que recebeu durante o período em que passou como governador do Maranhão e divulgou um vídeo fazendo um rápido balanço da sua passagem no comando do Palácio dos Leões.

“O governador Carlos Brandão reassume o Governo do Maranhão e eu só tenho a agradecer a todos os que estiveram comigo, me ajudando, nesses dias em que estive à frente do governo interinamente. Tive a honra de receber no Palácio dos Leões alguns segmentos que são fundamentais para o MA: a exemplo dos Movimentos Sociais, indígenas, pescadores, professores e também dezenas de lideranças, prefeitos e deputados estaduais e federais. Vocês podem contar sempre com a gente! Aproveito ainda para agradecer a receptividade da equipe do governador Brandão, comigo e com a minha equipe. Estamos juntos, trabalhando por um MA cada vez melhor”, destacou.

Felipe Camarão volta ao comando da Secretaria de Educação do Maranhão, que durante o período teve como gestor principal Anderson Lindoso.

Governo se compromete a melhorar escolas, fortalecer saneamento e compras da agricultura familiar nas comunidades indígenas

 



No Palácio dos Leões, o governador em exercício Felipe Camarão, acompanhado dos secretários estaduais Bira do Pindaré e Abigail Cunha, respectivamente, da Agricultura Familiar e da Mulher, recebeu lideranças dos povos indígenas maranhenses, nesta sexta-feira (14), para diálogo sobre as necessidades de cada comunidade.

A conferência contou com a participação de representantes dos povos de cidades como Grajaú, Barra do Corda, Arame, Jenipapo dos Vieiras, Itaipava do Grajaú e Fernando Falcão. 

“Por determinação do Governador Carlos Brandão, eu, no exercício da governança, recebi representantes dos povos indígenas de várias cidades. Nós debatemos temas relacionados à agricultura familiar, à saúde, à infraestrutura e, especialmente, à educação”, pontuou o governador em exercício, Felipe Camarão.

A reunião aconteceu em desdobramento do diálogo ocorrido entre o governador Carlos Brandão, ministra dos Povos Indígenas (MPI), Sônia Guajajara, e comitiva indigenista no último dia 6 de abril, que buscou firmar uma atuação colaborativa entre as prefeituras e os governos Estadual e Federal, visando a atualização, eficiência e a efetividade das políticas públicas aos indígenas.

“Após reunião com a ministra Sônia Guajajara, o governador determinou que toda a sua equipe, inclusive, a nós Seduc, fizéssemos um cronograma de reforma e revitalização de todas as escolas indígenas, que será discutido com os povos. Eu tenho certeza que, nos próximos dias, teremos muitas ações para o povo indígena no Maranhão”, completou o também secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão.

O secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Bira do Pindaré, destacou a grande preocupação das comunidades indígenas em relação ao saneamento, e se comprometeu a inserir as demandas dos indígenas no projeto que leva abastecimento de água às comunidades rurais. Bira também assegurou a ampliação do Programa de Compras da Agricultura Familiar (Procaf).

“Aqui, nós assumimos o compromisso de receber as demandas e equacionar dentro do nosso programa que leva água às comunidades rurais, atendendo, assim, as comunidades indígenas. Além disso, iremos fortalecer o Procaf Indígena, que garante a compra governamental dos produtos da agricultura familiar produzido pelos povos indígenas”, assegurou o secretário da SAF.

Cacique Libiana, da Aldeia Mainumy, destaca a esperança de melhores condições aos povos indígenas maranhenses, em especial, a partir do reforço às ações de reforma e revitalização das escolas nas comunidades.

“Essa reunião foi muito proveitosa com o governador interino Felipe Camarão, ele recebeu as nossas demandas de aldeias de várias cidades do Maranhão. Nós acreditamos em um governo que vai fazer o bem para o povo indígena. Ele prometeu que tudo vai mudar a situação para melhor, já teve a liberação para a reforma de várias escolas. O povo indígena está muito feliz”, destacou a líder indígena.

Por Que Judas Iscariotes Traiu Jesus?


Muitas pessoas se perguntam por que Judas Iscariotes traiu Jesus, e as mais variadas respostas têm sido dadas. Alguns argumentam que Judas não aceitou o caráter espiritual do reino estabelecido por Jesus, e tentou forçá-lo a assumir seu poder, declarando-se publicamente como Messias, no sentido nacionalista, e governar a nação.

Outros sugerem que ele apenas estava tentando proteger Jesus de suas próprias pretensões messiânicas, isto é, um tipo de amigo tentando proteger o outro. Há também quem afirme que Judas Iscariotes traiu Jesus motivado por suas ambições frustradas de que teria parte num futuro governo terreno estabelecido pelo Messias, e quando descobriu que isso não aconteceria, frente aos seus anúncios de morte iminente, com seu orgulho ferido resolveu trair o Senhor.

Ainda há aqueles que defendem que Judas Iscariotes era uma pessoa simplesmente impotente diante do papel que lhe havia sido determinado, e assim quase que o eximem da culpa de ter traído Jesus. Na verdade alguns o isentam totalmente dessa culpa, chegando, inclusive, a elegê-lo como um tipo de santo ou herói que no final acabou sendo salvo. Saiba mais sobre se Judas foi salvo.

Por que Judas traiu Jesus?

Antes de tentarmos entender por que Judas traiu Jesus, precisamos considerar a forma com que os textos bíblicos se referem a ele. Sem hesitação, os escritores bíblicos o designam como “ladrão”, “traidor” e alguém que foi instrumento nas mãos do diabo (João 6:70,71). O próprio Jesus o menciona como “o filho da perdição” (João 17:12).

Logo, sem dúvida no ato da traição estavam inclusos os traços de seu caráter reprovado, como sua ambição, frustração, egoísmo, avareza, cobiça e orgulho, mas certamente podemos dizer que todas essas sinistras características convergiam na terrível impenitência daquele traidor.

Aparentemente Judas estava tão próximo de Jesus, mas na realidade havia uma distância tão grande entre eles. Ele nunca creu no Senhor (João 6:64), sua máxima devoção foi apenas enxergá-lo como um professor (Mateus 26:25).

O pastor William Hendriksen, em seu comentário do Novo Testamento, observa que “entre o coração egoísta de Judas e o coração infinitamente generoso de Jesus havia um abismo tão imenso, que ou Judas teria de implorar ao Senhor que lhe outorgasse a graça da regeneração e a plena renovação, pedido que o traidor perversamente se negou a fazer, ou teria de oferecer sua colaboração para se ver livre de Jesus”.

Diante de toda essa impiedade, naturalmente surge uma dúvida: poderia ele ter agido diferente? E essa dúvida nos leva ao próximo ponto que precisamos considerar.

Judas foi predestinado a trair Jesus?

A resposta para essa pergunta precisa ser entendida sob dois aspectos: a soberania divina e a responsabilidade humana. Combinado a tudo o que foi dito sobre o caráter de Judas Iscariotes, também é verdade que no Antigo Testamento encontramos profecias acerca da pessoa que haveria de trair Jesus Cristo, e do próprio ato da traição (Salmos 41:9; 55:12-14; Zacarias 11:12; cf. Salmos 69:25, 109:8; Atos 1:16-20), e nesse caso, o Novo Testamento nos revela que Judas Iscariotes foi essa pessoa.

O próprio Jesus mencionou tais profecias ao dizer: “O Filho do Homem vai segundo o que está determinado” (Lucas 22:22; cf. Mateus 26:24). Ao dizer isto, Jesus está dizendo que tudo o que lhe estava ocorrendo, inclusive sua traição, prisão e morte, está integralmente de acordo com o decreto eterno de Deus.

Se o versículo terminasse aqui, talvez alguém pudesse até tentar advogar a inocência de Judas frente à soberania de Deus, mas não é isso o que acontece. Na mesma frase em que Jesus aponta para os decretos eternos de Deus revelados através das Escrituras, Ele também trata de apontar de forma clara e indiscutível para a responsabilidade humana: “Mas ai daquele por intermédio de quem o Filho do Homem está sendo traído” (Lucas 22:22).

O texto em Mateus ainda acrescenta algo mais: “Bom seria para esse homem se não tivesse nascido” (Mateus 26:24). Tamanha foi a culpa de Judas que, a única maneira de ele não ter sido culpado, seria se ele não tivesse nascido. Mas ele nasceu, traiu Jesus e cumpriram-se as Escrituras.

Sim, por mais que não consigamos entender como pode ser possível, a verdade bíblica é a de que Deus é soberano e o homem é responsável. A soberania de Deus e a responsabilidade humana são duas verdades que não se anulam, ao contrário, elas andam juntas nas Escrituras.

Podemos dizer que Judas agiu livremente dentro de sua depravação, ele foi tão livre quanto pôde ser dentro do que sua natureza caída lhe possibilitava. Por sua própria ignorância ele resolveu não reconhecer um ato de adoração sincera (João 12:4,5), por sua própria escolha ele resolveu roubar os recursos que lhes tinham sido confiado (João 12:6), bem como por sua própria responsabilidade ele foi capaz de trair Jesus.

Portanto, a predestinação divina, com relação a tudo o que ocorreu, não privou Judas Iscariotes de um caminho de arrependimento, apenas o confirmou em seu próprio caminho, um caminho mal e perverso. Sim, o pecador não pode culpar a predestinação divina por sua condenação ao inferno, mas sim sua própria vida de pecado (cf. Romanos 9:19,20).

Judas estava tão consciente de sua atitude que, mesmo ouvindo de Jesus as duras palavras acerca da pessoa a qual o haveria de trair, ele não desistiu de seu plano, ao contrário, com uma assombrosa hipocrisia ele ainda tem a desfaçatez de perguntar: “Porventura sou eu, Rabi?” (Mateus 26:25).

Portanto, Jesus foi traído porque assim foi determinado por Deus desde a eternidade, e Judas o traiu porque foi uma pessoa perversa que rejeitou a revelação de que Cristo é o Filho do Deus vivo, e instigado pelo Diabo, ele não se importou em entregar Jesus por trinta moedas de prata. Dessa forma, ele foi plenamente responsável por suas ações e certamente será punido por toda a eternidade.

Algumas pessoas perguntam: Poderia ter sido outra pessoa e não Judas? A resposta é um definitivo “não”. Aliás, não há como responder a essa pergunta de outra forma sem que subestimemos ou mesmo afrontemos os atributos de Deus.

Como poríamos dizer que Deus é soberano e onisciente, de tal forma que decretou aquele momento da traição, a qual se cumpriu meticulosamente conforme foi determinado, e ao mesmo tempo acreditar que a identidade do traidor não havia sido contemplada em seu decreto, ou mesmo que tal identidade lhe era desconhecida?

A menos que afirmemos que Deus abriu mão dos atributos da onisciência e onipotência com relação a esse ponto, tal afirmação é completamente ilógica. Como não ousaria, jamais, ao menos supor que em algum momento o único Deus verdadeiro, criador de todas as coisas, se tornou menos divino ao abrir mão de seus atributos, prefiro, sem sombra de dúvida, mesmo que seja difícil entender, acreditar que nada, nenhum detalhe, nem mesmo a pessoa de Judas, tenha fugido do controle daquele que tem todo poder.

O apóstolo João escreveu: “Jesus sabia, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que haveria de o entregar” (João 6:64). Perceba que se afirmarmos que poderia ter sido outra pessoa, e não Judas, precisamos também afirmar a possibilidade de Jesus ter se enganado. Sim, para não ter sido Judas, o próprio Jesus teria que ter errado, mas ele sabia, sem qualquer possibilidade de erro, “quem era o que haveria de o entregar”.

Assim, Judas traiu Jesus porque para ele, um pecador impenitente, a vida do Filho de Deus valia simplesmente 30 moedas de prata, curiosamente uma quantia talvez até dez vezes menor do que o valor do unguento derramado por uma verdadeira seguidora de Cristo em seu ato de sublime devoção (João 12:5).

Direito de Resposta do Vereador Elenildo Rocha


Direito de resposta à publicação deste blog do dia 14/04 

Elenildo Rocha X Eudes Barros

https://www.blogdoezequielneves.com/2023/04/elenildo-rocha-x-eudes-barros.html?m=1

O Blog do Ezequiel Neves vem se retratar quanto à publicação vinculada no dia 14 de abril de 2023, em relação ao Vereador Elenildo Rocha referente aos seguintes pontos:

1_ Biografia

 Elenildo Rocha, é casado, pai de três filhas, evangélico Assembleiano, Empreendedor, Vereador e estudante de Direito (6°período/10), nascido e criado em Raposa, filho de Maria Santa de Assunção Neto, Agente de saúde há mais de 20 anos em Raposa e de Eliseu Lisboa Rocha (mais conhecido como Uai), Pescador e comerciante.

Foi candidato pela primeira vez em 2016, pelo partido PMDB. Disputando novamente em 2020, sendo eleito Vereador pelo Partido Republicano.

2_ Eleições 2022

Nas eleições de 2022, o vereador Elenildo Rocha, apoiou para Presidente e Governo do Estado seguindo suas convicções, pensando no bem comum para o nosso povo e exercendo seu livre direito democrático. 

3_ Elenildo X Eudes

 O vereador esclarece que, no uso de suas atribuições constitucionais e regimentais, faz uso da mesma em prol do bem comum do Povo de Raposa.    Não existe briga entre o Vereador e o Prefeito, mas sim um trabalho sério e com compromisso por parte deste parlamentar, posto que algumas atribuições do vereador é: Legislar, Fiscalizar e Representar.   Embora, os poderes devam ser harmoniosos entre si, também devem ser independentes, isso que o vereador vem fazendo para o bem comum da população.


4_Sobre seu mandato e apoio para Prefeitura em 2024

  O Vereador deixa claro que, o mandato sempre esteve e estará à disposição do povo.  Ou seja, quem manda no vereador é o próprio povo que o elegeu.

 O vereador Elenildo Rocha, aproveitou também para reiterar que, na Eleição Municipal de 2024, estará apoiando para Prefeito o empresário Júnior Passinho, e que acredita que através desse, nossa cidade estará no rumo certo.


Da assessoria do Vereador Elenildo Rocha