Postado em: 9 de março de 2023 | Por: Ezequiel Neves

VÍDEO: Ex-Prefeito de Raposa, José Laci anuncia obras e investimentos do Governo Estadual no Município

 




O ex-prefeito do município de Raposa, José Laci (PSB), gravou vídeo (assista acima) na tarde desta quinta-feira (09) no qual anuncia a execução de mais duas obras do governo do Maranhão na cidade.

De acordo com o pai da também ex-prefeita Talita Laci, o governador Carlos Brandão autorizou a revitalização do Porto do Braga e a pavimentação da Travessa Beira-Rio que fica ao lado do CIMAR – Centro de Instrução do Mar.

“Tive a grata satisfação de receber uma ligação do nosso governador Carlos Brandão que me falou que autorizou o secretário Aparício Bandeira a iniciar a obra do Porto do Braga e de brinde nós ganhamos a Travessa Beira-Rio. É isso que tenho a dizer a vocês e vamos concluir a obra. Obrigado governador Carlos Brandão”, agradeceu Laci no vídeo.

A propósito, o líder político José Laci é aliado de primeira hora do governador do Maranhão Carlos Brandão – com quem preserva relação política de mais de duas décadas. E tudo que diz respeito ao município de Raposa e ações que visem a melhoria da qualidade de vida dos raposenses Laci e Brandão estão sempre bem alinhados.


Fonte: Blog do Domingos Costa 

Mulher morre ao ser atropelada por viatura da PM em Bacabal

 


Uma mulher morreu ao ser atropelada por uma viatura da Polícia Militar de Bacabal, a 252 km de São Luís. O caso foi registrado na manhã desta quarta-feira (08), por volta das 9h15, na Estrada da Bela Vista.

De acordo com as informações de testemunhas e conforme vídeo que registrou o acidente, a vítima seguia pilotando uma motocicleta quando, em determinado momento, foi atingida pela viatura, que vinha logo atrás.

 Yara Alves não resistiu e faleceu no local. Ela deixa dois filhos.

O comando do 15º BPM emitiu Nota de Pesar e informou que instaurou procedimento administrativo – IPM (Inquérito Policial Militar) – para apurar as circunstâncias do caso. Confira a nota divulgada pelo 15º BPM:

Postado em: 8 de março de 2023 | Por: Ezequiel Neves

Mulher é presa suspeita de agredir na mãe de 80 anos e atear fogo na casa


Uma mulher de 36 anos, que é suspeita de agredir fisicamente com um galho de árvore e atear fogo na casa da própria mãe, foi presa pela Polícia Militar (PM), na tarde dessa terça-feira (7), em Buriti Bravo, a 501 km de São Luís. A vítima é uma idosa de 80 anos de idade.

A polícia foi acionada por vizinhos que notaram uma fumaça preta saindo do teto do imóvel onde a idosa, identificada como Olinda da Silva de Andrade, mora. Ao chegar no local, os militares se depararam com um colchão em chamas no quarto da vítima, as chamas foram apagadas pelos policias com um auxílio de uma caixa d’água da própria residência.

A mulher suspeita de ser autora das agressões e de ter ateado fogo no quarto da idosa, identificada como Isabel Andrade, tentou fugir do local, mas acabou sendo presa pelos policiais. Segundo a polícia, a filha da idosa teria tido um surto psicótico, o que motivou as atitudes agressivas.

A idosa foi encaminhada pelos policiais ao Hospital Municipal de Buriti Bravo, com lesões na cabeça e em um dos braços. Já a suspeita das agressões foi apresentada na delegacia da cidade para as medidas cabíveis.

Leia a íntegra do discurso de Lula no Dia Internacional das Mulheres

Leia a íntegra do discurso de Lula no Dia Internacional das Mulheres (Foto: Ricardo Stuckert)

Íntegra do discurso lido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia alusiva ao Dia Internacional das Mulheres, realizada no Palácio do Planalto, em 8 de março de 2023.

Houve um tempo em que o 8 de março era comemorado com distribuição de flores para as mulheres – enquanto os outros 364 dias do ano eram marcados pela discriminação, o machismo e a violência.

Hoje, nós estamos aqui comemorando o 8 de março com o respeito que as mulheres exigem.

Respeito em todos os espaços que elas queiram ocupar – seja no trabalho, em locais públicos, na política ou dentro de suas próprias casas.

Respeito que nós lutamos para construir quando governamos este país.

Respeito que faltou ao governo anterior, quando optou pela destruição de políticas públicas, cortou recursos orçamentários essenciais, e chegou a estimular de forma velada a violência contra as mulheres.

Tenho a satisfação de dizer a vocês que o Brasil voltou. Voltou a respeitar as mulheres. Voltou para combater a discriminação, o assédio, os estupros, o feminicídio e todas as formas de violência contra as mulheres.

As estatísticas mostram que todos os dias – inclusive neste 8 de março em que comemoramos o Dia das Mulheres – três brasileiras são assassinadas pelo simples fato de serem mulheres.

É intolerável que enquanto participamos desta solenidade, uma mulher ou uma menina esteja sendo estuprada a cada dez minutos.

Estamos apresentando hoje um pacote de medidas para colocar um fim nessa barbárie. Mas é preciso ir além do combate à intolerável violência física contra as mulheres.

Quando aceitamos que a mulher ganhe menos que o homem no exercício da mesma função, nós estamos perpetuando uma violência histórica contra as mulheres.


Quando negamos às mães solo o direito de criar os seus filhos com dignidade e segurança, nós estamos normalizando uma violência contra as mulheres.

Quando deixamos de construir creches para que as mães possam trabalhar em paz, sabendo que seus filhos serão bem cuidados, nós estamos cometendo uma violência contra as mulheres.

Quando deixamos de criar condições para que as meninas abracem a profissão que desejarem, inclusive em áreas ligadas à ciência e à tecnologia, nós estamos sendo coniventes com essa violência contra as mulheres.

Quando aceitamos que as mulheres, embora sejam 52% da população brasileira, ocupem apenas 17,7% das cadeiras na Câmara dos Deputados, nós estamos fechando os olhos para mais uma violência contra as mulheres.

Quando aceitamos como natural que uma única mulher seja obrigada a enfrentar a fila do osso para alimentar a família, nós estamos cometendo uma violência contra todas as mulheres.

São muitas as formas de violência contra as mulheres. E é dever do Estado, e de toda a sociedade, enfrentar cada uma delas.

Minhas amigas, e também meus amigos.

Nada, absolutamente nada, justifica a desigualdade de gênero. A medicina não explica, a biologia não explica, a anatomia não explica.

Talvez a explicação esteja no receio dos homens de serem superados pelas mulheres. E isso não faz sentido algum. Primeiro porque as mulheres querem igualdade, e não superioridade. E segundo porque quanto mais as mulheres avançam, mais o país avança, e isso é bom para toda a população.

Infelizmente, esse não é um problema exclusivo do Brasil. A Organização das Nações Unidas acaba de divulgar um estudo sobre a disparidade de renda e a desigualdade entre homens e mulheres no mundo inteiro, e concluiu que ela é ainda mais profunda do que imaginávamos.

A conclusão assustadora do estudo é que a humanidade levará 300 anos para alcançar a igualdade entre mulheres e homens, se permanecerem as condições atuais.

Por isso, que nós não podemos aceitar que essas condições atuais sejam mantidas. A igualdade de gênero não virá da noite para o dia, mas precisamos acelerar esse processo.

Se dependesse deste governo, a desigualdade acabaria hoje por decreto. Mas é preciso mudar políticas, mentalidades e todo um sistema construído para perpetuar privilégios dos homens. E isso, minhas amigas, só é possível com muita luta.

Nenhum dos avanços das mulheres foi dado de mão beijada. Todos foram conquistados com muita luta.

As mulheres estiveram presentes nas grandes lutas deste país. Quando falamos da Independência do Brasil, é preciso lembrar do 2 de julho na Bahia, quando os portugueses foram finalmente derrotados. Essa luta tem três grandes símbolos: Maria Quitéria, Joana Angelica e Maria Felipa.

Quando falamos do enfrentamento à ditadura, é preciso lembrar de Dilma Rousseff e de tantas outras jovens mulheres que não fugiram à luta, e pagaram um alto preço por isso.

Minhas amigas, e também meus amigos.

As mulheres tiveram protagonismo em vários momentos-chave da nossa história recente: a redemocratização, a Anistia, as Diretas Já e a Constituinte.

Mas quando falamos de luta, não falamos apenas de batalhas políticas. O que seria das artes e da cultura sem Carolina de Jesus, Tia Ciata, Elza Soares, Clarice Lispector, Beth Carvalho, Tarsila do Amaral e tantas outras mulheres extraordinárias?

Imagino quantas vezes a menina Marta ouviu dizer que futebol era coisa de homem, antes de se tornar um dos maiores nomes do futebol brasileiro de todos os tempos.

E quantas vezes a cientista Jaqueline Goes de Jesus, que mapeou o genoma do coronavírus, precisou teimar até conquistar o respeito de seus pares.

E quantos obstáculos Tarciana Medeiros e Rita Serrano tiveram que transpor até chegar aos cargos máximos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

Quero terminar dizendo que o respeito às mulheres é valor inegociável em todas as esferas do Executivo Federal. Criamos o Ministério das Mulheres, temos 11 mulheres à frente de ministérios, mas todos os ministérios e cada integrante deste governo é corresponsável pelas políticas e ações direcionadas às mulheres.

Por isso, quando digo que o Brasil voltou, é preciso acrescentar: o Brasil voltou, e precisa de todas e de todos. E eu tenho a certeza de que poderemos contar com vocês na reconstrução de um país mais justo, menos desigual e mais inclusivo.

Um grande abraço.

Lula: “O Brasil voltou para combater o assédio e a violência contra a mulher”

 

Lula: "Quando aceitamos que a mulher ganhe menos que o homem no exercício da mesma função, nós estamos perpetuando uma violência histórica contra as mulheres” (Foto: Ricardo Stuckert)

Após anos de retrocesso na promoção de políticas públicas voltadas para as mulheres, desde o golpe misógino que tirou Dilma Rousseff da Presidência em 2016, as brasileiras finalmente voltaram a ser respeitadas. A comemoração do Dia Internacional da Mulher, nesta quarta-feira (8), foi marcada pelo anúncio de um conjunto de medidas para reparar injustiças históricas e devolver a dignidade para a mulher brasileira, duramente atacada pelo governo Bolsonaro.

Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Lula e a ministra da Mulher, Cida Gonçalves, detalharam as ações, entre elas o decreto que estabelece a igualdade salarial para mulheres e homens que exercem a mesma função.

“Houve um tempo em que o 8 de março era comemorado com distribuição de flores para as mulheres, enquanto os outros 364 dias do ano eram marcados pela discriminação, o machismo e a violência. Hoje, comemoramos o 8 de março com o respeito que as mulheres exigem”, discursou o presidente Lula.

Ele falou diante de autoridades do governo, da ex-presidenta Dilma Rousseff e de representantes de movimentos sociais como a Marcha das Mulheres Indígenas, a Marcha das Mulheres Negras e a Marcha das Margaridas, cujas representantes também discursaram. Em celebração à data, dezenas de movimentos organizaram atos pelo Dia das Mulheres em todo o país.

Lula lamentou o desrespeito do governo anterior e os ataques que as mulheres sofreram nos últimos quatro anos, fruto de uma estratégia de desmantelamento das políticas para promover a igualdade de gênero que marcaram os governos do PT. Ele garantiu que o tempo de abandono acabou.

“Respeito às mulheres que faltou ao governo anterior, quando optou pela destruição de políticas públicas e chegou a estimular de forma velada a violência contra mulheres. Mas o Brasil voltou. Voltou para combater a discriminação, o assédio e todas as formas de violência”, destacou Lula.

O presidente afirmou que é inaceitável o atual quadro de violência contra as mulheres, agravado pela omissão do último governo. “As estatísticas mostram que todos os dias 3 brasileiras são assassinadas”, condenou o presidente. “É intolerável que uma mulher ou uma menina seja estuprada”, condenou.

“Violência histórica”

Lula reiterou que o pacote de medidas do governo pretende colocar um “fim nessa barbárie”, caso da criação do Dia Nacional Marielle Franco, para marcar o enfrentamento à violência política de gênero e de raça.

“Mas é preciso ir além do combate”, enfatizou, elencando medidas para garantir equiparação salarial. “Quando aceitamos que a mulher ganhe menos que o homem no exercício da mesma função, nós estamos perpetuando uma violência histórica contra as mulheres”, protestou.

“Se dependesse do nosso governo, a desigualdade acabaria hoje por decreto”, comparou. “Mas é preciso mudar políticas, mentalidades e todo um sistema construído para perpetuar privilégios dos homens. E isso só é possível com muita luta. Todos os avanços foram conquistados com muita luta”, clamou Lula.

“Com a lei da equiparação salarial que apresentamos agora, fizemos a questão de colocar a palavra “obrigatoriedade”, quem trabalha na mesma função, com a mesma competência. A mulher tem o direito de ganhar o mesmo salário”, apontou Lula.

Mulheres de luta

Lula exaltou a atuação de brasileiras que fizeram história na luta pela independência do país, a exemplo de Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa e daquelas que enfrentaram a ditadura, como a ex-presidenta Dilma Rousseff.  “É preciso lembrar da companheira Dilma Rousseff e tantas outras jovens mulheres que não fugiram à luta e pagaram um alto preço por isso”, discursou.

“As mulheres tiveram protagonismo em vários momentos-chave da nossa história recente: a redemocratização, a anistia, as Diretas Já e a Constituinte”, lembrou, citando ainda dezenas de  mulheres que transformaram a história do país.

“Quantas vezes a cientista Jaqueline Goes de Jesus precisou teimar até conquistar respeito?”, questionou Lula. “E quantos obstáculos Tarciana Medeiros e Rita Serrano tiveram até chegar aos cargos máximos do Banco do Brasil e da Caixa?”, indagou.

Esforço coletivo

“Depois de seis anos, o 8 de março volta a ser celebrado com políticas públicas para as mulheres deste país”, afirmou a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.

“O que vocês veem aqui hoje é um enorme esforço coletivo para que políticas robustas sejam implementadas no sentido de enfrentar a violência contra as mulheres, promover a igualdade de gênero, a autonomia econômica, a saúde integral e a sua permanência, com direitos garantidos em todos os espaços”, pontuou.

Gonçalves detalhou a importância das ações na área social, como a volta do Bolsa Família, bem como a reconstrução de creches abandonadas pelos  últimos governos, a concessão de crédito a mulheres empreendedoras, e dezenas de ações voltadas para a saúde, cultura, turismo e direitos humanos.

“As mais de 40 ações preparadas para março – sendo 28 apenas no dia de hoje – mudarão a vida de incontáveis brasileiras”, assinalou a ministra. “São 956 milhões de reais do orçamento público apenas em 2023 destinados a essas ações”. Ainda sobre as ações, Cida destacou que “foram fruto de quase 60 dias de pactuação com os diversos Ministérios do Governo Lula, bancos públicos e outros órgãos, assim como do diálogo com o movimento de mulheres”. 

Pelo fim da violência de gênero

Cida clamou por um esforço de toda a sociedade pelo fim da misoginia e da violência de gênero no país. “Quero propor um pacto com a sociedade para que enfrentemos juntos a misoginia”, disse a ministra. “É primordial que o poder público faça seu papel. Mas precisamos ir além e continuar avançando na compreensão de que o desprezo e o ódio às mulheres não podem ser naturalizados”.

“A cada dia, três mulheres são mortas no Brasil pelo fato de serem mulheres”, protestou Gonçalves. “O enfrentamento ao feminicídio é uma luta política urgente”.

“Lutaremos contra a violência política de gênero por todas as mulheres perseguidas, que foram cassadas, que foram mortas”, disse, emocionada.  Lutaremos por Marielle Franco”.

Rio Anil Shopping é interditado por tempo indeterminado após incêndio


O comandante do Corpo de Bombeiro, Coronel Célio Roberto confirmou, nesta quarta-feira (8), que o Rio Anil Shopping permanecerá interditado por tempo indeterminado, por conta do incêndio registrado ontem.

O Corpo de Bombeiros confirmou a morte de duas jovens no cinema Cinesystem que fica localizado na área do shopping, Evelyn Gusmão, de 16 anos e o outro corpo, ainda sem identificação pode ser o de Yasmin Gomes, de 21 anos. Outras 13 pessoas ficaram feridas.

Em entrevista à Rádio Mirante AM, Coronel Célio Roberto disse que o incêndio teve origem em possível falta de ações preventivas. Ele adiantou que reparos vinham sendo feitos na parte de cima do local onde ocorreu o incêndio e que tudo será minuciosamente apurado para que de fato se descubra o que provocou o incêndio.

“O shopping seguirá interditado por indeterminado para alguns reparos que precisarão ser feitos e voltará a funcionar mediante laudos do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil”, disse.

“A gente vai apurar as causas, claro, mas esse incêndio começou no teto por algum motivo. Nós vamos ver quais foram as causas, se foi humana, se foi acidente. O certo é que nós tínhamos três salas de cinema que estavam funcionando o filme no momento da ocorrência. Como ela é toda isolada acusticamente, você que está dentro dela não percebe nada de barulho que está no seu entorno, no exterior, finalizou Coronel Célio Roberto.

O Corpo de Bombeiros fará um levantamento completo em todos os pontos do Rio Anil Shopping para que possíveis problemas possam ser sanados e o local liberado novamente para o público.

Foto: Reprodução

Confirmadas as identidades das vítimas fatais em incêndio em shopping de São Luís


Familiares fizeram a identificação dos dois corpos encontrados nos escombros da sala de cinema que pegou fogo na tarde dessa terça-feira (07), da Rede Cinesystem do Rio Anil Shopping, em São Luís.

A primeira a ser identificada foi a jovem Evellyn Gomes Gusmão Silva, de 16 anos. O corpo dele foi o primeiro a ser localizado, por volta das 22h30 dessa terça-feira (07).

A outra vítima é a jovem Yasmim Gomes Campos de 21 anos. O corpo dela foi encontrado já nesta madrugada, por volta das 1h30.

Imagens das duas vítimas haviam sido compartilhadas em diversas redes sociais, dando conta do desaparecimento de ambas após o ocorrido no shopping.