Postado em: 4 de outubro de 2022 | Por: Ezequiel Neves

Desgaste na Saúde da gestão de Eduardo Braide vira alvo de investigação que apura nepotismo e péssimas condições de hospitais


O prefeito de São Luís, Eduardo Bride (Sem partido), tem encontrado dificuldades para gerir o Sistema Municipal de Saúde, da capital maranhense.

Inúmeras denúncias demonstram a inconformidade dos moradores da ilha, com a gestão de Braide.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) tem recebidos reclamações pela péssima qualidade de serviços prestados pela Prefeitura de São Luís que envolve setores da Saúde, educação e infraestrutura.

A instituição instaurou pelo menos três inquéritos civis que vão apurar o desgaste da saúde pública de São Luís.

Uma das denúncias está lidada com as diversas “irregularidades físico-organizacionais e sanitárias da Unidade Básica de Saúde (UBS)”, localizado no Jardim São Cristóvão.

Um outro inquérito vai investigar “as irregularidades físico-organizacionais e sanitárias do Hospital Municipal de Urgência Emergência Clementino Moura “Socorrão II”.

Um terceiro inquérito vai apurar “eventual ocorrência de nepotismo e assédio moral praticados pela Direção-Geral do Pronto Socorro do Anil, assim como suas condições físico-organizacionais e sanitárias”.

Othelino é o favorito para nova eleição na Assembleia Legislativa

 

Apesar da renovação ter sido de cerca de 60% na Assembleia Legislativa, o atual presidente Othelino Neto (PCdoB) é o favorito para a nova eleição, que irá ocorrer em fevereiro do ano que vem.

Além de contar com o apoio do governador reeleito Carlos Brandão (PSB), Othelino deverá ter o apoio maciço dos deputados que se reelegeram e já iniciou conversas com os eleitos e que assumem em 2023.

Nesta terça-feira (04), Othelino já conversou com os deputados eleitos Júlio César Mendonça (PCdoB) e Francisco Nagib (PSB).

Othelino se reelegeu com cerca de 85 mil votos, segundo mais votado. O presidente da AL só não foi o mais votado pelo fato de também ter trabalhado na eleição da sua irmã, Flávia Alves (PCdoB), para a Câmara Federal. Na sua primeira eleição, Flávia Alves já ficou como primeira suplente.

Já existe jurisprudência para a continuidade de Othelino, caso se reeleja, no comando da Assembleia Legislativa. É que a partir de 2023, será um novo mandato, não a continuação.

Othelino tem trabalhado inclusive para um consenso em torno de uma única chapa, ou seja, sem eleição, apenas uma aclamação.

Brandão terá maioria absoluta na Assembleia Legislativa em 2023

 

Se o atual governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), ao assumir o parlamento maranhense encontrou uma Assembleia Legislativa dividida, pelo racha no seu grupo político, essa realidade não será repetida em 2023.

A partir do ano que vem, baseado no resultado das eleições do domingo (02), Brandão, além de ter conseguido se reeleger no 1º Turno, terá a maioria absoluta no parlamento estadual.

Somente os eleitos nos partidos que estão na coligação que apoiou Brandão, já teríamos 27 dos 42 deputados estaduais. Lembrando que o PSB elegeu 11 deputados, o PCdoB fez cinco, o PP fez quatro, o Patriota alcançou três, enquanto que MDB e Podemos, cada um fez dois.

Vale lembrar que ainda existe uma indefinição nos parlamentares eleitos pelo Republicanos e União. Isso sem falar na deputada Abigail Cunha (PL), que é esposa do prefeito de Barra do Corda, Rigo Teles, e ambos apoiaram Brandão para o Governo do Maranhão.

O governador também deve ter tratativas com os outros deputados e ter uma Oposição mínima, pelo menos no início do seu próximo mandato.

No Brasil foram 14 candidatos sem nenhum voto, um foi do MA

 

Portal R7 fez um levantamento do resultado das eleições do último domingo (02), em todo o Brasil, e constatou que 14 candidatos neste pleito eleitoral de 2022 terminaram, curiosamente, sem nenhum voto. Ou seja, nem mesmo o candidato votou nele.

Entre os 14 candidatos, um disputou a eleição no Maranhão. O candidato do Democracia Cristã (DC) Gonzalez Felipe Pereira Filho tentava um vaga na Assembleia Legislativa, mas não conseguiu nenhum voto.

O mais curioso é que o candidato, segundo o levantamento, ainda teria recebido um pouco mais de R$ 10 mil do diretório municipal do Democracia Cristã para participar de sua segunda eleição.

O Gonzalez Felipe Pereira Filho conseguiu superar o desempenho ruim que já havia tido em 2020. Na última eleição, o candidato sem voto em 2022, disputou uma vaga para a Câmara Municipal de Paço do Lumiar e, naquela oportunidade, teve somente 26 votos.

Difícil mesmo vai ser ele conseguir superar o terrível desempenho de 2022, onde nem ele mesmo votou em si.

Maranhenses rejeitam candidatos “famosos”


Candidatos que tentaram se aproveitar da sua “fama” nas redes sociais e tentaram se eleger para cargos públicos no Maranhão não caíram nas graças dos eleitores e foram descartados pelos maranhenses.

Dos mais conhecidos, Caneta Azul (PL) levou a melhor e conseguiu 7,3 mil para deputado estadual.

Chicão dos Teclados (PL) teve apenas 1,9 mil votos para deputado federal.

James Onda (PSD) teve somente 963 votos para deputado estadual.

Postado em: 3 de outubro de 2022 | Por: Ezequiel Neves

Homem é preso por violência domestica em Raposa



A Polícia Civil do Estado do Maranhão através da Delegacia Especial de Raposa, sob o comando do Delegado Marconi Caldas, prendeu na manhã de hoje em flagrante um homem pela prática do crime de violência Doméstica praticado contra a Companheira. 

A Prisão ocorreu hoje por volta das 11 hs no Porto do Braga ,Município de Raposa

TARCÍSIO E HADDAD DISPUTARÃO SEGUNDO TURNO NO ESTADO MAIS RICO DO PAÍS

 

Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) – Crédito: Rovena Rosa e Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os candidatos Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) disputarão o segundo turno para o governo de São Paulo em 30 de novembro. O resultado foi confirmado perto das 20h30 deste domingo (2/10).

Quem é Tarcísio de Freitas

Apadrinhado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) abraçou um desafio grande para quem disputa pela primeira vez uma eleição: eleger-se governador de São Paulo. Para convencer o eleitorado do estado mais rico do país – e comandado pelo PSDB há 28 anos –, ele pretende se apresentar como um homem pragmático, bom gestor e realizador de obras.

Nos últimos três anos e meio, Tarcísio de Freitas foi de técnico desconhecido do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a um dos ministros mais populares do governo de Jair Bolsonaro. Militar da reserva formado pelo IME e mestre em Engenharia de Transportes pela mesma escola, o engenheiro chegou ao Ministério da Infraestrutura como um nome técnico e aprendeu rápido a fazer política.

Na pasta, optou pela continuidade de projetos e obras iniciados nos governos anteriores porque sabia que grandes obras de infraestrutura costumam demorar mais do que um mandato para ficarem prontas. A estratégia gerou ao ministro a fama de concluir projetos inacabados. E ele soube trabalhar bem essa narrativa.

Acabou ganhando dos seguidores do presidente o apelido de “Tarcisão do Asfalto”. Já críticos o chamam jocosamente de “Odorico Paraguaçu”, em referência ao personagem fictício de um prefeito populista. “É dor de cotovelo da oposição”, disse, ao ser questionado pelo JOTA. “Tenho um estoque de realizações para mostrar”.

Quem é Haddad

Líder nas pesquisas eleitorais para o governo de São Paulo, o petista Fernando Haddad trabalha para furar a bolha progressista e conquistar especialmente o eleitorado mais conservador das cidades do interior.

Se um dia já foi apelidado dentro do próprio partido como “o mais tucano entre os petistas” pelo seu perfil intelectualizado, hoje Haddad conta justamente com o apoio do ex-governador e ex-tucano Geraldo Alckmin (PSB), em quem vem colando sua imagem para tentar atrair conservadores mais moderados que rechaçam Bolsonaro.

Esta é a quarta vez que Haddad disputa uma eleição. Depois de ser eleito prefeito de São Paulo em 2012, o petista não conseguiu se reeleger e perdeu para João Doria (PSDB). Também não teve êxito em derrotar Bolsonaro na disputa ao Planalto em 2018, quando substituiu o ex-presidente Lula, na época inelegível, já na metade da campanha.

Mesmo assim, Haddad manteve o recall da disputa e consolidou-se como uma importante liderança nacional, além de nome de confiança de Lula. Foi o ex-presidente, aliás, o responsável pelas suas candidaturas.

Jota