Postado em: 1 de fevereiro de 2018 | Por: Ezequiel Neves

Blog do Jorge Aragão: Presidente do TCE confirma que carnavais podem ser suspensos

Depois da decisão do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, que aprovou por unanimidade uma proposta de Instrução Normativa sobre as despesas com festividades realizadas pelo poder executivo municipal, consideradas ilegítimas despesas com eventos festivos diante de atraso do pagamento da folha salarial, muitos questionamentos foram feitos.
Entretanto, o próprio presidente do TCE-MA, o conselheiro Caldas Furtado, concedeu entrevista, exclusiva ao programa Ponto Final da Rádio Mirante AM, apresentado pelo titular do Blog do Jorge Aragão, dirimindo algumas dúvidas sobre a decisão do órgão.
Caldas Furtado deixou claro que nenhum Município deve colocar recursos próprios em festividades, quando a folha salarial do servidor público estiver atrasada. Entretanto, não existe proibição de convênios.
“É ilegítimo o Município bancar com recursos próprios quaisquer festividades, diante de uma folha salarial em atraso. Pode até ter convênio estadual, mas desde que não haja contrapartida do Município”, afirmou.
O presidente do TCE além de afirmar que a Municípios que se encontra nessa situação está proibido de utilizar recursos próprios para festividade, disse ainda que o Carnaval nesses locais pode até ser suspenso, em caso de denúncia.
“Podemos entender que os municípios nessa situação estão proibidos de destinar recursos próprios para essas festas, pois o TCE já está antecipando que vai considerar como ilegítimo, portanto proibindo, esse tipo de situação. O TCE já está sinalizando para não fazer, pois será impedido por meio de controle. Se houver alguma representação e/ou denúncia contra algum Município, o TCE tem competência para determinar a suspensão da festa e/ou no momento em que as contas de governo forem apreciadas”, declarou.
Caldas Furtado, além de agradecer o apoio do Ministério Público de Contas e do Ministério Público Estadual, fez questão de ressaltar que não foi e nem será, pelo menos este ano, divulgado nenhuma lista pelo TCE, com os nomes dos municípios que estão com a folha salarial em atraso.
“Estamos iniciando esse processo, por esse motivo não temos elementos para divulgar nenhuma lista e afirmar que este ou aquele estão com a folha salarial dos servidores atrasados”, finalizou.
Ao Blog, só resta parabenizar o TCE, MPC e MP pela iniciativa inédita, pelo menos no Maranhão, mas que será de muita importância para a melhoria e o desenvolvimento de muitos municípios, que vivem de uma política arcaica e “escrava” do “pão e circo”.
https://www.blogdojorgearagao.com.br/2018/02/01/presidente-do-tce-confirma-que-carnavais-podem-ser-suspensos/

SEMA realiza I Reunião Ordinária do Conselho Consultivo da APA do Maracanã



A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) realizou, dia 25 de janeiro, a I Reunião Ordinária do Conselho Consultivo da Área de Proteção Ambiental da Região do Maracanã (CONAM). Na ocasião, foram discutidos,entre outros assuntos, a revisão do regimento interno.
“O Conselho Consultivo é um dos principais instrumentos de relacionamento entre a Unidade de Conservação e a população local. Estão entre as competências do Conselho elaborar e revisar o seu regimento interno,acompanhar a elaboração, implementação e revisão do Plano de Manejo da UC, garantindo seu caráter participativo, e buscar a integração da UC com as demais áreas protegidas”, explicou o Secretário Marcelo Coelho.
Na oportunidade, a equipe do Laboratório de Análises Ambientais explicou aos presentes, que fez um georreferenciamento dos principais pontos de lançamentos de esgotos provenientes de condomínios residenciais nos corpos hídricos situados na área de influência da APA e que realizou análises dos impactos ambientais nos rios Ambude e Bacanguinha em até 15 pontos de amostragem. Ainda apresentaram os principais parâmetros analisados para os efluentes sanitários: Temperatura do ar e da água, pH, oxigênio dissolvido, salinidade, condutividade elétrica, coliformes totais, coliformes termotolerantes, Escherichia coli e Sólidos Sedimentáveis.
O Superintendente de Fiscalização, Eudes Cunha, aproveitou a oportunidade para explanar o resultado das ações de fiscalização de 2017 na APA da Região do Maracanã.

NOTA DE ESCLARECIMENTO DIOCESE DE CAXIAS-MA



A Diocese de Caxias do Maranhão, por intermédio desta nota, vem informar e esclarecer ao Povo Católico e à sociedade  em geral de que um falso  anúncio do blog regional notícia do senhor Daniel Santos,
Mencionando um Padre  supostamente envolvido em um casamento homossexual não é verídico, e que tomará  as providências necessárias Cada igreja tem seu código doutrinário e liberdade para isto viemos dizer esclarecidamente que este fato não aconteceu em nossa cidade.

Caixas-Ma 31 de janeiro de 2018.

SARGENTO DA PM É MORTO PELA PRÓPRIA ESPOSA

Gabriela-e-o-sargento-Ara%25C3%25BAjo-1024x576
A autora do assassinato só foi presa no início da manhã, por volta das 6h, ainda com a arma de fogo do policial, dentro de uma van, fugindo para Buriticupu.

Na cidade de Açailândia, no oeste do Maranhão, um sargento da Polícia Militar foi morto com disparos de arma de fogo na madrugada desta quarta-feira (31), tendo sido identificado como Araújo, seu nome de guerra. O crime foi praticado pela própria esposa da vítima, Gabriela Ferreira da Costa, de 18 anos e que cometeu o assassinato depois de uma crise de ciúmes do marido.

O 26º Batalhão de Polícia Militar (BPM) informou que Gabriela e o sargento se desentenderam por volta das 4h, na residência do casal, e, no calor da discussão, a suspeita se apoderou da pistola dele e o matou com os disparos. Depois, ela rendeu um vigilante e o obrigou a levá-la até a Praça da Bíblia, confessando que tinha acabado de matar o militar. A autora do assassinato só foi presa no início da manhã, por volta das 6h, ainda com a arma de fogo do policial, dentro de uma van, fugindo para Buriticupu.


Na delegacia, Gabriela narrou que, momento antes da discussão, os dois estavam bebendo cerveja. E que ele, após verificar mensagens trocadas por ela com outro homem no Facebook, pediu explicações, ao que gerou a briga. Quando o sargento colocou a arma na cama, a jovem disse que pegou a pistola rapidamente e atirou no marido, que correu para o banheiro, mas, lá, a suspeita apertou o gatilho outras seis vezes.


O coronel Diniz, comandante do 26º BPM, lamentou a morte do sargento e frisou que o batalhão está de luto devido a esta perda. (Nelson Melo, do JP)

Mulher de minissaia pode ser culpada por assédio, diz Defensor Público


Defensor Público Geral de Pernambuco, Manoel Jerônimo afirmou que a vestimenta de uma mulher é parte de um simbolismo que “diz muito para fins de processo, para fins de condenação ou absolvição no campo criminal”. A declaração foi feita em 11 de janeiro, em uma entrevista à Rádio Recife, quando o defensor comentava sobre casos de assédio e estupro.
Na entrevista, Jerônimo – que também é vice-presidente do Colégio Nacional de Defensores Gerais – declarou que “um local de muita movimentação, uma mulher estar de minissaia, a mulher fica sujeita a uma pessoa interpretar que ela está seduzindo ou por ventura dando oportunidade para uma paquera, um namoro e quem sabe até algo mais sério”.
De acordo com o defensor, seria importante então que a mulher demonstrasse “de forma simbólica, que não está ali para nenhum tipo de paquera e as vestes demonstram muito isso”.

Repúdio

Após a entrevista, a Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares manifestou-se, em nota, repudiando as declarações do Defensor. “Diferentemente do que afirma o Defensor Público ao declarar que as vestes servem como ‘simbolismo’ da vontade da mulher – anulando a autonomia e capacidade das mulheres falarem –, é fundamental que se ensine aos meninos e homens que não há outra forma para se saber sobre a vontade da mulher além da afirmação positiva, consciente e sóbria sobre seus desejos e suas vontades. Não é não e a ausência de sim também é não”, diz a nota.
No documento, os advogados criticam a culpabilização da vítima, considerando que “é apenas mais uma das várias ferramentas de manutenção do sistema do patriarcado, o qual exerce controle territorial sobre os corpos das mulheres (…)”.
O liberalismo penal reforçado pelo Defensor Público Geral de Pernambuco se funda em vieses claramente patriarcais e opressores e revela o quão entranhada nas instituições públicas a cultura do estupro ainda está”, afirma a nota.
Leia a nota na íntegra:
NOTA DE REPÚDIO CONTRA AS DECLARAÇÕES DE MANOEL JERÔNIMO, DEFENSOR PÚBLICO GERAL, EM ENTREVISTA CONCEDIDA À RADIO RECIFE EM 11 DE JANEIRO DE 2018
Em 11 de janeiro de 2018, o Defensor Público Geral Manoel Jerônimo, em entrevista concedida à Rádio Recife, ao comentar sobre os casos de assédio e de estupro contra as mulheres, afirmou que “um local de muita movimentação, uma mulher estar de minissaia, a mulher fica sujeita a uma pessoa interpretar que ela está seduzindo ou por ventura dando oportunidade para uma paquera, um namoro e quem sabe até algo mais sério. Então é importante que ela demonstre, de forma simbólica, que não está ali para nenhum tipo de paquera e as vestes demonstram muito isso. […] O simbolismo do vestir diz muito para fins de processo, para fins de condenação ou absolvição no campo criminal”.
Com essas palavras, o Chefe da Defensoria Pública do Estado considera que, em caso de crime sexual, a vestimenta que a mulher utilizava no momento da agressão deve ser levada em consideração pelo juiz para fins de diminuição da pena e até para fins de absolvição do agressor, em um claro movimento de culpabilização da própria vítima pela violência sofrida.
As declarações do Defensor, embora chocantes, não são isoladas no Brasil. Em um país que no ano de 2017 contou com cerca de 135 estupros diários, dos quais 10 deles são casos de estupros coletivos (dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Ministério da Saúde), vários juristas ainda defendem o judiciário enquanto instrumento de controle sexual/patrimonial do corpo e da vida das mulheres. Esquecem-se, no entanto, que muito mais importante do que regular as vestes das meninas, adolescentes, jovens, adultas e idosas estupradas, é educar os homens a respeitarem a liberdade sexual e a dignidade de todas as mulheres e a entenderem que ROUPAS NÃO FALAM.
Diferentemente do que afirma o Defensor Público ao declarar que as vestes servem como “simbolismo” da vontade da mulher – anulando a autonomia e capacidade das mulheres falarem –, é fundamental que se ensine aos meninos e homens que não há outra forma para se saber sobre a vontade da mulher além da afirmação positiva, consciente e sóbria sobre seus desejos e suas vontades. Não é não e a ausência de sim também é não.
A culpabilização da vítima é apenas mais uma das várias ferramentas de manutenção do sistema do patriarcado, o qual exerce controle territorial sobre os corpos das mulheres, tudo com a finalidade de decepar desde cedo a autonomia da mulher, mantendo-a longe dos espaços públicos e, portanto, dos espaços de tomada de decisões políticas, econômicas e sociais as quais regem suas próprias vidas.
É preciso, portanto, denunciar as violências contidas nos discursos produzidos no campo penal, inclusive aqueles discursos pretensamente voltados para a defesa das garantias. O processo de construção do discurso jurídico, por parte de doutrinadores e de atores que operam na prática o sistema de justiça criminal (sujeitos masculinos), não se dá de forma neutra. O liberalismo penal reforçado pelo Defensor Público Geral de Pernambuco se funda em vieses claramente patriarcais e opressores e revela o quão entranhada nas instituições públicas a cultura do estupro ainda está.
Apesar das forças machistas, misóginas e violentas que rondam o mundo do Direito e as vidas de todas as mulheres, permaneceremos a nadar de mãos dadas em direção a um mundo em que as mulheres possam usar a roupa que quiserem, andar a hora que quiserem na rua, com ou sem acompanhante, sem medo de serem agredidas, violadas e estupradas por homens que sairão livres das acusações em razão das ideias defendidas pelo Defensor Público e por tantas outras pessoas na sociedade.
A culpa nunca é da vítima.
Juntas somos mais fortes.
(Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares – RENAP-PE)

Outro lado

Ao responder a matéria do Justificando, o Defensor Público Geral Manoel Jerônimo afirmou que:
Em resposta a matéria publicada neste site, intitulada “Defensor Público diz que mulher de minissaia está dando oportunidade para assédio”, esclareço os seguintes pontos:
1) Em respeito a todas as mulheres peço desculpas por algumas afirmações, mesmo que colocadas fora de contexto, feitas por mim, em entrevista concedida a Rádio Recife no dia 11/01/2018. Em nenhum momento meu objetivo foi direcionar a mulher a culpabilidade por qualquer crime que ela venha a ser vítima.
2) Em toda minha carreira, seja como advogado ou servidor público, sempre promovi ações afirmativas em favor das mulheres. Aqui em Pernambuco, a frente da Defensoria Pública, temos uma gestão de maioria feminina, inclusive com sua expressiva maioria ocupando cargos de confiança e direção (70% a 30%).
3) É do conhecimento público a pauta de conduta cidadã que tenho observado no exercício do cargo de Defensor Público-Geral do Estado de Pernambuco, como servidor público, respeitando os princípios do Estado Democrático de Direito. Afirmo que, em minha convicção, a mulher detém pura e total liberdade para ser e vestir o que quiser e quando quiser – tudo de acordo com a sua forma de se identificar.
4) Do ponto de vista da gestão e combate a violência contra a mulher, criamos um núcleo específico para tratar do tema, lutando por políticas públicas em favor das mulheres, inclusive das segregadas de liberdade, o que nos garantiu a indicação ao prêmio INNOVARE, onde concorremos ano passado.
5) Por fim, mais uma vez, peço desculpas pelas declarações feitas e reafirmo que não tive em momento algum a pretensão de expressar qualquer forma de preconceito contra as mulheres.
Manoel Jerônimo
Defensor Público-Geral do Estado”.

Postado em: 31 de janeiro de 2018 | Por: Ezequiel Neves

Pastor comete suicídio em Espera Feliz ( MG)


Este é o quinto caso de suicídio em menos dois meses, em dezembro do ano passado três pastores e um presbítero tiraram suas vidas


O pastor Gilson Genário Rodrigues, da Igreja Assembleia de Deus Ministério Rio Comprido, na cidade de Espera Feliz em Minas Gerais, foi encontrado morto na noite da última segunda-feira (29).

Ele foi encontrado já sem vida com uma corda no pescoço, o que indica que ele se suicidou. Além de pastor, Rodrigues era dono de uma fábrica de móveis na cidade.
A família não se pronunciou sobre o caso e o enterro do religioso foi feito às pressas. Não há informações sobre o que teria levado o pastor a tirar a própria vida.
O caso se torna o primeiro deste ano a ser divulgado na imprensa, fazendo o assunto voltar a ser comentado na comunidade evangélica. O caso de Gilson é o quinto em menos dois meses, lembrando que no final do ano passado três pastores e um presbítero se mataram.
Casos de repercussão nacional
No começo de dezembro de 2017 pastor Moisés Ricardo, da Assembleia de Deus em Cornélio Procópio, interior do Paraná, foi encontrado morto na casa onde morava com sua esposa e filhos no fundo da igreja.
Na mesma semana o pastor Júlio Cesar, que já foi presidente da Assembleia de Deus em Araruama, também foi encontrado morto em sua casa, localizada na Região dos Lagos no Rio de Janeiro.
No final de dezembro outros dois casos repercutiram na imprensa, a morte do presbítero João Luiz Tavares, da Igreja Assembleia de Deus em Iguaba Grande, na Região dos Lagos (RJ) e a morte da pastora Lucimari, da Igreja do Evangelho Quadrangular de Criciúma, Santa Catarina.
Fonte: JM Notícia

Comunicação Colorida: Blog conta o drama de jornalista que ficou mais de um ano cuidando do marido na UTI


Cristiano ( esquerda) Miguel (direita)

Estar do lado de quem se ama.
Estar do lado de quem se ama que está doente
Estar do lado do quem se ama que está doente em uma UTI
Essa é a realidade de muitos casais. E durante 16 meses, Miguel Rios, Jornalista de 50 anos viveu esse duro cotidiano com Cristiano. Eles se conheceram em 1998.
Em seis de janeiro 2015, Cristiano é internado no Hospital Esperança em Recife, com febre e dificuldades respiratórias. Ele só sairia do hospital sem vida. Diagnóstico: Síndrome de Guillan Barré, uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva à inflamação dos nervos, que provoca fraqueza muscular. No caso dele atacou diretamente o cérebro. Miguel passa a morar no Hospital. O relato desse 1 ano e quatro meses ele relata em “Histórias de UTI”. Miguel conta ao Comunicação Colorida que o blog é um conjunto de textos escritos no facebook ao longo da Jornada.
“Eu visitava Cristiano na UTI, pelo menos duas vezes ao dia. Eu orbitava em torno dele. Daí, eu vivi mesmo aquele lugar” conta Miguel.
Historias de UTI’ conta também com outras histórias que Miguel encontrou lá.
“Foram oito meses que ele passou na UTI. Me envolvi com outras histórias, conheci pessoas, vivi e dividi angústia e sofrimento com elas. Vi pessoas morrerem e pessoas se recuperarem. Foi bem intenso”
Cristiano chegou a ter uma surpreendente melhora, tinha saído do estado vegetativo e chegou sair da UTI e ir para o quarto. Porém Cristiano dava sinais de tristeza e angustia. Miguel conta como foi para ele lidar com essa situação:
“Era bem dúbio pra mim. Eu tentava encorajá-lo, mostrar que ele melhorava, que tinha saído do coma, passado pelo estado vegetativo, agora já assistia tv, me via. Mas não sabíamos o nível de real consciência dele, como ele nos percebia. Havia momentos em que parecia interagir bem e em outros fica olhando pro teto como que perdido. Era bem angustiante.”
A história de amor de Miguel e Cristiano foi matéria do “Diario de Pernambuco”. Mesmo com a história de um homem que passa a viver em um hospital, o comentário no portal era de ódio pelo fato de serem dois homens. Mesmo assim Miguel nos conta que durante esse tempo não sofreu nenhuma forma de discriminação nem mesmo pelo plano de saúde que gastou muito com o caso de Cristiano.
A fé também fez parte da vida de Miguel. Cristiano era católico e Miguel havia retornado à umbanda. Seus guias jamais prometeram a cura, mas que não desistiriam.
“E, no fim, justamente por ele não ter mais condições de evoluir, creio que foi uma decisão dele não querer mais continuar vivo. Quanto mais ganhava consciência, mais se mostrava depressivo e angustiado pela situação de invalidez. Tanto que morreu de uma hora pra outra, numa segunda-feira, após um fim de semana de muitas expressões de angústia”, explicou o jornalista.
Cristiano morreu em 18 de abril de 2016. Durante dois meses Miguel fica entre o trabalho e a casa. Ele chegou a se envolver com outra pessoa ainda em 2016. Ele mesmo considera precipitado, mas importante para que ele voltasse a vida.
Hoje Miguel está em novo relacionamento.

http://comunicacaocolorida.com.br/1328-2/