Postado em: 17 de janeiro de 2018 | Por: Ezequiel Neves

Ore pela igreja na cidade de Maicao, na Colômbia


Cristãos se sentem acuados diante de aumento de imigrantes venezuelanos, crescimento do islamismo e domínio de criminosos


A cidade de Maicao está localizada no meio do quente deserto que divide a Venezuela e a Colômbia, onde há uma travessia de fronteira chamada Paraguanchon. Essa passagem é usada por milhares de venezuelanos que fogem da violência e perseguição política em seu país todos os dias. Diante dessa crise migratória, a igreja local se sente insuficiente para ajudar. “Eu faço o que posso para ajudar essas pessoas. Eu viajo até onde eles estão para levar comida e tento aconselhá-los e confortá-los. Muitos deles são cristãos, mas a crise muitas vezes os distancia da fé”, diz o pastor colombiano Ernesto*.
Além do desafio dos imigrantes, a igreja do pastor Ernesto enfrenta o problema do crime organizado há décadas. “Minha igreja é a apenas alguns metros das casas dos líderes criminosos. Há muito tempo eles impõem restrições aos nossos cultos. Eles não gostam da nossa presença na comunidade. Minha esposa foi ameaçada por muitos anos”, completa.
A ameaça do islamismo
Outro fator agravante é o crescimento do islamismo na região. Desde que o governo de Hugo Chávez foi estabelecido, a Venezuela começou a negociar com o Irã, resultando em laços culturais, militares e religiosos. As minorias muçulmanas xiitas que estavam na Venezuela agora se encontram também nos mercados de Maicao, onde há também uma forte comunidade libanesa, palestina, jordaniana e síria. Eles agora desenvolvem papel predominante na economia da região.
Os muçulmanos sempre compartilham a fé com a comunidade, principalmente com os imigrantes que estão chegando. Os venezuelanos são recebidos com calorosas boas-vindas e muitos deles começam a frequentar a mesquita Omar Ibn Al-Khattab, que é a terceira maior da América Latina.
Assim, os diferentes grupos presentes em Maicao – os indígenas Wayuu, muçulmanos radicais, imigrantes venezuelanos e criminosos –  lutam por controle através da violência, religião e política. Nesse contexto, a igreja é um alvo significativo e tem se tornado mais vulnerável a cada dia.
Pedidos de oração:
-    Ore pela igreja em Maicao, para que os líderes tenham sabedoria para lidar com essa situação tão complexa.
-    Interceda pela vida do pastor Ernesto, que ele e a família sejam guardados em segurança.
-    Clame para que os cristãos perseguidos sejam guiados pelo Espírito Santo em suas decisões e atitudes e assim exerçam seu papel de sal da terra e luz do mundo.
*Nome alterado por segurança.
Fonte: CPAD News

Novo Layout do Blog

Olá queridos pelo visto vocês já perceberam que estamos mudando um pouco do layout do nosso blog isto para facilitar melhor a leitura dos meus amigos.

Agradecemos a compreensão de todos. 

Blogueiro Ezequiel Neves 

Postado em: 16 de janeiro de 2018 | Por: Ezequiel Neves

Maranhão entre os estados em melhor situação fiscal no Brasil, mostram O Estado de São Paulo, O Globo, Boletim do Tesouro Nacional e Firjan


A manchete do jornal O Estado de S. Paulo desta terça-feira (16) traz um levantamento sobre a piora da situação fiscal dos Estados em geral – ou seja, na forma como eles estão lidando com o dinheiro público. Apenas cinco Estados tiveram melhora nas contas públicas nos últimos três anos. Entre eles, está o Maranhão.
“Os Estados de Alagoas, Paraná, Ceará, Maranhão e Piauí foram os únicos cujas contas não se deterioraram nos últimos três anos”, afirma a reportagem. O período é o mesmo da atual administração do Governo do Maranhão.
Enquanto a maioria aumentou o déficit, o Maranhão teve variação positiva de 0,4% de 2015 a 2017. Ou seja, desde que o governador Flávio Dino assumiu o cargo, a saúde fiscal do Maranhão melhorou – como têm apontado diversos estudos nacionais e independentes.
O resultado se torna ainda mais significativo ao levar em conta que o Maranhão tem vivido um dos mais robustos ciclos de investimentos públicos da história, com obras em todas as regiões do Estado
A situação do Maranhão contrasta com a da maioria do país, mostra a reportagem do Estadão: “O peso crescente da folha de pagamento e a queda de arrecadação provocada pela crise econômica fizeram com que em três anos – do início de 2015 ao final de 2017 – os Estados saíssem de um resultado positivo de R$ 16 bilhões para um déficit de R$ 60 bilhões em suas contas”.
Reconhecimento nacional
Na sexta-feira passada (12), o jornal O Globo já havia mostrado que o Maranhão é o segundo Estado que melhor controla os gastos em todo o Brasil.
Em dezembro, o Boletim de Finanças divulgado pelo Tesouro Nacional já havia mostrado que o Maranhão tem saúde fiscal mais sólida do que tinha em 2014. Em 2014, a nota da Capacidade de Pagamento (Capag) do Maranhão era C. Segundo o boletim do Tesouro divulgado na quarta-feira (6), o Maranhão agora tem uma nota B, desempenho que vem se mantendo desde 2015.
Segundo a classificação do Tesouro Nacional, as notas A e B indicam boa situação fiscal. Já os conceitos C e D sinalizam o contrário. O Tesouro Nacional é um órgão do Governo Federal.
Ou seja, entre 2014 e 2017, o Maranhão passou de uma situação ruim para um cenário adequado.
Além disso, em 2017, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro publicou estudo apontando o Maranhão como o segundo Estado com a melhor situação fiscal do país.

Luciano Genésio transforma Maternidade de Pinheiro em referência na saúde infantil

O Hospital Nossa Senhora das Mercês, popularmente conhecido em toda região da baixada como Materno Infantil, é a principal maternidade do polo que compreende 17 municípios.
Com mais de 40 anos de existência, a instituição que foi doada por Dom Afonso Maria Ungarelli em 1974, se tornou o mais importante (e único) hospital especializado em atendimento obstétrico e pediátrico da região, sendo sua importância (infelizmente) esquecida com o passar dos anos por algumas gestões.
Assim como outros prédios públicos, principalmente na área da saúde, o Materno Infantil foi recebido em estado de abandono, o que levou o prefeito eleito em 2016, Luciano Genésio, declarar estado de emergência quando assumiu a gestão.
Em 2017 Luciano deu início às reformas do prédio além de capacitação para funcionários e a implantação do atendimento humanizado. O trabalho de reestruturação da instituição já está em processo final e a diferença entre o antes e depois impressiona a todos que necessitam dos serviços do hospital.
Toda a parte visual foi adaptada para transformar o ambiente mais atrativo e divertido para as crianças e assim facilitar o atendimento e o processo de recuperação dos pequenos pacientes.
Além da reforma, novas salas e novos serviços foram implantados com o processo de modernização do hospital:
Hoje o materno conta com o serviço de Regulação Médica que facilita a solicitação e a liberação de leitos em todo o estado do Maranhão e o de massoterapia que ajuda no relaxamento muscular para o parto.
Também conta com a Sala Multiprofissional que disponibiliza atendimento de psicologia e assistência social para pacientes que pretendem realizar a laqueadura (procedimento irreversível).
A nova direção também implantou as Salas de Estabilização Pediátrica e Obstétrica.
A Lei de Acompanhamento (nunca antes obedecida) hoje é respeitada dentro do hospital, as mamães podem dividir a hora do parto e pós-parto imediato com a pessoa escolhida para esse momento especial.
O projeto de elevação do atendimento de urgência e emergência para alta complexidade já foi aprovado e o processo de implantação já deve começar ainda no início de 2018.
Os resultados dos investimentos dentro do hospital podem ser visto nos recordes de atendimentos e na busca de pacientes de outros pólos, a exemplo de Viana, Cururupu e Governador Nunes Freire que enviam pacientes para Pinheiro.
Para o diretor do hospital, Louredir Lobato, é um grande desafio estar à frente da maternidade mas ao mesmo tempo uma grande honra poder levar um atendimento digno e humanizado a todos que precisam de cuidados: “Muito me honra a confiança que o Prefeito Luciano depositou em nossa equipe para estar a frente da direção do hospital; é muito gratificante poder implantar serviços que fazem toda diferença na hora do atendimento de urgência e emergência como as salas de estabilização; vários outros projetos estão em andamento como o “Alô Bebê” que apenas aguarda a chegada dos equipamentos para ser colocado em prática” afirmou o diretor.

Contornos de ditadura: Bolívia votará projeto que prevê cadeia para quem pregar o Evangelho


A Bolivia vive um momento de tensão pela proposta de criminalização a evangelização feita pelo presidente do país, Evo Morales. O Novo Código do Sistema Criminal propõe mudanças na legislação que cercearão a liberdade religiosa e aproximarão o país do conceito bolivariano de sociedade, bastante similar ao comunismo por abraçar a ditadura como modelo de governo.
O artigo 88 do projeto prevê prisão de sete a doze anos para quem cometer os crimes descritos nos parágrafos daquele tópico. No entanto, lideranças cristãs chamam atenção para o fato de que o 12º parágrafo caracteriza como crime "o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto".
Segundo informações do portal La Razón, centenas de evangélicos fizeram manifestações em La Paz, capital do país. O protesto contou com apoio de advogados e jornalistas, que enxergam no projeto do presidente o fim da liberdade de imprensa com o texto dos artigos 309, 310 e 311, que tratam de "injúria e difamação" e preveem prisão para quem fizer denúncias contra o governo e os políticos bolivianos.
Em contraponto, o governo da Bolívia argumenta que a liberdade de expressão, seja religiosa ou de opinião na imprensa, literatura e artes, é uma "concessão de Estado", e que os "excessos" precisam ser combatidos. O mesmo discurso foi adotado no Brasil anos atrás pelo ex-presidente Lula (PT), que propôs uma lei de regulação da mídia que tinha ares de censura.
Nesse contexto, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) prometeu buscar informações junto às autoridades diplomáticas brasileiras para descobrir formas de pressionar o governo Evo Morales a retirar do projeto os pontos que atentam contra as liberdades religiosas.
"Essa nada mais é do que uma tentativa de calar aqueles que são contra ao seu projeto de perpetuação no poder", declarou Feliciano em um vídeo publicado nas redes sociais.
O pastor pediu ainda que os cristãos brasileiros se mobilizem em oração e se mantenham informados, porque o presidente Morales é parte do grupo de políticos de esquerda da América Latina e conta com simpatia e apoio dos partidos brasileiros que atuam nesse espectro ideológico.
"Acordem cristãos, o mal vem com sapatinho de algodão, entrando em nossas casas e governo. Precisamos resistir para que a Bolívia seja livre, para que o Evangelho seja pregado porque a liberdade de culto é um dos maiores direitos individuais do ser humano", pontuou Marco Feliciano.
Fonte: Gospel+

Postagem no Facebook causa morte de mulher em SP; “quanto maior sua inveja, maior meu sucesso”

Érica foi morta por vaga de emprego em Santos, SP (Foto: Arquivo Pessoal)
A jovem Érica Oliveira da Silva, de 24 anos, morta a facadas pela vizinha, na noite de sábado (13), em Santos, no litoral de São Paulo, postou em uma rede social um “meme” provocativo um dia antes do assassinato. De acordo com informações de familiares, Érica e a suspeita, identificada pela Polícia Civil como Angélica da Cruz, brigavam por causa de uma vaga de emprego.

Segundo a irmã da vítima, Rafaela Oliveira da Silva, o post no Facebook foi feito como uma indireta para a vizinha, que estava desempregada, o que intensificou as já frequentes brigas. “Minha irmã postou e ela viu. Foi aí que começaram a discutir ainda mais. A Angélica falava muita besteira para ela. Ela tinha inveja do emprego da minha irmã”, afirma.
Na postagem, feita no dia anterior ao assassinato, Érica fez um comentário ofensivo e insinuou que Angélica estaria trabalhando como garota de programa, o que teria causado revolta.
Vítima fez postagem um dia antes do crime (Foto: Reprodução /Facebook)

“Está passando fome, meu bem? Me fala, que até cedo meu emprego pra você, já que está oferecendo até o corpo, que por sinal é um lixo. Aceita: quem nasceu para ser cachorro, morre latindo”, disse.
Érica era assistente administrativa em uma empresa de comercialização de concreto localizada no bairro Monte Cabrão, onde morava. “A assassina estava desempregada e queria a vaga da minha irmã. Sempre que a Érica passava, elas se provocavam. Isso acontecia todos os dias. A postagem acabou piorando a situação e aconteceu o que aconteceu.”, explica Rafaela.
Segundo a polícia, por volta das 20h de sábado, Érica, Rafaela e mais duas irmãs voltavam para casa quando Angélica, que trabalhava em uma barraca de bananas, as viu na rua e começou a provocar a vítima. “Elas começaram um bate-boca e o pai, o irmão e o marido da agressora saíram para ajudar”.
Segundo Rafaela, durante a discussão, o pai de Angélica segurou Érica para que ela ficasse imóvel enquanto a filha esfaqueava a vítima. A faca foi entregue à suspeita pelo próprio marido que, segundo testemunhas, também teve participação no crime. Rafaela foi a única das quatro irmãs que não teve ferimentos e, imediatamente, solicitou socorro.
Érica e a irmã Débora, em Santos, SP. (Foto: Arquivo Pessoal)
Érica deu entrada no Pronto Atendimento Médico (PAM) da Rodoviária já sem vida. Débora Oliveira da Silva, de 32 anos, e Daniele Alves de Oliveira, de 27, foram transferidas para o Hospital Santo Amaro em estado grave. Daniele passou por procedimento cirúrgico e se encontra na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com ferimentos no pulmão e intestino. Débora está em observação.

Segundo a polícia, logo após a briga, Angélica fugiu do local e não foi mais vista. Os familiares da suspeita foram até a Delegacia Sede de Santos prestar depoimento sobre o caso e, em seguida, foram liberados. A Polícia Civil realizou diligências para tentar localizar Angélica. Até o momento, ninguém foi preso.

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Postado em: 15 de janeiro de 2018 | Por: Ezequiel Neves

Professor é encontrado morto dentro de casa em Barra do Corda

O professor Agnaldo Fernandes Galvão, que faria 37 anos no dia 17 de fevereiro, foi encontrado morto por volta de 20h de domingo (14) no interior de sua residência no Bairro Altamira, próximo ao CETECMA, na cidade de Barra do Corda.

De acordo com informações, o professor morava sonzinho e tinha o hábito de visitar a mãe todos os dias. No final da tarde deste domingo, a família sentiu sua falta e foi até a casa dele.
No local, uma irmã teria presenciado o corpo da vítima caído no chão em meio a uma poça de sangue.
Agnaldo Galvão, que é professor do Centro de Ensino João Pedro Freitas da Silva, teria sido visto pela última vez no Povoado Abacaxi na companhia de alguns amigos no sábado passado.
A polícia está investigando o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte).