A noite desta quinta-feira (29) entrou para a história no município de Raposa como a que renuiu o maior número de pessoas em um show já realizado na cidade.
Mais de 15 mil pessoas lotaram o Viva no bairro do Garrancho, local onde foi montada pela Prefeitura a estrutura para o “Arraiá do Pescador”, à beira da praia do Carimã.
O evento foi realizado no dia que o município comemora as festividades do Padroeiro da cidade e protetor dos Pescadores, São Pedro.
A animação ficou por conta da banda Forró Sacode que não deixou ninguém parado e fez um show inesquecível, encerrando as festas juninas no município.
Durante os 13 dias que funcionou o Arraiá, não faltaram cores, alegria, segurança e muita animação.
A prefeitura ofereceu às pessoas que frequentaram o evento, apresentações culturais comida típica e muita segurança.
Delegada Kazumi Tanaka fala sobre as medidas para diminuir estes tipos de crimes. Foto: Handson Chagas/Secap
Um xingamento, um empurrão, um puxão de cabelo, um tapa. Esses tipos de agressões são comuns na violência doméstica conjugal e podem ser as primeiras características que levam ao feminicídio – o assassinato de uma mulher pelo fato de ser mulher.
Os crimes contra mulheres ligados ao menosprezo da figura feminina no Maranhão têm chamado a atenção para o fortalecimento de políticas públicas voltadas a esse problema. Entre os objetivos da Secretaria de Estado da Mulher (Semu), está o de disseminar a conscientização sobre o assunto e fazer saber que existe uma lei que ampara as mulheres.
“Estamos nos empenhando em fazer com que as pessoas conheçam, por meio de campanhas educativas, a Lei do Feminicídio [Lei de N° 13.104/15]. A Lei é nova e é fundamental que todos saibam que ela existe e seja inserida em nosso dia a dia, da mesma forma que a Lei Maria da Penha já faz parte da discussão de pauta política das mulheres”, diz a secretária Laurinda Pinto.
Para a delegada de Polícia Civil e coordenadora das Delegacias da Mulher do Maranhão, Kazumi Tanaka, a principal orientação é que a vítima precisa identificar a violência e denunciar o agressor.
“É necessário que a mulher compreenda o risco da violência em que está inserida e que a mesma tome uma atitude o quanto antes. Esse primeiro passo é muito importe, ainda que seja apenas para se informar sobre quais órgãos dentro da política pública podem ajudá-la”, orienta a delegada.
Para Tanaka, o feminicídio é um problema que está além da segurança pública. Para evitar que esses crimes aconteçam, é preciso que haja investimento na política pública que previne e enfrenta esse tipo de criminalidade. “É importante ampliar e deixar mais forte a rede de atendimento à mulher em situação de violência, pois assim é possível recebê-la de maneira especializada”, explica.
De acordo com a secretária Laurinda Pinto, o Governo do Estado tem buscado ampliar o trabalho de divulgação, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher no estado. Essas ações são ampliadas para todos os municípios por meio dos Organismos de Política para Mulheres (OPM). “Em todo o Brasil o Maranhão é o estado que possui o maior número de OPMs. Até agora são 83, e a nossa meta é chegar a 100 até o final deste ano.”
Departamento de Feminicídio
Recentemente, foi criado o Departamento de Feminicídio, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), para prevenir e coibir a prática de homicídio de mulheres em função do gênero no estado.
Em princípio, o departamento tem atuação em São Luís e nos três municípios que formam a região metropolitana e ainda vai trabalhar os casos mais emblemáticos ocorridos no interior do estado.
Feminicídio
O feminicídio se destaca por ser um assassinato de uma mulher pela condição do seu gênero, que pode ser em decorrência da violência doméstica, familiar ou qualquer outro tipo.
O termo parece ser novo, mas tem mais de 40 anos, tendo surgido na década de 1970. O problema é o que tema ainda é pouco discutido e nem sempre as vítimas se dão conta do risco.
De acordo com Tanaka, “é importante o uso desse termo porque era necessário diferenciar o crime de mulheres de diferentes crimes com outras motivações, como a violência urbana, de crimes que ocorrem em função da cultura machista, onde há o menosprezo da figura feminina”.
“Ao visibilizar se as mulheres estão sendo assassinadas em funções da violência de gênero, podem ser criadas estratégias específicas de combate a esse tipo de realidade no estado”, explica Kazumi Tanaka.
Postado em: 29 de junho de 2017 | Por: Ezequiel Neves
Na tarde desta quarta-feira (28), o deputado Rogério Cafeteira (PSB) recebeu, das mãos do prefeito de Buriti Bravo, Cid Costa, e de sua mãe Dona Vera, o diploma que concedeu o Título de Cidadão Buritibravense ao parlamentar.
O título já havia sido aprovado pela Câmara de Vereadores de Buriti Bravo desde dezembro do ano passado. “Foi com muito carinho que recebi a notícia da homenagem e é com muita alegria que hoje recebo o diploma”, disse Cafeteira.
O parlamentar destacou sua relação com a cidade de Buriti Bravo e com a população. “Uma cidade que me acolheu praticamente como filho e me deu quase 5 mil votos na última eleição. Só tenho a agradecer primeiramente à população da minha querida Buriti Bravo, ao prefeito Cid Costa, à Dona Vera e aos vereadores que me concederam essa honra!”, agradeceu.
Postado em: 28 de junho de 2017 | Por: Ezequiel Neves
O Ministério Público do Maranhão deve encaminhar um ofício à Secretaria Municipal de Educação de São Luís, solicitando a apresentação do cronograma oficial das obras, com datas previstas para a conclusão dos trabalhos e início das aulas. A medida foi adotada após constatação de demora no andamento das intervenções estruturais que estão sendo realizadas na Unidade de Educação Básica Henrique de La Roque e seu anexo.
No prédio anexo da UEB Henrique de La Roque, pelo menos 150 alunos do 1º ano do ensino fundamental estão com as aulas suspensas desde o dia 16 de maio. No prédio, o piso está bastante desgastado, a cozinha situa-se em local inadequado, ao lado do banheiro, assim como o bebedouro, que foi instalado muito próximo aos sanitários.
Algumas intervenções estão previstas para o prédio como a troca de equipamentos do banheiro e a colocação de forro nas três salas existentes na unidade. A previsão inicial é que as obras sejam entregues em julho, e as aulas sejam reiniciadas em agosto. “Observamos que as obras nas escolas do município estão sendo realizadas de maneira lenta e de forma incompleta”, afirmou o promotor da 1ª Promotoria de Defesa da Educação, Paulo Avelar.
No prédio principal, onde as aulas do ano letivo começaram no dia 5 de junho, foram feitas melhorias nas instalações elétricas e hidráulicas e no telhado. Também foram instalados ventiladores novos. Mas as paredes continuam sujas e uma parte das salas está sem portas. “A impressão que dá é que nada foi feito, porque as paredes continuam sujas, precisando de pintura. É necessário pensar no bem-estar do aluno e em sua autoestima”, declarou o promotor.
O Ministério Público do Maranhão deverá firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município, de acordo com a resposta da Semed.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) disse que realizou visita técnica à unidade Henrique de La Roque e ao polo da unidade, e que se comprometeu junto ao Ministério Público, em requalificar os dois prédios o mais breve possível.
Veja a nota na íntegra
A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informa que realizou visita técnica à unidade Henrique de La Roque e ao polo da unidade, e que se comprometeu junto ao Ministério Público, em requalificar os dois prédios o mais breve possível. Quanto ao cronograma, a Secretaria esclarece que continuará com o planejamento já em andamento, priorizando as demandas emergenciais. Por fim, a Semed esclarece que as aulas nas duas unidades estão ocorrendo normalmente, e que vai elaborar, em diálogo com a comunidade escolar, o calendário letivo sem prejuízo para os alunos.
Postado em: 27 de junho de 2017 | Por: Ezequiel Neves
Além de ocuparem lugar de destaque entre o público feminino no meio evangélico, as pregadoras são cunhadas e no caso da Camila Barros, sua ascensão como pregadora teve muito apoio e ajuda de Helena Raquel. Há diversos casos em que Helena levava Camila sempre em suas agendas, para fazer a cunhada se tornar conhecida.
Acontece que, depois que Camila Barros começou a ter suas próprias agendas, ela saiu da igreja da cunhada e foi viver seu ministério na ADVEC. A partir dai, teria ocorrido um desentendimento familiar e já faz algum tempo que Helena Raquel e Camila Barros não conversam.
Nas redes sociais elas não se seguem, e na última semana, Helena Raquel fez aniversário, ela foi homenageada por milhares de pessoas nas redes sociais e amigos próximos, mas Camila Barros se quer de o ar da graça.
Amigos próximos comentam que a situação é antiga e que elas evitam falar sobre o assunto.
Alguns dizem que seria ciúmes que Helena Raquel tem do sucesso de Camila, mas isso só elas podem dizer.
Está mais do que na hora de uma das duas se posicionar, já que pregam perdão e não se falam.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi/Foto: Pedro Ladeira -27.mar.2017/Folhapress
Uma aeronave com 500 kg de cocaína interceptada em Goiás, no domingo (25), decolou de uma fazenda no Mato Grosso, ligada ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP). A informação é da FAB (Força Aérea Brasileira), que emitiu nota oficial sobre a apreensão.
De acordo com o comunicado, o avião decolou da fazenda Itamarati Norte, em Campo Novo do Parecis (MT) com destino a Santo Antonio Leverger (MT).
A Itamarati Norte é arrendada pelo Grupo Amaggi, pertencente à família do ministro.
O caso foi noticiado pelo site “Midia News” e confirmado pela Folha.
Nesta segunda-feira (26), a FAB divulgou nova nota em que afirma que as informações foram fornecidas pelo piloto da aeronave e que a localização exata da decolagem será investigada.
O avião foi interceptado por volta das 13h do domingo. Após ser orientado a pousar na região de Aragarças (GO), o bimotor matrícula PT-IIJ arremeteu.
“O A-29 da FAB executou o tiro de aviso —uma medida de persuasão para forçar o piloto da aeronave interceptada a cumprir as determinações da defesa aérea— e voltou a comandar o pouso obrigatório”, afirma a nota.
O bimotor pousou na região de Jussara (GO) e foi encontrado por um helicóptero da Polícia Militar. A droga apreendida será levada à Polícia Federal em Goiânia.
A interceptação ocorreu no âmbito da Operação Ostium, que tem como objetivo reforçar a vigilância do espaço aéreo na fronteira do Brasil com a Bolívia e o Paraguai para coibir voos que possam estar ligados ao narcotráfico.
Em nota, a Amaggi afirmou que “aguarda o desenrolar das investigações sobre a propriedade da aeronave e as circunstâncias exatas em que ela —conforme afirmou a FAB preliminarmente— teria pousado na Fazenda Itamarati e decolado a partir de uma de suas pistas”.
De acordo com a empresa, a parte da fazenda arrendada pela empresa possui 11 pistas, localizadas em pontos esparsos de 54,3 mil hectares, sem vigilância permanente.
O grupo também afirmou não ter “qualquer ligação” com a aeronave e que não autorizou pouso e decolagem da fazenda Itamarati Norte. Além disso, disse que colaborou com a operação quando a polícia foi informada de que uma aeronave clandestina pousaria com “cerca de 400 kg de entorpecentes” em uma das pistas auxiliares da fazenda.
O ministro Blairo Maggi disse, por meio de sua conta no Twitter, que está “acompanhando as investigações da FAB @portalfab sobre o local de decolagem da aeronave. Quando confirmado, informo”. Ele também afirmou que a fazenda “é extensa e enfrenta como MT a ação vulnerável do tráfico”.
Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério da Agricultura informou que não se pronunciará sobre o caso.
Com a colaboração do Sargento J. Morais (Lima Campos)
Gabriel Lemos Sousa – Suspeito/Foto: 19º BPM/Pedreiras
Ontem (26), a Polícia Militar de Lima Campos, cumpriu mandado de prisão contra Gabriel Lemos Sousa. Ele teria sido denunciado através de ligações anônimas, por que estaria de posse de uma arma de fogo. A Guarnição foi até a residência do suspeito, na Rua Santa Amália, em Lima Campos, e fez a prisão do mesmo. Com ele foi encontrado a arma denunciada, que seria uma garrucha.
Gabriel é suspeito de ter praticado alguns furtos de bebidas alcoólicas a uma barraca nas proximidades do açude. Contra Gabriel Lemos, foram cumpridos dois mandados de prisão em aberto pela justiça do Piauí, pelos crimes de assalto às agências bancárias.
Após a prisão do suspeito, o mesmo foi conduzido para 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pedreiras, onde ficará à disposição da justiça.
A guarnição que efetuou a prisão de Gabriel, foi composta pelo Subtenente Henrique, Sargento J. Morais e GM Anchieta.